Reencarnação

DEFICIDEFICIENCIAS NA OTICA ESPIRITAENCIAS NA OTICA ESPIRITA

DEFICIÊNCIAS NA ÓTICA ESPÍRITA

Deficiências Na Ótica Espírita Toda doença física ou mental é uma salvação para os excessos que cometemos em algum momento de nossas vidas passadas. Em outras palavras, a inadequação é o resultado de nossa própria escolha! De acordo com o espiritismo, a vida material é apenas uma parte de nossa existência, que é eterna. 1 . A Visão Espírita A falta de conhecimento ou aceitação da reencarnação é o que leva à nossa incompreensão das falhas. Estamos aqui para aprender, para superar as dificuldades, para superar as inadequações, porque cada um de nós recebe o remédio adequado para nos curar. Sem essas falhas, muitos deuses não conseguiriam pagar suas dívidas. Aprendemos através do amor ou da dor. Claro, a segunda é a nossa maior escola. Na visão espiritualista, a deficiência é uma ferramenta de evolução, uma dádiva, uma forma de nos ajudar a reequilibrar nossas energias. O livro 🎯 “Deficiente Mental: por que fui um?” O livro “Deficiente Mental: por que fui um?” psicografado por Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho, é um apanhado de relatos de diversos espíritos que nasceram ou ficaram deficientes ao longo da vida. É muito interessante e vale a pena ser lido. ✨ Características Temos muitas oportunidades de retornar à Terra em diferentes corpos adequados para nosso aprendizado necessário. Quando há muito abuso, há um desequilíbrio que deve ser restaurado para recuperar nosso equilíbrio. Quando o corpo perfeito é danificado, podemos aprender a valorizar essa grande oportunidade de viver na carne por um tempo, aprendendo a torná-lo normal. Castigos não existem, Deus não nos pune, nós merecemos, e as dificuldades de nossa encarnação são lições valiosas.. 🌈 Divaldo Franco Divaldo Pereira Franco disse em uma de suas apresentações que os pais de pessoas com deficiência podem estar diretamente envolvidos no modo atual como a vida espiritual das pessoas com deficiência é vivida. De certa forma, eles cooperaram ou permaneceram desleixados e não puderam ajudar o irmão que teve a chance de salvar seus erros deficientes hoje numa reencarnação juntos. Perante a deficiência 🎯 Missão E como podemos agir perante a deficiência? Culpar a Deus pela situação não ajudará em nada, pelo contrário, só prejudicará e dificultará ainda mais a condição do deficiente e do cuidador. É preciso garantir um ambiente de muita oração, muita vibração positiva, buscando a fé em Deus para cumprir a missão, para que essa seja uma reencarnação redentora. Buscar auxílio em instituições que trabalhem com os deficientes, porque estão preparados para dar bons conselhos. ✨ Características Esses relatos ajudam a ampliar nossa compreensão, mostrando que há um planejamento espiritual por trás de cada existência. Nada ocorre sem propósito dentro das leis divinas. A reencarnação oferece inúmeras oportunidades de aprendizado. Em cada retorno à vida física, o espírito recebe um corpo adequado às suas necessidades evolutivas. 🌈 Abusos Quando há abusos em vidas passadas, cria-se um desequilíbrio que precisa ser reparado. A deficiência pode surgir como meio de restaurar essa harmonia perdida. 2. Importante destacar Ao vivenciar limitações, o espírito aprende a valorizar aspectos da vida que antes negligenciava. Desenvolve paciência, humildade, resiliência e amor. É importante destacar que, na visão espírita, não existem castigos divinos. Deus não pune. As dificuldades são consequências naturais das escolhas e oportunidades de aprendizado. As experiências difíceis são, portanto, lições valiosas. Cada desafio traz consigo a chance de crescimento e transformação interior. 