Conhecimento

IMPLANTES MEDIUNICOS

IMPLANTES MEDIÚNICOS Após estudar e “comprovar” as teorias do Dr. Lacerda, sentimos a necessidade de buscar mais informações sobre os técnicos das trevas e os magos negros, com o intuito de entender suas práticas, locais de atuação e modo de pensar. Nosso objetivo é coletar dados úteis para o trabalho de desobsessão. Assim como o Dr. Lacerda relata em seus livros sobre os conhecidos “aparelhos”, em vez de buscar entender o funcionamento complexo de muitos deles, focamos em como eles são realmente conectados à nossa estrutura espiritual. Queríamos saber se somos nós que permitimos essa conexão e como os obsessores se aproximam para conectar tais aparelhos. Partimos do seguinte raciocínio: Os obsessores precisam atingir o nível de consciência desejado. A implantação do aparelho é realizada, de acordo com as intenções do obsessor. O aparelho começa a atuar na vítima. Inicialmente, buscamos compreender como os obsessores capturam o nível de consciência, ou mais de um. Geralmente, eles atuam em grupos de magos negros que, conhecendo o poder da manipulação de energia, constroem “peias” magnéticas. Estas funcionam como “gaiolas” onde a vítima, sem perceber, é atraída. Como os níveis de consciência vibram em diversas frequências, isso de certa forma contribui para que se tornem presas fáceis para os obsessores. Seria como um trem que, andando em seu trilho, não consegue desviar de outro trem vindo em sua direção, resultando em um choque frontal inevitável. A frequência vibratória pode ser comparada ao caminho dos trens. Quando atuamos em uma determinada faixa vibracional, de certa maneira, é possível que sejamos “rastreados” e até aprisionados por espíritos que conhecem estas “leis naturais” baseadas no magnetismo. Cada um de nós vibra em uma frequência diferente, o que nos torna únicos no universo. É com base nisso que os obsessores concretizam seus objetivos. Normalmente, quando escolhem o alvo, existe um plano predeterminado que varia de acordo com as intenções dos obsessores. Dentre as milhares de possibilidades de prejudicar alguém, as duas mais comuns são o desequilíbrio mental e o desequilíbrio físico. O desequilíbrio mental pode ser provocado de inúmeras maneiras, com diversos resultados. O principal é que o indivíduo obsedado começa a ter perturbações mentais, caindo em pouco tempo em uma profunda depressão ou outros distúrbios psíquicos. Em casos mais graves, há tendência ao suicídio. Para isso, os obsessores, com muito conhecimento e aliados a terríveis instituições umbralinas, conseguem implantar em suas vítimas aparelhos praticamente imperceptíveis e minúsculos, como um vírus orgânico. Apesar de pequenos, estes aparelhos são extremamente potentes e, quanto mais a vítima recai, mais potência eles adquirem, pois para seu funcionamento é preciso energia deletéria, que se torna abundante em casos de desequilíbrio. Visando distúrbios psíquicos ou intelectuais, estes obsessores conectam aparelhos nos níveis Mental Superior e Inferior ou, de acordo com o sintoma “desejado”, em apenas um destes dois níveis. No desequilíbrio emocional ou físico, são conectados aparelhos geralmente menos sofisticados, como o já conhecido “aparelho de rosca contrária”, comum em casos de queixas de “dor”. Nestes casos, as vítimas são atacadas em seus aparelhos vitais, como o respiratório, digestivo, circulatório e, comumente, no locomotor, de modo a impedir a vítima de caminhar. O nível mais visado é o Duplo-etérico, justamente por não conseguir se afastar muito do corpo físico. A próxima etapa é o envolvimento deste nível em faixas vibratórias de energias extremamente pesadas e prejudiciais (peias magnéticas que se parecem com redes de pesca metalizadas), levando a pessoa à morte em casos mais graves, pois o Duplo-etérico é um nível de funções “vitais”, sede dos chakras, principais agentes de captação de energia para a revitalização do encarnado. Para os distúrbios mais próximos ao físico, os níveis mais visados são o Astral, onde atingem os centros emocionais, e o Duplo-etérico, os centros de ordem física. A terceira e mais assustadora etapa é quando o aparelho é acionado, geralmente