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COMPROVADO-O-PODER-DO-PASSE-ESPIRITUAL

O PODER DO PASSE ESPIRITUAL

Comprovado o Poder do Passe Espiritual Não se trata de mera especulação. O resultado foi comprovado pelo grupo de pesquisa da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, com sede em Uberaba. E mais: durante a realização do estudo, o passe espírita foi aceito pela maioria (cerca de 89%) dos pais dos recém-nascidos e familiares de pacientes. 1 . A Visão Espírita A ciência tem investigado os efeitos do passe espiritual (ou magnético) e há estudos que indicam benefícios para o bem-estar e a saúde, mas não uma “comprovação” universal e definitiva do seu poder nos termos científicos tradicionais, pois a ciência não reconhece a realidade espiritual em si. Efeitos do Passe Magnético 🎯 Comprovação Universal Pesquisas realizadas em universidades brasileiras, como a da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) em parceria com outras instituições e a USP, têm avaliado o impacto da prática. Os principais achados incluem: ✨ Melhora do Bem-Estar: Estudos apontaram que o passe pode estar associado a menores níveis de ansiedade e depressão, além de promover uma sensação de alívio e serenidade. 🌈 Impacto Fisiológico: Algumas pesquisas indicaram potenciais efeitos fisiológicos, como a redução da dor, da tensão muscular e a melhora na velocidade de cicatrização em certos contextos, embora os resultados sejam preliminares e necessitem de mais investigação. Benefícios Associados 🎯 Terapia Complementar: A prática é vista por pesquisadores como uma terapia complementar promissora que pode ser utilizada em conjunto com a medicina convencional, e não como um substituto do tratamento médico. ✨ Foco na Energia: As pesquisas exploram a ideia de transferência de energia vital ou magnética entre o aplicador e o receptor, um conceito que encontra paralelos em outras práticas como o Reiki e que a física quântica, de certa forma, ajuda a contextualizar em termos de campos de energia, embora sem “provar” a doutrina espírita. 🌈 O Poder do Passe É importante ressaltar que, embora existam evidências de benefícios associados à prática, a comunidade científica em geral ainda não considera o “poder do passe” como universalmente comprovado por meio de um consenso científico estabelecido, pois muitos desses estudos ainda são iniciais ou focados em efeitos psicológicos e de bem-estar. 2. Quantos Passes Preciso Para me Curar? Não se trata de mera especulação. O resultado foi comprovado pelo grupo de pesquisa da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, com sede em Uberaba. E mais: durante a realização do estudo, o passe espírita foi aceito pela maioria (cerca de 89%) dos pais dos recém-nascidos e familiares de pacientes. Quantos passes preciso para me curar? Não existe um número padrão de passes que é preciso tomar para se curar de uma determinada enfermidade ou situação que esteja passando. Em pesquisas realizadas com o intuito de avaliar os efeitos do passe espírita foram realizadas em recém-nascidos e adultos hospitalizados entre 2013 e 2016. “Em recém-nascidos, foram avaliados os níveis de estresse, por meio da análise do cortisol salivar; dor; parâmetros fisiológicos como frequências respiratória e cardíaca e saturação periférica de oxigênio; resposta hematológica; complicações; e tempo de permanência no hospital naqueles recém-nascidos submetidos ao passe espírita e à imposição de mãos, com intenção de cura, por indivíduos não passistas, durante dez minutos por três dias consecutivos”, explica Élida Mara Carneiro da Silva, 46, doutora em ciências da saúde pela Universidade Federal de São Paulo e coordenadora da Capelania Espírita do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. 3. Os Efeitos do Passe Espírita em Adultos e Recém-Nascidos Com adultos, o primeiro estudo incluiu pacientes internados na enfermaria de clínica médica. Foram avaliados parâmetros psicológicos, como níveis de ansiedade e de depressão, percepção de tensão muscular e sensação de bem-estar, e dados fisiológicos, como frequência cardíaca e saturação de oxigênio, além da intensidade de dor quando submetidos ao passe espírita com e sem imposição de mãos por voluntários não passistas. Os pacientes foram monitorados durante dez minutos por três dias consecutivos. No estudo incluindo recém-nascidos, a análise dos hemogramas foi realizada com o auxílio de um citômetro automatizado, o cortisol salivar foi medido por meio de eletroquimioluminiscência e os parâmetros fisiológicos, pelo monitor multiparamétrico. Em adultos, utilizou-se oxímetro de pulso de dedo-alvo para aferição dos parâmetros fisiológicos. 