DESOBSESSÃO E APOMETRIA - ALERTA AOS ESPÍRITAS

DESOBSESSÃO E APOMETRIA – ALERTA AOS ESPÍRITAS
 
A Apometria, repetiremos sempre, não é panaceia. É apenas uma técnica complementar
de investigação da alma humana. Aprendemos com o próprio Dr. José Lacerda de Azevedo que
nenhuma metodologia, por mais sofisticada que seja, se sobrepõe ao amor, à humildade, ao
desejo de auxiliar ao próximo em nome do Cristo, gratuitamente e sem esperar qualquer tipo de
recompensas.
 
Não é nosso objetivo polemizar com alguns cultores da técnica apométrica influenciados
pelo misticismo pueril e partidários da sua comercialização e, que, por isso mesmo, discordam
da nossa postura eminentemente doutrinária. Apenas deixamos clara a nossa rejeição aos que
assim se posicionam, especialmente aos que fazem da mediunidade e da Apometria objetos de
negócios e de ganhos pecuniários.
 
Abordaremos a Apometria exclusivamente através do prisma espírita, buscando
incorporar ao acervo experimental da doutrina, aquilo que nos parece válido, ético em perfeita
consonância com os postulados estabelecidos por Allan Kardec.
 
O ENCADEAMENTO LÓGICO DO CONHECIMENTO
 
Por uma questão de bom senso, ninguém deve ser considerado autossuficiente, senhor
absoluto da verdade ou descobridor envaidecido, pois só Deus é absoluto e detém o título de
Criador. O conhecimento humano deriva de um encadeamento lógico, cuja origem se perde nas
dimensões vibratórias que nos cercam. As descobertas terrenas, as realizações humanas nada
mais representam do que a consolidação, aqui entre nós, de algo proveniente das esferas
espirituais superiores.
 
A ciência terrena evolui paulatinamente alicerçada nas experiências que se desenvolvem
em laboratórios e nas pesquisas a esse ou aquele luminar, muito embora saibamos que nada há
de novo no Universo, e que apenas traduzimos, no momento adequado, algo passível de ser
assimilado pela inteligência humana e posto em prática a serviço da coletividade. “A ciência é
obra dos séculos e de uma multidão de homens, que trouxeram, cada um, o seu contingente de
observações, das quais se aproveitam os que vem depois.” (Allan Kardec, Revista Espírita, ano
1867, pgs. 262, Edicel).
 
Assim tem acontecido em todos os setores do conhecimento humano, prova inequívoca
de que tudo se renova, renasce das cinzas, reaparece com sabor de novidade, traz um colorido
mais radiante com a finalidade de cumprir o seu papel construtivo no contexto social. Feitas essas
considerações, transcreveremos a seguir as entrevistas realizadas com os precursores da
Apometria no Brasil, senhores Luis J. Rodriguez e José Lacerda de Azevedo.
 
O Dr. Lacerda foi o responsável pelo aperfeiçoamento da metodologia apométrica,
transformando-a em instrumento anímico mediúnico de análise do psiquismo profundo, análise
capaz de nos fornecer o diagnóstico preciso de uma determinada síndrome espiritual e a conduta
terapêutica mais adequada. Coube ainda a esse ilustre médico e pesquisador, a iniciativa de
conciliar a Apometria ao importante capítulo da Ciência Espírita com os pressupostos da Religião,
auspiciosa colaboração para apressar a convergência entre Ciência e Religião, como anteviu o
codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec.
 
Observamos, com indisfarçável satisfação, que o nível de conhecimento alcançado no
campo da ciência da espiritualidade aplicada à Medicina integral, aqui no Brasil, se deve, sem
dúvida, ao trabalho tenaz, honesto e profundo de um pequeno grupo de investigadores. Entre
eles, está o Dr. José Lacerda de Azevedo, pesquisador preocupado em demonstrar no campo
experimental, as possibilidades descobertas na medicina espiritual, com repercussões positivas
no bem-estar da comunidade terrena.
 