3. Aos pais e cuidadores Segundo ensinamentos de Divaldo Pereira Franco, muitas vezes há vínculos espirituais profundos entre pessoas com deficiência e seus familiares. Essas relações podem envolver compromissos assumidos antes da reencarnação. Pais e cuidadores, nesse contexto, também participam do processo evolutivo. A convivência proporciona aprendizado mútuo, fortalecendo laços de amor e responsabilidade. Diante da deficiência, a atitude mais adequada não é a revolta, mas a compreensão. Culpar a Deus apenas dificulta ainda mais a caminhada e aumenta o sofrimento. 4. Ambientes de amor O caminho mais construtivo envolve fé, oração e busca por apoio. Ambientes de amor, acolhimento e vibrações positivas contribuem significativamente para o bem-estar de todos os envolvidos. Por fim, mais importante do que entender as causas é saber viver o presente. Enfrentar cada dia com esperança, confiança e serenidade é essencial, lembrando sempre que a vida na Terra é apenas uma etapa da jornada eterna do espírito. 5. Resumo Na ótica espírita, a deficiência não é um castigo divino, mas uma ferramenta temporária de evolução espiritual. Ela pode ser uma prova escolhida, expiação (reparação de erros passados) ou missão (lições de superação), vista como oportunidade de aprendizado e reequilíbrio que visa fortalecer virtudes como a paciência e a resiliência. Propósito Evolutivo: O espírito, antes de reencarnar, pode escolher viver com limitações físicas ou mentais para progredir mais rapidamente ou reparar ações de vidas anteriores. Lei de Causa e Efeito: A deficiência está frequentemente atrelada a expiações, permitindo ao espírito lidar com limitações e evitar erros passados, sendo considerada um “recomeço”. Não é Punição: O Espiritismo nega a visão de que a deficiência é um castigo divino, rejeitando o modelo de punição, especialmente baseando-se na conduta de Jesus, que ensinou amor e acolhimento. Missão e Aprendizado: A deficiência pode ser uma missão para despertar a compaixão e o amor ao próximo, tanto no indivíduo quanto em sua família. 📚 Créditos: Fonte: https://www.eusemfronteiras.com.br/ Imagens: https://pixabay.com/pt/images/search/defici%c3%aancia%20fisica/ https://pixabay.com/pt/photos/terceiro-olho-olho-espiritual-2886688/ – A Visão espirita https://pixabay.com/pt/photos/jovem-mulher-resumo-explos%c3%a3o-1088742/ – Dificuldades https://pixabay.com/pt/photos/fam%c3%adlia-bra%c3%a7o-de-cadeira-papai-m%c3%a3e-2972198/ – Aos pais cuidadores https://pixabay.com/pt/photos/fam%c3%adlia-amor-junto-ao-ar-livre-6639676/ – Ambientes de amor https://pixabay.com/pt/photos/inc%c3%aandio-bombeiros-claro-miss%c3%a3o-22331/ – Missão e Aprendizado Nota: Todas as ilustrações foram criadas por Inteligência Artificial com o objetivo de complementar e enriquecer a compreensão do conteúdo textual. Leave a Reply Cancelar Resposta Sessão iniciada como Astra Frole. Editar perfil. Sair? 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O processo da reencanação - De acordo com O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, a união do espírito ao futuro corpo tem início na concepção

O PROCESSO DA REENCARNAÇÃO

O Processo da Reencarnação! As leis automáticas da reencarnação atuam de modo a viabilizar o processo sem a necessidade de intervenção externa. O organismo humano está naturalmente preparado para receber um espírito reencarnante, que será o principal agente de suas próprias transformações e progresso. Quando ocorre a concepção, um espírito é atraído para o corpo em formação. 1 . Abre-se uma espécie de “janela” Quando ocorre a concepção, um espírito é atraído para o corpo em formação. Nesse momento, abre-se uma espécie de “janela” que permite a ligação perispiritual. Acredita-se que algum mecanismo biológico ainda desconhecido seja ativado nesse processo — possivelmente influenciado por escolhas anteriores da mãe. Há casos em que a mulher, mesmo sem qualquer impedimento orgânico para engravidar, carrega em seu perispírito uma matriz energética que bloqueia a fecundação. Trata-se de um mecanismo além da nossa atual compreensão, capaz de impedir a concepção por razões que podem estar ligadas a questões espirituais ou kármicas. Mecanismo biológico 🎯 Missão Durante o processo, o espírito que está prestes a reencarnar conecta-se ao óvulo fecundado por meio de um filamento fluídico-energético ✨ Características Essa ligação assegura que nenhum outro espírito possa ocupar seu lugar, mas ainda não é suficientemente forte para impedir uma possível desistência. 