4. O Passe Espírita Demonstra seus Benefícios Resultados. “Nos recém-nascidos verificamos redução significativa da frequência respiratória, maior imunidade (resultado baseado no aumento da contagem de linfócitos) e menor incidência de complicações no período de hospitalização naqueles expostos ao passe espírita se comparados à imposição de mãos, com intenção de cura, por voluntários não passistas”, avalia a especialista. Segundo ela, os adultos internados na enfermaria de clínica médica que receberam o passe espírita tiveram redução significativa dos níveis de ansiedade, de depressão e de tensão muscular, além do aumento da sensação de bem-estar. “Em relação ao estudo de pacientes com doenças cardiovasculares, houve redução significativa nos escores de ansiedade e da percepção de tensão muscular, melhoria da sensação de bem-estar e aumento da saturação periférica de oxigênio nos participantes que receberam o passe. … 5. Aplicação Atua em Problemas Físicos e Psicológicos Também. O grupo que usou a imposição de mãos com intenção de cura obteve redução expressiva da tensão muscular e aumento do bem-estar, entretanto, esse resultado foi mais significativo no grupo que recebeu o passe. Ressalta-se que foi utilizada a melhor metodologia de estudo para avaliar uma intervenção, o ensaio clínico randomizado”, avalia Élida. O estudo para comprovar cientificamente a eficácia do passe espírita foi realizado como terapia integrativa e complementar e foi utilizado associado aos tratamentos convencionais, não dispensando avaliação e tratamento clínico. “Embora em nossas pesquisas os pacientes não apresentassem escores de dor, o passe espírita pode ser comparado à transfusão de sangue, que renova as forças físicas com recursos retirados do reservatório limitado (corpo físico)”, diz a doutora Élida Mara Carneiro da Silva. O passe, explica ela, pode ser considerado uma transfusão de energias vitais (psíquicas e espirituais) retiradas do reservatório ilimitado (forças espirituais) com a finalidade de recuperar as desarmonias físicas e psíquicas. Isso, diz, é feito por meio da substituição dos fluidos prejudiciais à

APOMETRIA-SOB-A-OTICA-ESPIRITA

APOMETRIA SOB A ÓTICA ESPÍRITA

APOMETRIA SOB A ÓTICA ESPÍRITA Descrição da Apometria A apometria é um conjunto de técnicas anímico-mediúnicas que envolve o desdobramento entre o corpo físico e os corpos espirituais, podendo ser aplicada a qualquer pessoa, independentemente de saúde, idade ou estado mental. Seu principal objetivo é identificar e harmonizar níveis de consciência que possam estar desarmonizando a encarnação atual. Essa técnica, que se baseia na crença na existência de espíritos em uma dimensão separada do mundo físico, visa auxiliar nos processos de cura. Utilização da Apometria Embora a apometria represente uma evolução no tratamento espiritual, ainda é pouco aceita por alguns espíritas e espiritualistas, possivelmente devido à falta de divulgação adequada. A técnica envolve o desdobramento espiritual, permitindo ao médium executar tarefas assistenciais no plano espiritual e expandir sua capacidade sensitiva. O estado de emancipação da alma facilita o atendimento, pois permite que tanto o médium quanto o paciente estejam no mesmo plano de atuação. É importante ressaltar que a apometria deve ser realizada por pessoas habilitadas e com bons propósitos, sendo um instrumento auxiliar para facilitar o acesso à energia do paciente. Descoberta da Apometria A apometria foi inicialmente implantada pelo farmacêutico-bioquímico porto-riquenho Dr. Luiz Rodrigues, que a chamou de hipnometria. O médico brasileiro Dr. José Lacerda de Azevedo desenvolveu a técnica, adotando o termo “apometria”, que significa “medida além”. A partir de 1965, após conhecer as práticas de Rodrigues, Dr. Lacerda começou suas investigações, constatando a eficácia da técnica em tratamentos espirituais. Com o apoio do Hospital Espírita de Porto Alegre, ele fundou um grupo de pesquisa que se expandiu na década de 1980, culminando na criação da Sociedade Brasileira de Apometria em 1992. Método de Apometria Através da projeção do perispírito, o médium pode interagir com espíritos e realizar resgates espirituais. A técnica é eficaz no tratamento de obsessões, pois permite que os espíritos protetores atuem diretamente no atendimento. A projeção é obtida por impulsos magnéticos, semelhantes a passes, e deve ser realizada em grupos com harmonia e cobertura espiritual adequada. Tratamentos e Avanços A apometria tem mostrado potencial na medicina integral, auxiliando no tratamento de distúrbios espirituais e promovendo a desobsessão. Dr. Lacerda destacou a importância da técnica em sua obra, que se baseou em suas observações e na apresentação de sua tese no X Congresso Espírita Pan-Americano de 1975. Desde então, a aceitação da apometria entre os espíritas tem crescido, refletindo um avanço nos ideais superiores da medicina espiritual. Exemplos de Atendimentos A apometria é utilizada para tratar sintomas físicos e mentais causados