VADE RETRO DEMÔNIO
Os Espíritas compreendem que os cognominados "capetas", "coisa-ruim", "lúcifer", "diabo", "satanás", "satã", "cão", "demo", "besta" e outros "demônios" que reverberam na mente do povo não são seres votados por Deus à prática do mal, e sim seres humanos desencarnados que se desequilibraram em atitudes infelizes perante a vida. "Na raiz do problema encontramos a necessidade de considerar os chamados 'espíritos das trevas' [demônios] como verdadeiros irmãos, requerendo compreensão e auxílio, a fim de se realinharem do desajuste ao reequilíbrio em si mesmos.
Desde “Abaddon” na mitologia cristã até “Zulu Bangu” na mitologia africana, existem mais de 200 codinomes para designar os “demônios”. No entanto, sabemos que os “demônios”, como caracterizados pela teologia antiquada, não são criaturas reais. Segundo o senso comum, a expressão “demônios” representa seres essencialmente perversos e seriam, como todas as coisas, criação de Deus. Ora, Deus, que é soberanamente justo e bom, não poderia ter criado Espíritos predispostos ao mal por toda a eternidade.
O Espiritismo nos ajuda a distinguir a natureza e a origem desses “demônios”, partindo do princípio de que todos os seres humanos foram criados simples e ignorantes, portanto, imperfeitos, sem conhecimentos e sem consciência do bem e do mal. Pela Lei de Evolução, todos nós, sem exceção, alcançaremos a relativa perfeição e desenvolveremos gradualmente virtudes, avançando na hierarquia espiritual até alcançarmos a plena felicidade na “angelitude”.
Além disso, sobre os temidos “coisas-ruins”, o Codificador do Espiritismo nos ensina que eles [os “demônios”] são nossos irmãos, porém Espíritos que ainda se encontram moralmente nas classes inferiores. Todavia, chegará o dia em que se cansarão dos sofrimentos e compreenderão a necessidade de praticar o bem.
Os “demônios” devem, portanto, ser entendidos como referentes aos Espíritos impuros, que frequentemente não são melhores que aqueles designados por esse nome, com a diferença de que seus estados são apenas transitórios. Na verdade, eles são Espíritos imperfeitos que resmungam contra suas provações e, por isso, sofrem por mais tempo. Entretanto, chegarão à perfeição livremente, quando se dispuserem a isso.
Se existissem “demônios”, eles seriam uma criação de Deus?
Se existissem “demônios”, eles seriam criação de Deus? Ora, o Senhor da vida seria justo e bom se tivesse criado seres eternamente devotados ao mal e à infelicidade? Se há “demônios”, descreveram os Benfeitores do além a Allan Kardec, “eles habitam em teu mundo inferior e em outros semelhantes. São esses homens hipócritas que fazem de um Deus justo, um Deus mau e vingativo, e crêem lhe serem agradáveis pelas abominações que cometem em seu nome”.
O vocábulo demônio não implica na ideia de Espírito mau senão na sua acepção contemporânea, pois a terminologia grega Daimon, da qual se origina, significa “Deus”, “poder divino”, “gênio”, “inteligência”, e se utiliza para indicar seres incorpóreos, bons ou maus, sem distinção. No entanto, há pessoas que acreditam no poder maléfico do “Príncipe das Trevas” e até o enaltecem em suas igrejas. Não me surpreenderia se muitas igrejas fossem fechadas se seus dirigentes deixassem de acreditar em Satanás. (Pasmem!)
Os antigos e modernos sacerdotes fizeram e fazem com os “demônios” o mesmo que com os “anjos”. Do mesmo modo que arquitetaram a imagem de seres perfeitos desde toda a eternidade, construíram igualmente os Espíritos inferiores como seres perpetuamente maus. Os partidários da “doutrina dos demônios” se apoiam nas severas repreensões de Cristo. Chegou-se ao absurdo de criar o instituto do exorcismo para afastar tais entidades.
Amparados no alarido beneditino “vade retro Satã!”,
Amparados no alarido beneditino “vade retro Satã!”, os exorcistas exortam os espíritos demoníacos a saírem do corpo dos possessos, valendo-se também da invocação do nome de Deus, de Cristo e de todos os anjos. E ao final dos extenuantes berros e invocações, sempre sob a proteção da “reza brava” e da “água benta”, o resultado aparentemente surge de forma rápida, mas sem sustento duradouro.
Inexplicavelmente, há instituições “espíritas” que promovem sessões de “desobsessão” (ou seriam exorcismos?), que consideram mais “fortes” e com efeitos “imediatos”, conforme garantem seus realizadores. Contudo, lamentavelmente, nesses estranhos “tratamentos espirituais” (ou descarrego?), normatizam exclusivamente um procedimento coercivo, o “banimento” instantâneo e transitório do obsessor. Mas será que esse rápido afastamento espiritual é possível? Ora, é óbvio que não, pois é impossível “rebentar, de um instante para outro, algemas [mentais] seculares forjadas nos compromissos recíprocos da vida em comum”. Impossível, mesmo!