pela própria vítima, através de uma pequena irritação, por exemplo. Alguns destes aparelhos assemelham-se a um pequeno dispositivo eletrônico, denominado “capacitor”, que funciona como um acumulador de energia que tem um limite. Atingido esse limite, a energia é liberada de uma vez, de forma violenta. De acordo com a sensibilidade de cada um, os problemas começam a aparecer com maior ou menor intensidade. Em muitos casos atendidos, vários pacientes já estavam com o organismo comprometido e, mesmo retirando o aparelho que lhes causara tanto prejuízo, o mal já se encontrava enraizado, custando a vida física pouco tempo depois. O mal já se encontra enraizado Relatos de casos: 1-Corpo Curvado Em uma cidade do interior, um médium esforçado foi convidado para ser atendido. Suas dores eram visíveis, ele se arrastava mais do que caminhava, seu corpo curvado forçava seus braços a quase se arrastarem até o chão, suas pernas mal sustentavam o peso do próprio corpo e ele só conseguia subir a escadaria com a ajuda dos companheiros. Aberta sua frequência, apresentou-se um mago negro ligado por um cordão àquele médium. Estranhamos, mas resolvemos desbloquear e limpar o cordão da nuca. O mago contorceu-se em dores imediatamente, pois as dores do corpo físico do médium passaram a contaminá-lo. Obtivemos a seguinte explicação: Em outra vida, aquele médium viveu como mago negro, desencarnou e, após várias encarnações, recebeu a oportunidade de ajustar-se, reencarnando e encontrando a Doutrina Espírita. O problema foi que o passado de magia negra ainda vibrava e não se conformava com a conversão para um trabalho contrário. Como vingança, aquele subnível rebelado bloqueou o cordão da nuca, de forma que a energia fluía do mago negro para o corpo físico, mas não do corpo físico para ele. Ele aplicou aparelhos nas juntas do Duplo-etérico do médium – mãos, cotovelos, joelhos, coluna vertebral, cabeça, enfim, em todo o corpo. Quanto mais dor o médium sentia, mais energia se acumulava para descargas cada vez maiores e mais dolorosas. Para a vidência, os aparelhos apresentam-se como pequenas peças com brilho metálico ou escuras, mas não descartamos que possam ser de outras cores ou transparentes. Pode-se projetar um branco leitoso, que é uma cor contrastante e

ALZHEIMER NA VISÃO ESPÍRITA

ALZHEIMER NA VISÃO ESPÍRITA Alzheimer na Visão Espírita, por Anete Guimarães Anete Guimarães é psicóloga, pesquisadora universitária e uma renomada expositora espírita. Neste trecho, ela aborda os parâmetros atuais da doença de Alzheimer, explorando também sua interpretação sob a ótica espírita. Anete Guimarães: O Alzheimer é um transtorno que afeta a memória. Trata-se de uma condição de natureza neurológica, não mental; a memória apresenta uma lesão estrutural. As pessoas que desenvolvem Alzheimer apresentam múltiplas lesões, principalmente no hipocampo, que começa a afetar a memória de forma progressiva. Inicialmente, a perda se dá na memória recente, dificultando a retenção de novas informações. À medida que a doença avança, a pessoa começa a esquecer eventos do presente, repetindo histórias que já contou, sem perceber. Com a progressão das lesões, a memória se deteriora, começando pelo presente e retrocedendo para o passado. Assim, a pessoa pode esquecer, primeiro, conquistas acadêmicas como o MBA, depois o doutorado, o mestrado e, eventualmente, até memórias da infância. Nesse processo, muitas vezes, ocorre a perda de vínculos familiares, levando a um estado de total dependência. Estima-se que, em 2050, cerca de 20 milhões de pessoas estarão vivendo com Alzheimer, o que levanta a questão: quanto tempo essas pessoas viverão em total dependência de suas famílias? O Alzheimer está em ascensão, e ainda não sabemos ao certo suas causas. Não se trata de uma bactéria, vírus ou degeneração típica, como no câncer ou em doenças autoimunes; o cérebro simplesmente começa a deteriorar-se, sem que haja um indicador claro do que provoca isso. A dieta e a idade parecem não ter um impacto significativo. O que estaria por trás desse fenômeno? Essa é uma questão ainda sem resposta. Alzheimer segundo o Espiritismo e a Ciência — Uma Descoberta