por “aparelhos parasitas”, que são artefatos fluídicos inseridos por espíritos obsessores. A técnica permite que médiuns, em estado de desdobramento, localizem e removam esses artefatos, facilitando a recuperação espiritual do paciente. Os grupos mediúnicos têm alcançado resultados significativos no tratamento de obsessões graves, aprimorando suas práticas sem se afastar dos princípios kardequianos. Dr. Lacerda abriu novos caminhos na psiquiatria espírita, revelando técnicas para acessar as dimensões superiores da complexidade humana. A combinação do amor de Jesus com a ciência pode marcar o início de uma nova era de regeneração da humanidade. Apometria Versus Espiritismo Espiritismo Allan Kardec logo de início o rotulou de ciência de observação, qualificação que nos autoriza a lançar mãos de artifícios experimentais, mesmo que “sui generis”, com o objetivo de devassar a realidade espiritual que nos cerca e nos interpenetra. Essa é a razão pela qual o codificador nos alerta: A Ciência propriamente dita é, pois, como ciência, incompetente para se pronunciar na questão do Espiritismo: não tem que se ocupar com isso e qualquer que seja o seu julgamento, favorável ou não, nenhum peso poderá ter. A ciência acadêmica tem por escopo a investigação dos fenômenos materiais, aqueles que se manifestam nos limites do nosso universo matemático. Todavia, a ciência espírita, ao se utilizar do instrumental mediúnico e das propriedades do magnetismo humano, revela-nos a realidade da dimensão extrafísica e descortina, portanto, novos horizontes para a medicina integral. Apometria Por sua vez, a Apometria nada mais é do que um conjunto de técnicas magnéticas aplicadas sobre o médium, com a finalidade de induzi-lo artificialmente, para que ele possa interagir mais facilmente com os desencarnados, reconhecer os mentores, localizar obsessores, vislumbrar patologias dos enfermos e identificar os pormenores das paisagens astrais. A Apometria a exemplo da mediunidade e do passe magnético, pode ser incluida no rol das atividades espíritas e dessa maneira deve ser reconhecida. As inúmeras tarefas exercidas nas casas espíritas se multiplicam de acordo com os objetivos pretendidos, mas só devem merecer o título de atividade espírita se subordinadas aos critérios éticos que alicerçam a doutrina. Cuidados em uma sessão de apometria! Os mesmos princípios que são considerados nas sessões mediúnicas tradicionais da Doutrina Espírita Kardecista também se aplicam à Apometria. É fundamental garantir a harmonia entre os participantes, trabalhar em grupos reduzidos e respeitar os horários estabelecidos. As atividades devem sempre começar com uma prece de harmonização, seguida da leitura de um trecho do Evangelho e de um breve comentário que reflita sobre a mensagem. Além disso, é essencial manter um elevado padrão vibratório mental durante todo o processo, cultivando um ambiente de amor e compaixão. O desejo genuíno de ajudar os necessitados, tanto do lado encarnado quanto do desencarnado, é o que realmente fundamenta essas práticas. Dessa forma, cria-se um espaço propício para que a espiritualidade superior possa atuar, promovendo a cura e o auxílio a todos os envolvidos. Os Espíritas aceitam bem a Apometria? A apometria ainda enfrenta resistência no meio espírita, com receios infundados, muitas vezes, pela falta de conhecimento. Existe o temor de que essa prática possa ferir a pureza da doutrina kardecista. Além disso, um pequeno grupo demonstra certa intolerância, manifestando críticas pueril e, em alguns casos, até agressivas, o que é lamentável. No entanto, de maneira geral, o tema começa a despertar o interesse de uma parcela significativa de espíritas. Atualmente, parece que os maiores interessados na apometria são os seguidores de Kardec, devido aos diversos pontos de contato entre a metodologia apométrica e os postulados doutrinários. Qual o

O EVANGELHO NO LAR

O EVANGELHO NO LAR O Evangelho no Lar: Uma Prática Espírita O Evangelho no Lar é uma prática espírita que consiste em um momento de estudo e reflexão sobre os ensinamentos de Jesus, realizado no ambiente familiar. É um espaço reservado para que os membros da família possam se reunir, meditar, discutir e aplicar os princípios evangélicos em suas vidas. E o Que é O Evangelho no Lar Exatamente? O Evangelho no Lar é, antes de tudo, uma reunião de espíritos reencarnados no mesmo ambiente, buscando através da prece, da elevação de pensamentos e do diálogo fraterno, o amparo e o auxílio do Mais Alto para seus problemas e necessidades. Segundo o Espiritismo, o Evangelho no Lar: Fortalece os laços familiares: Ao promover a união e a comunicação entre os membros da família, o Evangelho no Lar cria um ambiente de harmonia e compreensão mútua. Aproxima os membros da família de Deus: Através do estudo dos ensinamentos de Jesus, os