SaúdeMental

AS MUITAS FACES DA OBSESSÃO

AS MUITAS FACES DA OBSESSÃO

AS MUITAS FACES DA OBSESSÃO 1. **Obsessão infantil e suas consequências psicológicas e espirituais** Dentre as muitas patologias graves de origem obsessiva, a que mais afeta a infância apresenta-se muito constrangedora, principalmente quando os adversários desencarnados de ontem acompanham a criança e se apresentam espiritualmente no instante do parcial desprendimento pelo sono. Fazendo-a recordar dos deslizes morais do passado, situação em que recua para o corpo sob pesadelos atrozes, aos gritos e temores, instalando-se as fixações enfermiças pelas quais as futuras perseguições se tornam subjugações. 2. **Comportamento e desafios terapêuticos da criança obsidiada** A criança obsidiada apresenta comportamento diferente, incontrolável, alternando dos estados agressivos aos de quietude depressiva e muitas vezes tentando a autodestruição. Nesses casos o mecanismo terapêutico é muito complexo em face de uma enorme ausência de cooperação consciente do enfermo infantil. O passe magnético é recomendável por envolver o doente em vibração de bem-estar, de harmonia e neutralizam as descargas magnéticas negativas dos obsessores. 3. **Espíritos vingadores e a complexidade do afastamento espiritual** Outras perseguições espirituais complicadas envolvem Espíritos vingadores, conscientes de sua condição de desencarnados, que sabem bem o que fazer e se comprazem com isso. O afastamento dessas criaturas não é nada fácil. Dominados pelo ódio, mostram-se intransigentes, irredutíveis, cristalizados de sentimentos negativos e são refratários a todo tipo de tentativa de esclarecimento. 4. **Estratégias obsessivas de espíritos habilidosos e inteligentes** Muitos desses obsessores são hábeis e inteligentes, perfeitos estrategistas que planejam cada passo e acompanham as “vítimas” por algum tempo, observando suas tendências, seus relacionamentos, seus ideais. Identificam seus pontos vulneráveis normalmente na área ligada ao comportamento sexual, e as exploram de modo implacável e impiedosos. 5. **Saúde física como alvo de influências obsessivas do Além** Os problemas de saúde física também são campos férteis para semeaduras obsessivas. Como uma máquina nosso corpo se encontra sujeito a desgastes naturais, até porque muitos obsidiados não o usam de forma correta. Nesse sentido os perseguidores do Além exploram sempre uma patologia de difícil diagnóstico. 6. **Causas e impacto do estado obsessivo na humanidade** O estado obsessivo procede da intimidade do homem exteriorizando-se em forma de tormentos físicos, mentais e emocionais. Seus ingredientes de causa remontam de vidas passadas de escorregões e quedas morais. Paixões, ódios, fanatismo, avareza e muitos outros fatores são as fontes geradoras da obsessão, que atualmente se constitui num dos mais terríveis flagelos da humanidade. 7. **A abordagem do Cristo para a libertação dos obsidiados e obsessores** Visitado pelos obsidiados o Cristo penetrava psiquicamente nas causas da sua inquietude, e, usando de autoridade moral, libertava tanto os obsessores quanto os obsidiados, permitindo-lhes o despertar para a Vida, animados para a recuperação e à pacificação da própria consciência. 