O ARTÍFICE DA HIPNOMETRIA SR. LUIS J. RODRIGUEZ
 
Haverá na Terra algum ser que não leve no seu íntimo a vivência de problemas kármicos
que tiveram sua origem no passado espiritual? Como se poderia buscar inteligentemente a causa
de qualquer problema se não mentalizar-se bem a relação íntima que existe entre o corpo
somático e o meramente psíquico? Não é o indivíduo a soma desses fatores que dificilmente
podem ser individualizados? Em resumo, como pode um médico curar o corpo, sem também ser
simultânea e obrigatoriamente um médico da alma?
 
Sabemos pelo muito que pudemos observar que a Psiquiatria se encontra perdida num
tremendo labirinto emaranhado por uma extensa nomenclatura, na qual a ausência de um
diagnóstico inspirado numa logística etiológica segura foi substituída por uma riquíssima
semântica descritiva, como se as etiquetas, os rótulos com nomes ressonantes tivessem de per
si a magia de uma solução terapêutica efetiva.
 
Não há dúvida de que o pensamento materialista é um atraso para a ciência, haja vista
a pobreza de recursos de que se vale a Medicina para tentar diagnosticar e tratar
adequadamente as síndromes mais complexas de ordem puramente espiritual, o que é uma
lástima, pois os prejudicados serão os próprios doentes.
 
A Psiquiatria inventou um homem de bagaço, sem alma. Essa simplicidade existencial
obriga a Psiquiatria a emaranhar-se na astúcia de um malabarismo, como se o jogo hábil de
adjetivos e substantivos manejados com o sabor literário da moda freudiana nos desse a solução
do problema.
 
“Quando o indivíduo normal começa a ouvir vozes e ter visões, por exemplo, o que vê
nisso um espirita? Não reconhece, nesse fenômeno simples, um começo espontâneo de
mediunidade? Se levar o caso a um psiquiatra materialista, o que ocorre? A primeira coisa é a
rotulação do problema com algum termo segundo a moda psiconeurótica ou psicopática do
momento”.
 
“Se o psiquiatra modernista dos nossos dias houvesse tido a curiosidade, por exemplo, de
estudar o exorcismo praticado pelo sacerdote católico, teria aprendido com ele mais etiologia
psicodinâmica do que pôde aprender com Freud e Jung”.
 
“Os judeus, desde tempos memoráveis, definiam melhor o problema que o sacerdote
cristão. Em lugar de inventar a existência de um demônio, os judeus chamavam a essa
personalidade parasitária pelo nome de Dibbuk. Para eles, Dibbuk era apenas a alma de um
morto atuando sobre um vivo”.
 
“O psiquiatra, bem orientado, deverá ser sempre um graduado na Escola de Medicina.
Surgirá assim simultaneamente o grande médico do futuro, o grande psiquiatra das novas
gerações, aquele que saberá curar o corpo e a alma do homem”.
 
COMENTÁRIOS A RESPEITO DO PENSAMENTO DO SR. LUIS J. RODRIGUEZ
 
Não há dúvida de que o Sr. Luís J. Rodriguez era um cidadão bastante instruído e profundo
conhecedor da fenomenologia parapsíquica. Infelizmente, não lhe foi perguntado onde
aprendeu os detalhes da técnica de desacoplamento astral do agregado humano, técnica
denominada por ele de Hipnometria. Talvez, empolgado pelo ideal de contagiar com o seu
trabalho os bancos acadêmicos, ele preferiu não se filiar ao Espiritismo, não obstante
demonstrasse preciosos conhecimentos da doutrina codificada por Allan Kardec.
 
Seu trabalho era o de insistir em referenciar a cura dos problemas kármicos, como se tudo
pudesse ser resolvido com a simples aplicação do transe hipnométrico. Digamos que havia certo
exagero nessa proposta, justificável apenas pelo afã de querer ajudar as pessoas.
 
A presença do Sr. Luís J. Rodriguez no Hospital Espírita de Porto Alegre, nos idos de 1965,
permitiu-lhe demonstrar aos médicos e psicólogos ali reunidos, algumas das manobras por ele
utilizadas. Como ficou visto, foi assim que o Dr. José Lacerda de Azevedo tomou conhecimento
da Hipnometria.
 