participantes se conectam com a espiritualidade e buscam uma vida mais próxima dos princípios divinos. Contribui para o desenvolvimento moral e espiritual: Ao refletir sobre os valores cristãos, os praticantes buscam aprimorar seu caráter e desenvolver qualidades como o amor, a caridade, a paciência e a humildade. Auxilia na resolução de conflitos: Os ensinamentos evangélicos podem ser uma fonte de inspiração para lidar com as dificuldades do dia a dia e encontrar soluções pacíficas para os problemas familiares. Cria um ambiente de paz e tranquilidade: Ao dedicar um tempo para o estudo e a reflexão, os participantes podem encontrar paz interior e renovar suas energias. Como realizar o Evangelho no Lar: Não existem regras rígidas para a realização do Evangelho no Lar. Cada família pode adaptar a prática à sua realidade e crenças. No entanto, algumas sugestões podem ser úteis: Escolha um dia e horário: Defina um dia e horário fixos para realizar o Evangelho no Lar, facilitando a organização da família. Crie um ambiente agradável: Prepare um espaço tranquilo e silencioso, com iluminação suave e livre de distrações. Desligue todos os aparelhos: Eletro-eletrônicos (televisão, computador, …) do ambiente escolhido. Da mesma forma, os aparelhos celulares. Água fluidificada: Coloque uma jarra com água sobre a mesa, para fluidificação. Na falta dessa podem ser utilizados copos, qualquer um, em número correspondente aos integrantes do Evangelho. Escolha um tema: Selecione um tema relacionado aos ensinamentos de Jesus para ser estudado durante o encontro. Leia textos evangélicos: Leia trechos do Evangelho e de outros livros espíritas relacionados ao tema escolhido. Promova a reflexão: Incentive a participação de todos os membros da família, estimulando a reflexão e o compartilhamento de experiências. Filhos e Crianças: Para incentivar a participação dos filhos ou demais membros, com exceção dos pequeninos, é conveniente pedir que leiam mensagens espíritas, para reflexão do grupo. Faça uma oração: Encerre o encontro com uma oração de agradecimento a Deus para os familiares encarnado e desencarnados, sem temor. A lembrança da prece alegra e pacifica a todos que participaram. Por fim: Sirva a água fluidificada, após a prece de encerramento Benefícios do Evangelho no Lar: Os benefícios do Evangelho no Lar são inúmeros e podem transformar a vida das famílias que o praticam. Ao cultivar a fé, a esperança e o amor, os participantes encontram mais sentido para a vida e se tornam pessoas melhores. Gostaria de saber mais sobre algum aspecto do Evangelho no Lar? Posso fornecer informações sobre livros recomendados para o estudo, como escolher temas para as reuniões, ou como lidar com diferentes situações familiares durante a prática. Outras Orientações: Tempo: o necessário para a família. É sugerido uma reunião de 15 a 30 minutos. Música: sim, se for do agrado de todos. É sugerido música instrumental e de relaxamento, em volume baixo. Manifestações mediúnicas: É completamente desaconselhável qualquer manifestação mediúnica durante o Evangelho no Lar. Solenidade: Não deve ser jamais solene ou ritualístico, com palavras e movimentos decorados. Fontes: FEESP: https://www.feesp.com.br/o-que-e-o-evangelho-no-lar/ NOSSO LAR: https://www.nossolar.org.br/evangelho-no-lar CEMA: https://www.cema.org.br/evangelho INSTITUTO ANDRÉ LUIZ: www.institutoandreluiz.org/evangelho_no_lar Observação: As informações aqui apresentadas têm caráter informativo e não substituem a orientação de um profissional da área espiritual. Evangelho no Lar. Contribuição marcante do Espírito Meimei para o estudo dos ensinamentos de Jesus, é leitura indicada àqueles que desejam harmonizar o ambiente doméstico… De: Meimei (Espírito) e Miltes Carvalho Bonna Evangelho em Casa. Obra infanto-juvenil em que a autora espiritual, em linguagem doce e cativante, traça roteiros e sugere diretrizes para o culto do Evangelho no Lar. Por meio da narração de cinco hipotéticas reuniões… Francisco Cândido Xavier (Autor), Meimei (Esprito) O Evangelho Segundo o Espiritismo. O Evangelho Segundo o Espiritismo” é uma obra fundamental do espiritismo, escrita por Allan Kardec e publicada em 1864. Nesse livro… Milton Avelar de Carvalho Mais Populares Talvez você goste:

DESENCARNES COLETIVOS