Sendo assim… Começamos… A nossa caminhada… Agora… Rumando ao senhor do Universo chamado Deus… Mais burilando em nossa alma toda a imperfeição…
Créditos e Fonte:
Wanderlei
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos, questão 131, RJ: Ed. FEB, 2001
XAVIER Francisco Cândido. Caminhos de Volta, ditado por espíritos diversos, SP: edição GEEM, 1980
XAVIER, F. C. Missionários da Luz, pelo Espírito André Luiz. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1970.
http://aluznamente.com.br/vade-retro-obsessor-ou-baldios-descarregos/
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Assim, a crueldade não é apenas um erro humano, mas um atraso no caminho do espírito rumo à perfeição. Allan Kardec 🎯 Os ensinamentos A crueldade, portanto, representa um obstáculo à evolução, pois impede o indivíduo de desenvolver virtudes como a compaixão. ✨ Características A benevolência e a indulgência. Cada ato cruel gera consequências espirituais, refletindo na lei de causa e efeito, que assegura que colhemos aquilo que semeamos. 🌈 Recurso pedagógico Sob essa ótica, o Espiritismo não vê a crueldade como um castigo eterno, mas como uma oportunidade de aprendizado. O espírito que pratica a crueldade terá, em futuras existências, experiências que o levarão a compreender o valor da empatia e da solidariedade. O sofrimento, nesse sentido, não é vingança divina, mas recurso pedagógico para despertar a consciência. Espiritismo 🎯 Reconhecer Portanto, a visão espírita convida à reflexão e à transformação interior. Reconhecer a crueldade é o primeiro passo para combatê-la, substituindo-a por atitudes de amor e respeito. ✨ Características Espiritismo não vê a crueldade como um castigo eterno, mas como uma oportunidade de aprendizado. O espírito que pratica a crueldade terá, em futuras existências, experiências que o levarão a compreender o valor da empatia e da solidariedade. 🌈 Aura O caminho da evolução espiritual exige que cada indivíduo se esforce para superar suas imperfeições, tornando-se instrumento de paz e de fraternidade no mundo. A Qualidade do que é Cruel 2. A qualidade do que é cruel A crueldade (do termo latino crudelitate) é a qualidade do que é cruel. Se define como uma resposta emocional de indiferença e prazer diante do sofrimento e a dor de outros. É considerada como um sinal de distúrbio psicológico pela Associação de Psiquiatria dos Estados Unidos. Essa patologia é observada tanto em crianças como em adultos. É um sinal clínico incluído em nosologia psiquiátrica, estando relacionado a desordens antissociais e de conduta. A propensão à crueldade se associa com a patologia sadomasoquista. A mais dura e insidiosa das crueldades não é aquela que grita, agride ou transborda em gestos visíveis. É a que se instala silenciosamente no olhar, no julgamento ácido disfarçado de opinião, no abandono afetivo que se justifica como indiferença. Ela não precisa de ferramentas brutais; basta um silêncio calculado, uma palavra escolhida para diminuir, uma expectativa imposta como norma. Muitos a Praticam 3. Muitos a praticam Muitos a praticam sem sequer reconhecer seu nome, acreditando estar apenas “dizendo a verdade”, “ensinando uma lição” ou “fazendo o bem”. No entanto, a essência da crueldade reside justamente nesse descompasso: a capacidade de causar dor ou desprezo com plena consciência do ato, mas com total negligência sobre sua consequência no outro. É a violência que nega a humanidade alheia. O cruel, com frequência, é um ferido que não elaborou sua própria dor. Transforma seu sofrimento em lâmina e projeta no mundo a ferocidade que carrega consigo. A diferença vital é que, enquanto alguns transformam a dor em empatia, outros a convertem em arma. A crueldade, portanto, é muitas vezes o sintoma de uma alma que não se reconciliou com sua própria fragilidade. Mudanças no Alvo Preferencial 4. Mudanças no alvo preferencial A sociedade, por vezes, normaliza e até romantiza formas sutis de crueldade: o cancelamento público, a exposição do fraco ao ridículo, a competitividade que esmaga a solidariedade. Chamamos isso de “meritocracia”, “justiça” ou “liberdade de expressão”, sem perceber que estamos institucionalizando o sofrimento como mecanismo de regulação social. O alvo preferencial da crueldade raramente é o forte, o estabelecido, o bem sucedido, o protegido. Ela se direciona com precisão covarde ao que é percebido como frágil, diferente, vulnerável ou incompreendido. 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Os principais achados incluem: ✨ Melhora do Bem-Estar: Estudos apontaram que o passe pode estar associado a menores níveis de ansiedade e depressão, além de promover uma sensação de alívio e serenidade. 🌈 Impacto Fisiológico: Algumas pesquisas indicaram potenciais efeitos fisiológicos, como a redução da dor, da tensão muscular e a melhora na velocidade de cicatrização em certos contextos, embora os resultados sejam preliminares e necessitem de mais investigação. Benefícios Associados 🎯 Terapia Complementar: A prática é vista por pesquisadores como uma terapia complementar promissora que pode ser utilizada em conjunto com a medicina convencional, e não como um substituto do tratamento médico. ✨ Foco na Energia: As pesquisas exploram a ideia de transferência de energia vital ou magnética entre o aplicador e o receptor, um conceito que encontra paralelos em outras práticas como o Reiki e que a física quântica, de certa forma, ajuda a contextualizar em termos de campos de energia, embora sem “provar” a doutrina espírita. 