8. **A importância da renovação íntima no tratamento espiritual** Mas o Cristo não libertou os obsidiados sem lhes impor a intransferível necessidade de renovação íntima, nem expulsou, os perseguidores inconsciente, sem fornecer-lhes o endereço de Deus. em qualquer processo de ordem obsessiva a parte mais importante do tratamento está reservado ao paciente. Sua fixação em permanecer no desequilíbrio constitui entraves de difícil remoção na terapia do refazimento. A terapia espírita é a do convite ao enfermo para a responsabilidade, convocando-o a uma auto-análise honesta, de modo a que ele possa destroçar em definitivo suas prevaricações. 9. **O Evangelho um caminho para a libertação espiritual** Diante das teias das perseguições espirituais, a proposta terapêutica do Evangelho é a única portadora dos elementos da legítima libertação; portanto, o Cristo é o grande libertador a Quem todos devemos recorrer, auxiliando os doentes da alma que transitam, destrambelhados, fora da massa corporal. 10. **Amor e caridade como antídoto contra as obsessões espirituais** Em Sua permanente energia amorosa, cônscio de Sua missão, Jesus ensinou que o mais poderoso antídoto contra a obsessão é o amor, pela experiência da caridade, da abnegação e do acrisolamento dos ideais. 11. **Doutrina Espírita como guia para superar as influências negativas** Enquanto as luzes dos archotes culturais parecem esmaecidas pelos desvarios sexuais; pelas substâncias psicoativas; pela sede da posse material a Doutrina Espírita chega ao mundo apontando novos métodos de paz para os que sofrem os ressaibos amargosos da obsessão. 12. **Esforço contínuo pela renovação íntima e valores enobrecedores** As Muitas Faces da Obsessão!! Esforcemo-nos pela vigília constante para que nos libertemos da vergasta das obsessões, no firme propósito de modificação de hábitos e atitudes negativos, ingressando no seio dos valores enobrecedores da vida pela efetiva renovação íntima. 😊Gostaria de ver outro artigo semelhante. Clique Aqui × Fonte Revista O Espírita – Maio / Agosto de 2000 😊 × “O Livro dos Espíritos” ALLAN KARDEC, “O Livro dos Espíritos” “Os seres materiais constituem o mundo visível ou corpóreo, e os seres imateriais, o mundo invisível ou espiritual.” Publicado em 1857, O livro dos espíritos marca o nascimento da Doutrina Espírita e inicia o conjunto de cinco publicações que formariam a Codificação Espírita por Allan Kardec. Considerado o Consolador Prometido por Jesus Cristo. “O Livro dos Espíritos” Gostaria de adquirir esse Livro Clicar Aqui Livros Indicados “A Obsessão e Suas Máscaras” Enuanto o espírito de André Luiz escrevia sobre Obsessão e Pensamento, em catorze de suas obras. Uma realidade ressalta deste estudo aprofundado: o ser humano afivela muitas máscaras ao seu rosto. por Marlene Nobre (Autor) Conrado Santos (Editor) “A Obsessão: Instalação e Cura” Os estudiosos das psicopatologias obsessivas, os médiuns, os doutrinadores, os passistas, os dirigentes de atividades mediúnicas e “todos quantos se interessam em diminuir os sofrimentos humanos” encontrarão excelente material em favor da observação. por Divaldo P. Franco (Autor) Manoel Philomeno de Miranda (Espirito) “Painéis da Obsessão” Feito de painéis que retratam obsessões, este livro resume diversos estudos sobre essa palpitante questão, especialmente procurando demonstrar como, ao lado do desequilíbrio emocional causado pelos perturbadores do Além-túmulo, a tuberculose mais facilmente por Divaldo P. Franco (Autor) Manoel Philomeno de Miranda (Espirito) “Tormentos da Obsessão” A inteligência e o sentimento demonstram que é muito mais fácil amar, ser fiel, construir a paz, implantar o dever, realizar a própria e contribuir em favor da felicidade alheia,