DESENCARNES COLETIVOS Ao longo da história do homem já ocorreram incontáveis situações de desencarne coletivos. Ações da natureza como terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas levaram incontáveis pessoas ao desencarne. E na história recente temos presenciado situações de desencarne por outras razões, como naufrágios, acidentes aéreos, acidentes automobilísticos, incêndios, desabamentos, ocupação inadequada de áreas de risco como áreas costeiras sujeitas a tsunamis, encostas de morros, e outras. O desencarne é um assunto importante em nossas vidas, pois significa o final desta oportunidade reencarnatória, e a interrupção das relações familiares e de amizade, dentro dos padrões que conhecemos e estamos acostumados aqui na Terra. Logo é natural que o desencarne de muitas pessoas simultaneamente nos chame ainda mais a atenção. É consequência da característica do ser pensante, refletir sobre sua vida e sobre sua interrupção. E por isso temos nos perguntado: por que ocorrem estas situações onde muitas pessoas desencarnam ao mesmo tempo? Em mensagens recentes através do Médium Maury Rodrigues da Cruz, os espíritos Leocádio José Correia e Marina Fidélis nos alertam para o fato de que os desencarnes coletivos não representam resgate de erros em vidas passadas, ou qualquer tipo de castigo ou punição. Também não são resultado da influência de espíritos desencarnados. A reflexão que os espíritos orientadores nos trazem está em torno do uso mais construtivo do nosso livre arbítrio, o que nos leva a pensar mais criticamente sobre os fatos que causam os desencarnes coletivos, ao invés de nos apegarmos a explicações que retiram de nós a responsabilidade sobre os fatos que ocorrem em nossa sociedade. Com a evolução do conhecimento científico o Homem passou conhecer mais a fundo os detalhes do ambiente onde vive, o planeta Terra. Passou a conhecer e a entender os vulcões, os terremotos, os tsunamis, as ações dos ventos, das chuvas, do fogo, do frio e do calor. Assim,hoje já sabemos que o planeta nos traz situações de risco à vida do corpo, e passamos a evitá-las quando possível. Evitamos ocupar encostas de morros, evitamos ocupar áreas sujeitas a terremotos, não ocupamos áreas de risco próximas a vulcões com possibilidade de erupção. Ao mesmo tempo a evolução da tecnologia nos trouxe sistemas de alerta para tempestades, tsunamis e erupções vulcânicas, reduzindo o risco de exposição das pessoas a tais eventos naturais. Desta forma, com base no conhecimento, na mudança de comportamento e na prevenção, certamente temos evitado mais situações de desencarnes coletivos em função de eventos naturais. Por outro lado, a evolução do conhecimento humano gerou mudanças importantes na sociedade global. Intensificamos as relações entre países e continentes. Desenvolvemos aeronaves com capacidade de transportar centenas de passageiros, grandes navios com capacidade para mais de 6 mil pessoas, automóveis, ônibus, edifícios. Mas, nem sempre o conhecimento aplicado consegue prever todas as situações, e o desenvolvimento da cultura, da mesma forma, nem sempre acompanha o avanço da tecnologia. Assim temos situações diversas que podem levar a acidentes: por um lado podem ocorrer falhas nos aviões, navios, automóveis, trens; por outro lado muitas vezes fazemos uso inadequado desses meios de transporte, nos colocando em situações não previstas e causando acidentes. Antes de termos inventado aviões, automóveis e edifícios não ocorriam desencarnes envolvendo estes recursos. Nós os inventamos, nós os usamos, nós os mantemos, nós cuidamos ou não do seu aprimoramento e das condições para seu uso. Estradas com manutenção precária; aeroportos situados dentro das cidades e com restrições para ampliações; pressão por resultados financeiros crescentes que acabam reduzindo a atenção e os investimentos em segurança; todas essas situações são escolhas humanas, escolhas feitas por nós espíritos encarnados, e que muitas vezes levam a situações que provocam o desencarne de várias pessoas. E como temos a população em constante crescimento, temos cada vez mais locais onde ocorre a aglomeração de pessoas, como por exemplo em aeroportos, rodoviárias, supermercados, shopping centers, grandes eventos, casas noturnas, escolas, hospitais. Quais são os riscos que estes ambientes podem oferecer à vida daqueles que lá estão? Temos pensado a respeito? Temos atuado em sua prevenção? Como espíritos encarnados todos fazemos parte do grupo responsável pelo padrão de vida estabelecido na Terra no momento. Na visão espírita não há destino. Há justiça, o que significa efeitos coerentes com as causas que lhes deram origem. Se atuarmos no sentido da prevenção, do ajuste de comportamento, da manutenção da vida, teremos menos situações de desencarne, independentemente de quantas pessoas estejam envolvidas. Entretanto, se adotarmos as explicações religiosas que eximem a sociedade de sua responsabilidade sobre tais fatos, justificando os desencarnes em supostos processos ditos cármicos, estaremos aceitando postergar aprendizados importantes e repetir sofrimentos evitáveis. Tendo essas reflexões como base, como podemos avaliar os desencarnes ocorridos recentemente na Boate Kiss, em Santa Maria, RS? Os espíritos desencarnados tem alguma influência nos desencarnes coletivos? As equipes espirituais podem ser chamadas a intervir construtivamente no sentido da prevenção de algum