🌈 O Poder do Passe É importante ressaltar que, embora existam evidências de benefícios associados à prática, a comunidade científica em geral ainda não considera o “poder do passe” como universalmente comprovado por meio de um consenso científico estabelecido, pois muitos desses estudos ainda são iniciais ou focados em efeitos psicológicos e de bem-estar. 2. Quantos Passes Preciso Para me Curar? Não se trata de mera especulação. O resultado foi comprovado pelo grupo de pesquisa da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, com sede em Uberaba. E mais: durante a realização do estudo, o passe espírita foi aceito pela maioria (cerca de 89%) dos pais dos recém-nascidos e familiares de pacientes. Quantos passes preciso para me curar? Não existe um número padrão de passes que é preciso tomar para se curar de uma determinada enfermidade ou situação que esteja passando. Em pesquisas realizadas com o intuito de avaliar os efeitos do passe espírita foram realizadas em recém-nascidos e adultos hospitalizados entre 2013 e 2016. “Em recém-nascidos, foram avaliados os níveis de estresse, por meio da análise do cortisol salivar; dor; parâmetros fisiológicos como frequências respiratória e cardíaca e saturação periférica de oxigênio; resposta hematológica; complicações; e tempo de permanência no hospital naqueles recém-nascidos submetidos ao passe espírita e à imposição de mãos, com intenção de cura, por indivíduos não passistas, durante dez minutos por três dias consecutivos”, explica Élida Mara Carneiro da Silva, 46, doutora em ciências da saúde pela Universidade Federal de São Paulo e coordenadora da Capelania Espírita do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. 3. Os Efeitos do Passe Espírita em Adultos e Recém-Nascidos Com adultos, o primeiro estudo incluiu pacientes internados na enfermaria de clínica médica. Foram avaliados parâmetros psicológicos, como níveis de ansiedade e de depressão, percepção de tensão muscular e sensação de bem-estar, e dados fisiológicos, como frequência cardíaca e saturação de oxigênio, além da intensidade de dor quando submetidos ao passe espírita com e sem imposição de mãos por voluntários não passistas. Os pacientes foram monitorados durante dez minutos por três dias consecutivos. No estudo incluindo recém-nascidos, a análise dos hemogramas foi realizada com o auxílio de um citômetro automatizado, o cortisol salivar foi medido por meio de eletroquimioluminiscência e os parâmetros fisiológicos, pelo monitor multiparamétrico. Em adultos, utilizou-se oxímetro de pulso de dedo-alvo para aferição dos parâmetros fisiológicos. 4. O Passe Espírita Demonstra seus Benefícios Resultados. “Nos recém-nascidos verificamos redução significativa da frequência respiratória, maior imunidade (resultado baseado no aumento da contagem de linfócitos) e menor incidência de complicações no período de hospitalização naqueles expostos ao passe espírita se comparados à imposição de mãos, com intenção de cura, por voluntários não passistas”, avalia a especialista. Segundo ela, os adultos internados na enfermaria de clínica médica que receberam o passe espírita tiveram redução significativa dos níveis de ansiedade, de depressão e de tensão muscular, além do aumento da sensação de bem-estar. “Em relação ao estudo de pacientes com doenças cardiovasculares, houve redução significativa nos escores de ansiedade e da percepção de tensão muscular, melhoria da sensação de bem-estar e aumento da saturação periférica de oxigênio nos participantes que receberam o passe. … 5. Aplicação Atua em Problemas Físicos e Psicológicos Também. O grupo que usou a imposição de mãos com intenção de cura obteve redução expressiva da tensão muscular e aumento do bem-estar, entretanto, esse resultado foi mais significativo no grupo que recebeu o passe. Ressalta-se que foi utilizada a melhor metodologia de estudo para avaliar uma intervenção, o ensaio clínico randomizado”, avalia Élida. O estudo para comprovar cientificamente a eficácia do passe espírita foi realizado como terapia integrativa e complementar e foi utilizado associado aos tratamentos convencionais, não dispensando avaliação e tratamento clínico. “Embora em nossas pesquisas os pacientes não apresentassem escores de dor, o passe espírita pode ser comparado à transfusão de sangue, que renova as forças físicas com recursos retirados do reservatório limitado (corpo físico)”, diz a doutora Élida Mara Carneiro da Silva. O passe, explica ela, pode ser considerado uma transfusão de energias vitais (psíquicas e espirituais) retiradas do reservatório ilimitado (forças espirituais) com a finalidade de recuperar as desarmonias físicas e psíquicas. Isso, diz, é feito por meio da substituição dos fluidos prejudiciais à