ALZHEIMER NA VISÃO ESPÍRITA

ALZHEIMER NA VISÃO ESPÍRITA Alzheimer na Visão Espírita, por Anete Guimarães Anete Guimarães é psicóloga, pesquisadora universitária e uma renomada expositora espírita. Neste trecho, ela aborda os parâmetros atuais da doença de Alzheimer, explorando também sua interpretação sob a ótica espírita. Anete Guimarães: O Alzheimer é um transtorno que afeta a memória. Trata-se de uma condição de natureza neurológica, não mental; a memória apresenta uma lesão estrutural. As pessoas que desenvolvem Alzheimer apresentam múltiplas lesões, principalmente no hipocampo, que começa a afetar a memória de forma progressiva. Inicialmente, a perda se dá na memória recente, dificultando a retenção de novas informações. À medida que a doença avança, a pessoa começa a esquecer eventos do presente, repetindo histórias que já contou, sem perceber. Com a progressão das lesões, a memória se deteriora, começando pelo presente e retrocedendo para o passado. Assim, a pessoa pode esquecer, primeiro, conquistas acadêmicas como o MBA, depois o doutorado, o mestrado e, eventualmente, até memórias da infância. Nesse processo, muitas vezes, ocorre a perda de vínculos familiares, levando a um estado de total dependência. Estima-se que, em 2050, cerca de 20 milhões de pessoas estarão vivendo com Alzheimer, o que levanta a questão: quanto tempo essas pessoas viverão em total dependência de suas famílias? O Alzheimer está em ascensão, e ainda não sabemos ao certo suas causas. Não se trata de uma bactéria, vírus ou degeneração típica, como no câncer ou em doenças autoimunes; o cérebro simplesmente começa a deteriorar-se, sem que haja um indicador claro do que provoca isso. A dieta e a idade parecem não ter um impacto significativo. O que estaria por trás desse fenômeno? Essa é uma questão ainda sem resposta. Alzheimer segundo o Espiritismo e a Ciência — Uma Descoberta Impactante Anete Guimarães destaca que algo em nosso estilo de vida pode estar contribuindo para o aumento da incidência de Alzheimer. Recentemente, pesquisadores descobriram que algumas atividades parecem proteger contra a doença, permitindo que indivíduos alcancem idades avançadas sem desenvolver Alzheimer. Os estudiosos, então, começaram a investigar o que essas pessoas tinham em comum e identificaram um padrão. Embora não seja possível recuperar memórias já perdidas, é possível desacelerar a degeneração. Quando uma pessoa vivencia emoções positivas — como alegria, prazer genuíno e amor pelo que aprende — o conhecimento é armazenado de maneira diferente. Em vez de se tornar apenas uma memória, ele se transforma em uma parte intrínseca da identidade da pessoa. Dessa forma, o conhecimento não é apenas um meio para um fim; ele se torna um fim em si mesmo. Ao tratar o conhecimento como um processo emocional, ele se incorpora à essência do indivíduo, tornando-se imune ao Alzheimer e à morte. Quando o conhecimento se torna parte da estrutura cerebral, ele se integra ao perispírito, e, ao reencarnar, a pessoa traz consigo as matrizes desse conhecimento. Assim, segundo Anete Guimarães, as atividades que retardam o avanço da doença referem-se ao uso do complemento emocional, evidenciando a importância da conexão afetiva com o aprendizado. TV Mundo Maior Em entrevista para a TV Mundo Maior, o psicólogo e pesquisador espírita, Ildo Rosa expõe sua opinião acerca do Alzheimer na visão espírita. Ildo Rosa — A doutrina espírita tem uma coisa muito bacana, que ela não vem demonizar as coisas; e quando nós falamos em doença, a primeira ideia que nos vem à cabeça é combater a doença, não necessariamente compreender a doença. Aí a gente pensa “o que que seria o Alzheimer”, que não fosse você está numa casa toda iluminada e, de repente, você vai apagando cada cômodo… apagando, apagando, apagando… normalmente as pessoas que vão para esse diagnóstico começam a esquecer coisas que fizeram os valores que cultivaram que ao longo da vida. Foram se dando conta que a colheita era muito pesada, muito desagradável. Então, as pessoas começam a fazer um esforço muito grande para tentar esquecer. Uma das coisas muito comuns e frequentes no consultório as pessoas dizerem: como que eu faço para esquecer tal coisa? Essa “tal coisa” se tornou um dado biográfico como que eu faço para esquecer que eu pratiquei um aborto? que eu não respeitei meu pai, minha mãe? que eu extrapolei numa empresa e dei um golpe aqui e acolá? E a maturidade faz você pensar sobre tudo isso. E o Alzheimer é um esforço que a pessoa faz para ir apagando esses registros que por não saber lidar com eles por não se perdoar, ela vai por esse caminho. Nós nunca Pensamos a doença como algo que nos convida a refletir e elaborar sobre como nós estamos vivendo. Vale a pena a gente estar se monitorando…para onde vão seus pensamentos? o que é que efetivamente eles constroem? em que faixa de frequência vibratória você se situa? Porque quando você pega e um desses caminhos normalmente é difícil a gente aguentar o que nós mesmos produzimos. Conhece aquela fala do Evangelho: “a semeadura é livre, porém a colheita é obrigatória”. E às vezes a gente lança algumas sementes, que na hora da colheita nós não temos a mesma dignidade para administrar. E a doutrina vem dizer isso para gente: toda e qualquer doença ela só tem uma única função na sua vida, te reeducar. E, não muito raro, as pessoas com Alzheimer são pessoas que tem o exercício da autoridade de uma forma muito dura, com pessoas que passaram pela vida de uma maneira muito assim, sabe “ou é do meu jeito ou não brinco mais”. A visão espírita do Alzheimer — Um aprendizado para além da vida Ildo Rosa — Ele não vai retomar aqueles hábitos que tinha e não vai ter mais o domínio que tinha; não vai mais jogar xadrez como jogava antes; mas você pode ir ajudando como a gente faz com uma criança. Os médicos vão dizer: a partir de tal etapa o quadro vai se agravar! Se agravar para nós, que somos os cuidadores. Para a pessoa [com Alzheimer], não. Quanto menos memória, menos sofrimento. Para nós que temos a memória ainda