evento humano de grande significado para a civilização, desde que isso não limite o livre-arbítrio das pessoas. No caso de desencarnes coletivos a influência das equipes espirituais é semelhante ao das equipes encarnadas, ou seja, é de apoio e ocorre após o evento. Os jovens que desencarnaram na boate Kiss em Santa Maria eram espíritos responsáveis pelas mortes de pessoas nas câmaras de gás na Alemanha? Não passaria de coincidência se entre aqueles jovens houvesse ao menos um dos participantes daquelas atrocidades. Apesar das semelhanças entre o método usado nos campos de concentração e o acidente de Santa Maria, os espíritos orientadores afirmam que não se trata de resgate, pois a intenção da Lei Maior é o aprendizado e não a punição. O conceito humano de justiça, por meio do método conhecido como “olho por olho”, é uma criação humana atribuída ao rei Babilônio Hamurabi, aproximadamente 1800 anos antes de Cristo. Percebendo a injusta desproporção em crime e castigo vigente em seu reino, ele promulgou leis que previam que as penas não deveriam ser maiores que os crimes. Jesus trouxe a evolução do conceito de retaliação ao propor o perdão aos inimigos como forma de não perpetuar

ABORTO – A MORTE OCULTA

ABORTO – A MORTE OCULTA O que diz a medicina espírita? As complicações clínicas advindas dos abortos provocados na esfera ginecológica são inúmeras e podem, inclusive, determinar o êxito letal da mulher. No campo psicológico, são comuns os processos depressivos subseqüentes que acometem as mulheres que se submeteram à eliminação da gestação indesejada. A sensação de vazio interior, mesclada com um sentimento de culpa consciente e inconsciente, freqüentemente, determina uma acentuada baixa de vibração na psicosfera feminina. Paralelamente, a ação do magnetismo mental do espírito expulso passará gradativamente a exacerbar a situação depressiva materna. Como já estudamos, em muitos casos, aquele que reencarnaria como seu rebento estava sendo encaminhado para um processo de reconciliação afetiva. O véu do esquecimento do passado é que possibilitaria a reaproximação de ambos sob o mesmo teto. Com o aborto provocado, à medida que o espírito recobra a consciência, passa, nesses casos, a emitir vibrações que, pelo desagrado profundo, agirão de forma nociva na psicosfera materna. Em que pese o esforço protetor exercido pelos mentores amigos, em muitas circunstâncias se estabelece o vínculo simbiótico, mergulhando a mãe nos tristes escaninhos da psicopatologia. Ao desencarnar, de volta ao plano espiritual, a mãe apresentará em diversos níveis, conforme o seu grau de responsabilidade, distonias energéticas que se farão representar por massas fluídicas escuras que comporão a estrutura de seu psicossoma (perispírito). Apesar de serem atendidas com os recursos e as técnicas terapêuticas existentes no mundo astral, a chaga energética, em muitos casos, se mantém, em função da gravidade e agravantes existentes. As lesões na textura íntima do psicossoma a que nos referimos, muitas vezes, só podem ser eliminadas numa próxima encarnação de características expiatórias. Expiação, longe de ter uma conotação punitiva, pois esse critério não existe na planificação superior, é um método de eliminação das desarmonias mais profundas para a periferia do novo corpo físico. A expiação sempre tem função regeneradora e construtiva e visa restaurar o equilíbrio energético perdido por posturas desequilibradas do passado. As deficiências que surgirão no corpo físico feminino, pelo mecanismo expiatório, visa, em última análise, suprimir o mal, drená-lo para a periferia física. Segundo os textos evangélicos: “A cada um de acordo com as próprias obras”. Os desajustes ocorrem inicialmente nas energias psicossomáticas do chacra genésico, implantando-se nos tecidos da própria alma as sementes que germinarão no seu novo corpo físico, em encarnação vindoura, como colheita de semeadura anterior. RESPONSABILIDADE PATERNA Se é verdade que a mulher se constitui no ninho onde se aconchegam os ovos, que, acalentados pelo amor, abrir-se-ão em novos filhotes da vida humana, não há como se esquecer da função paterna. A pretensa igualdade pregada por feministas, que mais se mostram como extremistas, não permite que se enxergue pela embaciada lente do orgulho, que a mulher jamais será igual ao homem. A mulher é maravilhosamente especial para se igualar a nós homens. Já nos referimos às complexas conseqüências para o lado materno no caso da interrupção premeditada da gestação. Faz-se necessário, não só por uma questão de esclarecimento, mas até por justiça, estudarmos os efeitos sobre o elemento paterno que, muitas vezes, é o mentor intelectual do crime. Desertando do compromisso assumido, ou pressionando pela força física ou mental, o homem, a quem freqüentemente a mulher se subordina para manter a sobrevivência, obriga