A partir de então, o saudoso médico gaúcho resolveu abrir uma linha de pesquisa
específica e o assunto passou a constituir-se objeto de experimentações sistemáticas, realizadas
com mais rigor científico, resultando naquilo que hoje conhecemos como Apometria.
 
Fonte: Livro “DESOBSESSÃO E APOMETRIA” de autoria de Vitor Ronaldo Costa.

DESOBSESSÃO E APOMETRIA - ALERTA AOS ESPÍRITAS

Fonte: Desobsessão & Apometria, por Vitor Ronaldo Costa (Autor)
A presente obra se propõe a analisar o assunto por meio do viés espírita, buscando incorporar ao acervo experimental da Doutrina

Desobsessão & Apometria

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CRUELDADE

Crueldadel! A crueldade (do termo latino crudelitate) é a qualidade do que é cruel. Se define como uma resposta emocional de indiferença e prazer diante do sofrimento e a dor de outros. É considerada como um sinal de distúrbio psicológico pela Associação de Psiquiatria dos Estados Unidos. Essa patologia é observada tanto em crianças como em adultos. É um sinal clínico incluído em nosologia psiquiátrica, estando relacionado a desordens antissociais e de conduta. A propensão à crueldade se associa com a patologia sadomasoquista. A Visão Espírita 1 . A Visão Espírita Na perspectiva espírita, a crueldade é compreendida como uma manifestação da ignorância espiritual e do afastamento das leis divinas de amor e caridade. O Espiritismo ensina que todo ato cruel, seja físico ou moral, contra animais, pessoas, ou ao meio ambiente, nasce da falta de compreensão da fraternidade universal e da incapacidade de enxergar o próximo como irmão em jornada evolutiva. Assim, a crueldade não é apenas um erro humano, mas um atraso no caminho do espírito rumo à perfeição. Allan Kardec 🎯 Os ensinamentos A crueldade, portanto, representa um obstáculo à evolução, pois impede o indivíduo de desenvolver virtudes como a compaixão. ✨ Características A benevolência e a indulgência. Cada ato cruel gera consequências espirituais, refletindo na lei de causa e efeito, que assegura que colhemos aquilo que semeamos. 🌈 Recurso pedagógico Sob essa ótica, o Espiritismo não vê a crueldade como um castigo eterno, mas como uma oportunidade de aprendizado. O espírito que pratica a crueldade terá, em futuras existências, experiências que o levarão a compreender o valor da empatia e da solidariedade. O sofrimento, nesse sentido, não é vingança divina, mas recurso pedagógico para despertar a consciência. Espiritismo 🎯 Reconhecer Portanto, a visão espírita convida à reflexão e à transformação interior. Reconhecer a crueldade é o primeiro passo para combatê-la, substituindo-a por atitudes de amor e respeito. ✨ Características Espiritismo não vê a crueldade como um castigo eterno, mas como uma oportunidade de aprendizado. O espírito que pratica a crueldade terá, em futuras existências, experiências que o levarão a compreender o valor da empatia e da solidariedade. 🌈 Aura O caminho da evolução espiritual exige que cada indivíduo se esforce para superar suas imperfeições, tornando-se instrumento de paz e de fraternidade no mundo. A Qualidade do que é Cruel 2. A qualidade do que é cruel A crueldade (do termo latino crudelitate) é a qualidade do que é cruel. Se define como uma resposta emocional de indiferença e prazer diante do sofrimento e a dor de outros. É considerada como um sinal de distúrbio psicológico pela Associação de Psiquiatria dos Estados Unidos. Essa patologia é observada tanto em crianças como em adultos. É um sinal clínico incluído em nosologia psiquiátrica, estando relacionado a desordens antissociais e de conduta. A propensão à crueldade se associa com a patologia sadomasoquista. A mais dura e insidiosa das crueldades não é aquela que grita, agride ou transborda em gestos visíveis. É a que se instala silenciosamente no olhar, no julgamento ácido disfarçado de opinião, no abandono afetivo que se justifica como indiferença. Ela não precisa de ferramentas brutais; basta um silêncio calculado, uma palavra escolhida para diminuir, uma expectativa imposta como norma. Muitos a Praticam 3. Muitos a praticam Muitos a praticam sem sequer reconhecer seu nome, acreditando estar apenas “dizendo a verdade”, “ensinando uma lição” ou “fazendo o bem”. No entanto, a essência da crueldade reside justamente nesse descompasso: a capacidade de causar dor ou desprezo com plena consciência do ato, mas com total negligência sobre sua consequência no outro. É a violência que nega a humanidade alheia. O cruel, com frequência, é um ferido que não elaborou sua própria dor. Transforma seu sofrimento em lâmina e projeta no mundo a ferocidade que carrega consigo. A diferença vital é que, enquanto alguns transformam a dor em empatia, outros a convertem em arma. A crueldade, portanto, é muitas vezes o sintoma de uma alma que não se reconciliou com sua própria fragilidade. Mudanças no Alvo Preferencial 4. Mudanças no alvo preferencial A sociedade, por vezes, normaliza e até romantiza formas sutis de crueldade: o cancelamento público, a exposição do fraco ao ridículo, a competitividade que esmaga a solidariedade. Chamamos isso de “meritocracia”, “justiça” ou “liberdade de expressão”, sem perceber que estamos institucionalizando o sofrimento como mecanismo de regulação social. O alvo preferencial da crueldade raramente é o forte, o estabelecido, o bem sucedido, o protegido. Ela se direciona com precisão covarde ao que é percebido como frágil, diferente, vulnerável ou incompreendido. 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COMPROVADO-O-PODER-DO-PASSE-ESPIRITUAL