🌈 Kardec De acordo com “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, a união do espírito ao futuro corpo tem início na concepção. Esse momento marca o começo da ligação energética entre o espírito e o corpo físico em formação. Em que momento a alma se une ao corpo? 🎯 A resposta precisa Allan Kardec indaga: “Em que momento a alma se une ao corpo?” A resposta dos Espíritos é precisa: “A união começa na concepção, mas só se completa com o nascimento. Desde o instante da concepção, o espírito designado para habitar determinado corpo liga-se a ele por um laço fluídico, que se fortalece progressivamente até o momento do parto. O primeiro grito do recém-nascido simboliza sua entrada definitiva no mundo dos vivos a serviço do Divino.” ✨ Fragilidade A Fragilidade do vínculo e as Interrupções da reencarnação. Essa conexão inicial é delicada e pode ser interrompida de duas maneiras: Por vontade do espírito reencarnante – que, diante das provas que o aguardam, pode recuar e desistir do processo; 🌈 Família Por imperfeições da matéria (corpo físico) – o que representa uma prova, muitas vezes inesperada, para os pais. Quando a reencarnação é interrompida, o espírito não fica impossibilitado de tentar novamente. Ele pode buscar outro corpo, seja na mesma família ou em outro núcleo familiar. No entanto, essa nova oportunidade nem sempre surge imediatamente – em muitos casos, é necessário aguardar condições mais favoráveis, tanto do ponto de vista espiritual quanto material. 2. A Ligação do Espírito ao Corpo Durante a Gestação Segundo a doutrina espírita, a conexão estabelecida na concepção não implica que o espírito esteja confinado ao corpo em formação. Na verdade, ocorre uma ligação fluídica com o embrião em desenvolvimento, mantendo certa independência. Durante a gestação, o espírito passa por um processo gradual de esquecimento: ✨ Perda Progressiva das Memórias: O espírito entra em estado de perturbação As lembranças da última encarnação vão se enfraquecendo Aproximando-se do nascimento, a memória do passado torna-se mais tênue ✨ Estado de Consciência: Embora vinculado ao corpo físico, o espírito mantém traços de sua personalidade Suas características (qualidades, defeitos e sentimentos) começam a se manifestar Permanece livre da influência corporal até o momento do nascimento ✨ Processo Final de Encarnação: À medida que a gestação avança, o espírito mergulha em sono profundo Esta inconsciência progressiva permite a adaptação à nova existência Só aos sete anos de idade, completa-se definitivamente a união espírito-corpo 3. A Consolidação Progressiva do Laço Espírito-Corpo Estudos e compreensões mais recentes revelam que a ligação entre o espírito e o corpo físico não se completa imediatamente no nascimento. Esse processo de conexão e adaptação é gradual e se estende até aproximadamente os sete anos de idade, quando então se consolida definitivamente. Nesse período de transição, o espírito vai aos poucos se ajustando à sua nova existência material, enquanto o corpo físico amadurece e se desenvolve. Essa fase intermediária permite uma integração mais harmoniosa entre as dimensões espiritual e física, preparando plenamente o indivíduo para sua jornada reencarnatória. Vale destacar que após a morte física, o espírito recupera gradativamente suas memórias espirituais completas. Durante a vida intrauterina, mesmo não estando permanentemente dentro do corpo, mantém-se ligado a ele por vínculo fluídico, preparando-se para a nova jornada reencarnatória. 