a sua companheira a abortar. Não estamos eximindo quem quer que seja da responsabilidade, pois cada qual responde perante a lei da natureza proporcionalmente à sua participação nos atos da vida. A mãe terá sua quota de responsabilidade, ou de valorização, devidamente codificada nos computadores do seu próprio espírito. O homem, freqüentemente, obterá na existência próxima a colheita espinhosa da semeadura irresponsável. Seu chacra coronário ou cerebral, manipulador da indução ao ato delituoso, se desarmonizará gerando ondas de baixa freqüência e elevado comprimento ondulatório. Circuitos energéticos anômalos se formarão nesse nível, atraindo por sintonia magnética ondas de similar amplitude e freqüência, abrindo caminho à obsessão espiritual. As emanações vibratórias doentias do seu passado, que jaziam adormecidas, pulsarão estimuladas pela postura equivocada atual e abrirão um canal anímico de acesso aos obsessores. O chacra genésico também recebe o influxo patológico de suas atitudes, toma-se distônico e, na seguinte encarnação programa automaticamente pelos computadores perispirituais a fragilidade do aparelho reprodutor. Objetivamente, veremos moléstias testiculares e distúrbios hormonais como reflexos do seu pretérito. Lembramos sempre que não se pode generalizar raciocínios nem padronizar efeitos, pois cada espírito tem um miliar de responsabilidades e, a cada momento, atos de amor e de crescimento interior diluem o carma construído no passado. CONSEQÜÊNCIAS PARA O ABORTADO A especificidade de cada caso determina situações absolutamente individuais no que se refere às repercussões sofridas pelo espírito eliminado de seu corpo em vias de estruturação. Se existe na ciência do espírito uma regra fundamental que rege a lei de causa e efeito, poderíamos enunciá-la assim: A reação da natureza sempre se fará proporcional à intencionalidade da ação. Isto é, jamais poderemos afirmar que um determinado ato levará inexoravelmente a uma exata conseqüência. Quando a responsabilidade maior da decisão coube aos encarnados, pai e ou mãe, eximindo o espírito de participação voluntária no aborto, teremos um tipo de situação a ser analisada. O espírito, quando de nível evolutivo mais expressivo, tem reações mais moderadas e tolerantes. Muitas vezes seria ele alguém destinado a aproximar o casal, restabelecer a união ou, mesmo no futuro, servir de amparo social ou efetivo aos membros da família. Lamentará a perda de oportunidade de auxílio para aqueles que ama. Não se deixará envolver pelo ódio ou ressentimento, mesmo que o ato do aborto o tenha feito sofrer física e psiquicamente. Em muitos casos, manterá, mesmo desencarnado, tanto quanto possível, o seu trabalho de indução mental positiva sobre a mãe ou os cônjuges. Nas situações em que o espírito se encontrava em degraus mais baixos da escada evolutiva, as reações se farão de forma mais descontrolada e, sobretudo, mais agressiva. Espíritos destinados ao reencontro com aqueles a quem no passado foram ligados por liames desarmônicos, ao se sentirem rejeitados, devolvem

AUTISMO SOB A ÓTICA ESPIRITA

AUTISMO SOB A ÓTICA ESPIRITA Há uma teoria para explicar a suposta genética da inteligência. Será que o Autismo é o preço da inteligência, consoante afirma o descobridor da estrutura do DNA James Watson? “Os genes que predisporiam algumas pessoas a habilidades intelectuais elevadas seriam os mesmos que disparam doenças como Autismo, Esquizofrenia e, até, “burrice”. É essa, também, a hipótese de um grupo de pesquisadores da Universidade do Colorado. Watson começou a desenvolver sua hipótese, depois de ter sido o primeiro ser humano a ter o genoma sequenciado. Descobriu que tinha mutações em três genes ligados ao reparo do DNA. “Pessoas com essas mutações tendem a ter filhos especiais” – teoriza Watson – que tem um filho que sofre de uma deficiência cognitiva similar ao autismo, fato esse que não costuma abordar em público, mas que, certamente, teria influenciado suas opiniões sobre o tema. Ele afirmou, certa vez, que a “burrice” é genética e que seria, moralmente, necessário modificar genes humanos para eliminá-la. James já defendeu, no passado, além das terapias genéticas convencionais (injeção de genes “corrigidos” em pacientes com doenças metabólicas), a modificação de genes na linhagem germinativa de células humanas (gametas, como óvulos e espermatozóides). Isso faria com que a alteração fosse herdada pelos descendentes da pessoa. Provavelmente, um pouco menos especulativa, é a ligação, entre cognição e doenças mentais, feita pelo grupo liderada por James Sikela, da Universidade do Colorado. O grupo descobriu uma correlação entre o alto número de cópias de um gene, numa certa região do DNA humano, e o desenvolvimento do cérebro. Essa região, dizem outros estudos mais heterodoxos, estaria, também, implicada com