O PODER DO PASSE ESPIRITUAL

Comprovado o Poder do Passe Espiritual Não se trata de mera especulação. O resultado foi comprovado pelo grupo de pesquisa da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, com sede em Uberaba. E mais: durante a realização do estudo, o passe espírita foi aceito pela maioria (cerca de 89%) dos pais dos recém-nascidos e familiares de pacientes. 1 . A Visão Espírita A ciência tem investigado os efeitos do passe espiritual (ou magnético) e há estudos que indicam benefícios para o bem-estar e a saúde, mas não uma “comprovação” universal e definitiva do seu poder nos termos científicos tradicionais, pois a ciência não reconhece a realidade espiritual em si. Efeitos do Passe Magnético 🎯 Comprovação Universal Pesquisas realizadas em universidades brasileiras, como a da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) em parceria com outras instituições e a USP, têm avaliado o impacto da prática. Os principais achados incluem: ✨ Melhora do Bem-Estar: Estudos apontaram que o passe pode estar associado a menores níveis de ansiedade e depressão, além de promover uma sensação de alívio e serenidade. 🌈 Impacto Fisiológico: Algumas pesquisas indicaram potenciais efeitos fisiológicos, como a redução da dor, da tensão muscular e a melhora na velocidade de cicatrização em certos contextos, embora os resultados sejam preliminares e necessitem de mais investigação. Benefícios Associados 🎯 Terapia Complementar: A prática é vista por pesquisadores como uma terapia complementar promissora que pode ser utilizada em conjunto com a medicina convencional, e não como um substituto do tratamento médico. ✨ Foco na Energia: As pesquisas exploram a ideia de transferência de energia vital ou magnética entre o aplicador e o receptor, um conceito que encontra paralelos em outras práticas como o Reiki e que a física quântica, de certa forma, ajuda a contextualizar em termos de campos de energia, embora sem “provar” a doutrina espírita. 🌈 O Poder do Passe É importante ressaltar que, embora existam evidências de benefícios associados à prática, a comunidade científica em geral ainda não considera o “poder do passe” como universalmente comprovado por meio de um consenso científico estabelecido, pois muitos desses estudos ainda são iniciais ou focados em efeitos psicológicos e de bem-estar. 2. Quantos Passes Preciso Para me Curar? Não se trata de mera especulação. O resultado foi comprovado pelo grupo de pesquisa da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, com sede em Uberaba. E mais: durante a realização do estudo, o passe espírita foi aceito pela maioria (cerca de 89%) dos pais dos recém-nascidos e familiares de pacientes. Quantos passes preciso para me curar? Não existe um número padrão de passes que é preciso tomar para se curar de uma determinada enfermidade ou situação que esteja passando. Em pesquisas realizadas com o intuito de avaliar os efeitos do passe espírita foram realizadas em recém-nascidos e adultos hospitalizados entre 2013 e 2016. “Em recém-nascidos, foram avaliados os níveis de estresse, por meio da análise do cortisol salivar; dor; parâmetros fisiológicos como frequências respiratória e cardíaca e saturação periférica de oxigênio; resposta hematológica; complicações; e tempo de permanência no hospital naqueles recém-nascidos submetidos ao passe espírita e à imposição de mãos, com intenção de cura, por indivíduos não passistas, durante dez minutos por três dias consecutivos”, explica Élida Mara Carneiro da Silva, 46, doutora em ciências da saúde pela Universidade Federal de São Paulo e coordenadora da Capelania Espírita do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. 