4. A Formação do Corpo Físico e a Presença do Espírito O desenvolvimento de um corpo durante a gestação não implica, necessariamente, na presença de um espírito. No entanto, toda criança que nasce possui um espírito encarnado. A formação de um novo corpo ocorre de forma independente da presença do espírito, seguindo leis biológicas e contando com o auxílio do perispírito materno para seu desenvolvimento. O aborto voluntário impede a reencarnação de um espírito, configurando-se como uma transgressão à vida e às Leis Divinas. Aqueles que praticam ou colaboram com essa ação, exceto em casos de aborto terapêutico, ainda não compreendem plenamente o valor da vida. Essa falta de entendimento reflete ignorância, que precisa ser superada por meio de processos educativos em futuras encarnações. … 5. A Reencarnação e os Desafios nas Relações Familiares O processo de reencarnação pode envolver etapas desafiadoras. Quando o futuro reencarnante teve ou ainda possui divergências significativas com um dos pais, ou com ambos, que dificultaram a convivência em vidas passadas, torna-se necessário um trabalho prévio de reconciliação para facilitar o aprendizado na nova existência. Essas divergências geralmente são trabalhadas antes da reencarnação, embora possam ressurgir durante a gestação ou após o nascimento. É comum que dificuldades no relacionamento entre pais e filhos sejam decorrentes desses conflitos. Nesse contexto, a Psicologia infantil não pode ignorar os princípios da reencarnação. Ao considerar a criança dentro do cenário abrangente das vidas sucessivas, é possível compreendê-la de forma mais completa, permitindo uma abordagem mais precisa de seu comportamento. Por outro lado, analisá-la

PROVAS DA REENCARNAÇÃO

PROVAS DA REENCARNAÇÃO “As qualidades inatas que as pessoas trazem consigo constituem a prova de que já viveram e realizaram certo progresso.” O evangelho segundo o espiritismo. Cap. 3, item 13 – Allan Kardec “As lembranças espontâneas ou provocadas de existências passadas são evidências da reencarnação. Os casos espontâneos de lembranças reencarnatórias, manifestados por crianças e adultos, não são raros, como pode se pensar.” Reencarnação no Brasil – Hernani Guimarães Andrade “O conhecimento do pretérito, através das revelações ou das lembranças, chega sempre que a criatura se faz credora de um benefício como esse, o qual se faz acompanhar, por sua vez, de responsabilidades muito grandes no plano do conhecimento.” O consolador, questão 370 – Emmanuel. AS PROVAS DA REENCARNAÇÃO BASEIAM-SE EM: Nas idéias inata. Nas lembranças de existências pretéritas. Nas comunicações mediúnicas. Nos fenômenos de transcomunicação instrumental Nos fenômenos das experiências de quase-morte 1. NAS IDÉIAS INATAS   O homem traz, ao renascer, o gérmen das suas imperfeições, dos defeitos de que se não corrigiu e que se traduzem pelos instintos naturais e pelos pendores para tal ou tal vício. Ao nascerem, trazem os homens a intuição do que aprenderam antes: São mais ou menos adiantados, conforme o número de existências que contem, conforme já estejam mais ou menos afastados do ponto de partida. Dá-se aí exatamente o que se observa numa reunião de indivíduos de todas as idades, onde cada um terá desenvolvimento proporcionado ao número de anos que tenha vivido. As existências sucessivas eram, para a vida da alma, o que os anos são para a do corpo. Reuni, em certo dia, um milheiro de indivíduos de um a oitenta anos; supondo que um véu encubra todos os dias precedentes ao em que os reunistes e que, em consequência, acreditais que todos nasceram na mesma ocasião. Perguntareis naturalmente como é que uns são grandes e outros pequenos, uns velhos e outros jovens, uns instruídos, outros ainda ignorantes. Se, porém, dissipando-se a nuvem que lhes oculta o passado, veem a saber que todos hão vivido mais ou menos tempo, tudo se vos tornará explicado. Deus, em sua justiça, não pode ter criado almas desigualmente perfeitas. Com a pluralidade das existências, a desigualdade que notamos nada mais apresenta em oposição à mais rigorosa equidade: é que apenas vemos