Autismo e Esquizofrenia. O perigo das afirmações científicas, muitas vezes, significa o materialismo, qual véu posto entre a realidade e os olhos dos cientistas. “O Autismo continua sendo um desafio, um enigma, uma esfinge.” Todos os geneticistas e biotecnólogos, que se apoiam no determinismo genético, não cedem espaço para a existência do Espírito, e, muito menos, para a reencarnação. Sabe-se que são mais de 3 bilhões as combinações genéticas possíveis no ser humano. Normalmente, nenhum cientista materialista pensa em existência de vida na dimensão do além-túmulo, e, muito menos, nas leis de Causa e Efeito. Contudo, sabem que há dificuldades nos dois aspectos, tanto no genótipo (genes que acarretariam uma característica), quanto no fenótipo (características, de fato, manifestadas no indivíduo). O pesquisador Stephen Jay Gould, já desencarnado, também tinha um filho autista (Josh, um exímio calculista de calendários, capaz de dizer, em segundos, em que dia da semana cai uma data qualquer). Paradoxalmente, Gould se tornou um estóico adversário do determinismo genético – “o que não deixa de ser uma indicação de que parece haver muito mais determinações entre genes e cultura do que pode supor a biotecnologia.” “Em verdade, o esquema ‘um gene/uma doença’ não é aplicável, nem mesmo a males com mecanismos mais imediatamente bioquímicos, como o câncer”. Menos ainda podem ser usados para entender e/ou controlar manifestações complexas como “inteligência” ou “burrice”. A rigor, não há um tratamento para o portador de psicose desintegrativa ou hipotonia profunda. O autista é como um corpo sem ninguém dentro, porém, recordemos que o espírito imortal está em sua plena consciência e percebe o que ocorre à sua volta, ainda que “encapsulado” em si mesmo. Para os espíritas, a causa pode ser “um sentimento de culpa não resolvido, suscitado por um desvio de comportamento, ocorrido em vidas anteriores. Mas, o Autismo não é um castigo, mas um instrumento de aprendizado, de “ajuste da consciência ética fustigada pelo arrependimento ou remorso e desejosa de se pacificar”. A doença é um transtorno invasivo do desenvolvimento, que se manifesta, normalmente, antes dos 3 anos de idade. Caracteriza-se por um desenvolvimento anormal e por mostrar alterações em três áreas: interação social, comunicação e comportamento. Na maioria das ocorrências, a causa é desconhecida. Noutros casos, fica a se dever a problemas médicos como as infecções intra-uterinas, das quais, as mais habituais são a rubéola, doenças congênitas como a síndrome do X Frágil, também conhecida como síndrome de Martin & Bell que, “por sua incidência, considera-se-lhe a primeira causa de deficiência mental hereditária”, e a síndrome Fetal Alcoólica, provocada pela gestante, que ingere bebidas alcoólicas durante a gravidez. Na maioria das vezes, as causas são desconhecidas , sendo, desse modo, um verdadeiro mistério para Ciência. Em termos médicos, pode dizer-se que não há um psicofármaco específico para se tratar o autismo. Os medicamentos que se usam são administrados, apenas, para controlar as agitações psicomotoras e as hetero e auto-agressões produzidas pelos autistas. É uma patologia de etiologia muito complexa, que requer, não somente, uma abordagem multidisciplinar que envolve educadores, psicólogos e terapeutas ocupacionais, mas, sobretudo, exige uma análise sob a Luz da Doutrina Espírita. Nesse estado mental patológico, que leva a pessoa a se fechar em seu próprio mundo, alheando-se, em grande medida, do mundo exterior, há débitos passados muito graves, acompanhados, normalmente, pela consequente obsessão espiritual, pelo que o tratamento indicado pode ser o da desobsessão, da aplicação de passes e da utilização de água fluidificada. Há casos de autistas que conseguiram a cura completa, embora muito raros. No entanto, na literatura médica, há casos de pacientes que conseguiram certa autonomia e uma melhoria surpreendente, insólitos, incomuns. Existem pessoas que estão dentro do chamado Autismo clássico, outras apresentam algumas das características autistas, aliadas a uma inteligência fora do comum, geralmente voltada a um assunto específico, sendo que essas pessoas têm extrema dificuldade de relacionamento inter-pessoal, grande rigidez nas rotinas do dia-a-dia, e aparente desprezo pelos sentimentos dos outros. Mas, ao menos, conseguem viver em sociedade… mesmo sendo chamados de difíceis, geniosos, ou termos menos elegantes. VIDA ANTES DA VIDA, VIDA APÓS A VIDA E VIDA ENTRE AS VIDAS. Quando houver maior integração da ciência, entendendo o ser humano de forma mais completa, com corpo, cérebro e espírito, creio que compreenderemos mais acerca das muitas psicopatologias desafiadoras. Nas obras da litero-médico-espírita, vamos encontrar inúmeros esclarecimentos sobre as suas causas e sobre o processo de formação dos