3. Os Efeitos do Passe Espírita em Adultos e Recém-Nascidos Com adultos, o primeiro estudo incluiu pacientes internados na enfermaria de clínica médica. Foram avaliados parâmetros psicológicos, como níveis de ansiedade e de depressão, percepção de tensão muscular e sensação de bem-estar, e dados fisiológicos, como frequência cardíaca e saturação de oxigênio, além da intensidade de dor quando submetidos ao passe espírita com e sem imposição de mãos por voluntários não passistas. Os pacientes foram monitorados durante dez minutos por três dias consecutivos. No estudo incluindo recém-nascidos, a análise dos hemogramas foi realizada com o auxílio de um citômetro automatizado, o cortisol salivar foi medido por meio de eletroquimioluminiscência e os parâmetros fisiológicos, pelo monitor multiparamétrico. Em adultos, utilizou-se oxímetro de pulso de dedo-alvo para aferição dos parâmetros fisiológicos. 4. O Passe Espírita Demonstra seus Benefícios Resultados. “Nos recém-nascidos verificamos redução significativa da frequência respiratória, maior imunidade (resultado baseado no aumento da contagem de linfócitos) e menor incidência de complicações no período de hospitalização naqueles expostos ao passe espírita se comparados à imposição de mãos, com intenção de cura, por voluntários não passistas”, avalia a especialista. Segundo ela, os adultos internados na enfermaria de clínica médica que receberam o passe espírita tiveram redução significativa dos níveis de ansiedade, de depressão e de tensão muscular, além do aumento da sensação de bem-estar. “Em relação ao estudo de pacientes com doenças cardiovasculares, houve redução significativa nos escores de ansiedade e da percepção de tensão muscular, melhoria da sensação de bem-estar e aumento da saturação periférica de oxigênio nos participantes que receberam o passe. … 5. Aplicação Atua em Problemas Físicos e Psicológicos Também. O grupo que usou a imposição de mãos com intenção de cura obteve redução expressiva da tensão muscular e aumento do bem-estar, entretanto, esse resultado foi mais significativo no grupo que recebeu o passe. Ressalta-se que foi utilizada a melhor metodologia de estudo para avaliar uma intervenção, o ensaio clínico randomizado”, avalia Élida. O estudo para comprovar cientificamente a eficácia do passe espírita foi realizado como terapia integrativa e complementar e foi utilizado associado aos tratamentos convencionais, não dispensando avaliação e tratamento clínico. “Embora em nossas pesquisas os pacientes não apresentassem escores de dor, o passe espírita pode ser comparado à transfusão de sangue, que renova as forças físicas com recursos retirados do reservatório limitado (corpo físico)”, diz a doutora Élida Mara Carneiro da Silva. O passe, explica ela, pode ser considerado uma transfusão de energias vitais (psíquicas e espirituais) retiradas do reservatório ilimitado (forças espirituais) com a finalidade de recuperar as desarmonias físicas e psíquicas. Isso, diz, é feito por meio da substituição dos fluidos prejudiciais à

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