o presente e não o passado. A este raciocínio serve de base algum sistema, alguma suposição gratuita? Não. Partimos de um fato patente, incontestável: a desigualdade das aptidões e do desenvolvimento intelectual e moral, e verificamos que nenhuma das teorias correntes o explica, ao passo que uma outra teoria lhe dá explicação simples, natural e lógica. Será racional preferir-se as que não explicam àquela que explica? As idéias inatas podem ser observadas na infância, porém, a rigor, elas são mais facilmente identificadas a partir da adolescência, período que o Espírito retoma a natureza que lhe é própria e se mostra qual era. O Espírito reencarnado retoma a herança de si mesmo, na estrutura psicológica do destino, reavendo o patrimônio das realizações e das dívidas que acumulou, a se lhe regravarem no ser, em forma de tendências inatas, e reencontrando as pessoas e as circunstâncias, as simpatias e as aversões, as vantagens e as dificuldades, com as quais se ache em afinidade ou comprometido. A moldura social ou doméstica, muitas vezes, é diferente, mas no quadro do trabalho e da luta, a consciência é a mesma, com a obrigação de aprimorar-se, ante a bênção de Deus, para a luta da imortalidade. A próxima etapa é o envolvimento deste nível em faixas vibratórias de energias extremamente pesadas e prejudiciais (peias magnéticas que se parecem com redes de pesca metalizadas), levando a pessoa à morte em casos mais graves, pois o Duplo-etérico é um nível de funções “vitais”, sede dos chakras, principais agentes de captação de energia para a revitalização do encarnado. 2. NAS LEMBRANÇAS DE EXISTÊNCIAS PRETÉRIAS   As lembranças das existências pretéritas podem ser espontâneas ou provocadas. Em geral, surgem sob a forma de imagens fragmentárias, mas podem ocorrer como “flashs” de memória que permitem recordações mais completas. As lembranças espontâneas aparecem, naturalmente, no estado de vigília ou durante o sono, não sendo possível a identificação da causa desencadeadora das mesmas, na maioria das vezes. Neste estado, a pessoa se vê envolvida por uma sensação de algo conhecido, experimentado, ou visto “Déjà vu“. Segundo o estudioso espírita brasileiro e pesquisador rigoroso deste tipo específico de lembranças pretéritas, Hernani Guimarães de Andrade, os casos espontâneos de lembranças reencarnatórias, manifestados por crianças e adultos, não são raras, como pode-se pensar. Entretanto, apenas cerca de 5% podem ser considerados suficientemente fortes e representando evidências seguras em apoio à tese da reencarnação. Nem sempre as lembranças espontâneas não são cercadas de detalhes, sobretudo quando o Espírito recorda experiências desagradáveis. Adicionada aos amargores de uma nova existência, a lembrança, muitas vezes aflitiva e humilhante, do passado poderia turbá-lo e lhe criar embaraços. Ele apenas se lembra do que aprendeu, por lhe ser isso útil. Se às vezes lhe é dado ter uma intuição dos acontecimentos passados, essa intuição é como a lembrança de um sonho fugitivo. As lembranças provocadas ocorrem por indução de Espíritos desencarnados ou encarnados. No primeiro caso a ação pode estar relacionada a um fim útil e bom, entretanto, pode estar vinculada a propósitos inferiores, tal como ocorre nos processos obsessivos. No segundo caso as lembranças provocadas por médicos ou psicólogos têm representado, no mundo atual, uma ferramenta de auxílio terapêutico a pessoas portadoras de distúrbios psíquicos. Allan Kardec nos dá oportuno esclarecimento a respeito do assunto em artigo da Revista Espírita, de 1865, em que alega que não é somente depois da morte que o Espírito recobra a lembrança de seu passado. Pode dizer-se que não a perde jamais, mesmo na encarnação, porquanto, durante o sono do corpo, quando goza de certa liberdade, o Espírito tem consciência de seus atos anteriores; sabe por que sofre, e que sofre justamente; a lembrança não se apaga senão durante a vida exterior de relação. Mas,