Impactante Anete Guimarães destaca que algo em nosso estilo de vida pode estar contribuindo para o aumento da incidência de Alzheimer. Recentemente, pesquisadores descobriram que algumas atividades parecem proteger contra a doença, permitindo que indivíduos alcancem idades avançadas sem desenvolver Alzheimer. Os estudiosos, então, começaram a investigar o que essas pessoas tinham em comum e identificaram um padrão. Embora não seja possível recuperar memórias já perdidas, é possível desacelerar a degeneração. Quando uma pessoa vivencia emoções positivas — como alegria, prazer genuíno e amor pelo que aprende — o conhecimento é armazenado de maneira diferente. Em vez de se tornar apenas uma memória, ele se transforma em uma parte intrínseca da identidade da pessoa. Dessa forma, o conhecimento não é apenas um meio para um fim; ele se torna um fim em si mesmo. Ao tratar o conhecimento como um processo emocional, ele se incorpora à essência do indivíduo, tornando-se imune ao Alzheimer e à morte. Quando o conhecimento se torna parte da estrutura cerebral, ele se integra ao perispírito, e, ao reencarnar, a pessoa traz consigo as matrizes desse conhecimento. Assim, segundo Anete Guimarães, as atividades que retardam o avanço da doença referem-se ao uso do complemento emocional, evidenciando a importância da conexão afetiva com o aprendizado. TV Mundo Maior Em entrevista para a TV Mundo Maior, o psicólogo e pesquisador espírita, Ildo Rosa expõe sua opinião acerca do Alzheimer na visão espírita. Ildo Rosa — A doutrina espírita tem uma coisa muito bacana, que ela não vem demonizar as coisas; e quando nós falamos em doença, a primeira ideia que nos vem à cabeça é combater a doença, não necessariamente compreender a doença. Aí a gente pensa “o que que seria o Alzheimer”, que não fosse você está numa casa toda iluminada e, de repente, você vai apagando cada cômodo… apagando, apagando, apagando… normalmente as pessoas que vão para esse diagnóstico começam a esquecer coisas que fizeram os valores que cultivaram que ao longo da vida. Foram se dando conta que a colheita era muito pesada, muito desagradável. Então, as pessoas começam a fazer um esforço muito grande para tentar esquecer. Uma das coisas muito comuns e frequentes no consultório as pessoas dizerem: como que eu faço para esquecer tal coisa? Essa “tal coisa” se tornou um dado biográfico como que eu faço para esquecer que eu pratiquei um aborto? que eu não respeitei meu pai, minha mãe? que eu extrapolei numa empresa e dei um golpe aqui e acolá? E a maturidade faz você pensar sobre tudo isso. E o Alzheimer é um esforço que a pessoa faz para ir apagando esses registros que por não saber lidar com eles por não se perdoar, ela vai por esse caminho. Nós nunca Pensamos a doença como algo que nos convida a refletir e elaborar sobre como nós estamos vivendo. Vale a pena a gente estar se monitorando…para onde vão seus pensamentos? o que é que efetivamente eles constroem? em que faixa de frequência vibratória você se situa? Porque quando você pega e um desses caminhos normalmente é difícil a gente aguentar o que nós mesmos produzimos. Conhece aquela fala do Evangelho: “a semeadura é livre, porém a colheita é obrigatória”. E às vezes a gente lança algumas sementes, que na hora da colheita nós não temos a mesma dignidade para administrar. E a doutrina vem dizer isso para gente: toda e qualquer doença ela só tem uma única função na sua vida, te reeducar. E, não muito raro, as pessoas com Alzheimer são pessoas que tem o exercício da autoridade de uma forma muito dura, com pessoas que passaram pela vida de uma maneira muito assim, sabe “ou é do meu jeito ou não brinco mais”. A visão espírita do Alzheimer — Um aprendizado para além da vida Ildo Rosa — Ele não vai retomar aqueles hábitos que tinha e não vai ter mais o domínio que tinha; não vai mais jogar xadrez como jogava antes; mas você pode ir ajudando como a gente faz com uma criança. Os médicos vão dizer: a partir de tal etapa o quadro vai se agravar! Se agravar para nós, que somos os cuidadores. Para a pessoa [com Alzheimer], não. Quanto menos memória, menos sofrimento. Para nós que temos a memória ainda