CORPOS BIOENERGÉTICOS
CORPOS BIOENERGÉTICOS
O ser humano é formado basicamente de 7 corpos, sendo apenas um deles, o corpo físico, conhecido e aceito pela maioria das pessoas e pela ciência convencional.
Os outros 6 corpos são desconhecidos pois não são constituídos de matéria física perceptível aos sentidos normais das pessoas. São corpos formados de um tipo de matéria eterizada, fluídos e energias, que fogem aos órgãos de percepção normais dos seres humanos (visão, paladar, tato, olfato e audição).
Muitos pesquisadores diferem em suas opiniões a respeito do número de corpos, alguns falam em 9 corpos, outros 8, outros 7, outros 14 corpos e outros falam até em uma variação ainda maior. Isso porque alguns desconsideram o corpo físico como parte integrante do homem verdadeiro. Entendem que o corpo físico não é o Homem em si, que o Homem verdadeiro é apenas o Princípio Inteligente, ou seja, espírito e os corpos que o formam. Outros não classificam o espírito como sendo um corpo especificamente e sim como fonte de inteligência que interage através dos corpos energéticos e físico.
Há ainda pesquisadores que consideram os chakras, como sendo também corpos etéricos. Enfim, são apenas formas diferentes de estudarem e analisarem o mesmo principio. O importante é que no ponto principal todos chegaram aos mesmos resultados, ou seja, o corpo físico é apenas um dentre muitos outros que formam o ser humano.
Os seis corpos sutis são representados por seis corpos de energias e fluidos, que têm seus centros em pontos distribuídos ao longo do eixo central de nosso corpo e são conhecidos como chakras, ou, centros de forças; e um outro corpo, corpo espiritual, que é o principio inteligente do ser humano, é formado por uma matéria ainda mais quintessenciada que a dos demais corpos.
Todos esses corpos são independentes e cumprem funções distintas, mas interligados e com uma relação tão direta entre si que os tornam um corpo único, um ser indivisível.
Cada um dos 7 corpos energéticos e fluídicos, possuem pontos de entrada ou captação de energias, pontos de saída ou exclusão de energias, e ainda, canais de circulação dessas energias. Da mesma forma que o primeiro corpo (corpo físico) tem ponto de entrada de alimentos, boca; ponto de saída desses alimentos, sistema excretor, e canais de circulação e processamento desses alimentos, que são os órgãos de digestão e intestinos, e ainda, o sistema circulatório.
O corpo espiritual, não tendo forma definida constitui-se de uma energia muito refinada, de uma vibração de intensidade não conhecida nem percebida no campo das três dimensões que vivemos. Por esse motivo não é considerado por alguns pesquisadores como um corpo propriamente dito. Em nosso trabalho não só o consideramos como um corpo, como o colocamos na qualidade de o mais importante, por entendermos que sendo ele o Princípio Inteligente, que coordena e comanda todas as ações e vibrações dos demais é também, o que já existia antes do corpo físico atual e existirá após a extinção deste.
A doutrina kardecista considera apenas três corpos: o corpo físico, o perispírito e o astral. A apometria apresenta mais quatro corpos espirituais : Búdico, Mental Superior, Mental Inferior, Duplo Etérico e Átma.
A técnica descoberta por Dr. Lacerda, consiste em desdobrar os corpos, identificando a raiz do problema.
Nesta lei geral se baseia a Apometria. No campo dos fenômenos anímicos a técnica de sua aplicação representa uma verdadeira descoberta. Ela possibilita explorar e investigar o plano astral, com bastante facilidade.
São ferramentas de ação do espírito que lhe dá condição de operar e se manifestar nas mais variadas faixas vibratórias de que é constituído cada orbe onde habita e faz sua evolução.
CONCEITO HOMEM-ESPÍRITO
A grande maioria das religiões orientais têm ensinado uma constituição mais complexa do Homem – Espírito:
São sete componentes interpenetrados, os mais diáfanos ocupando a mesma porção espacial dos mais densos, perfeitamente definidos mas vibrando em dimensões espaciais diferentes – onde as propriedades, funções e manifestações são distintas ou seja, cada corpo tem denominação e características distintas, funções específicas e manifestação limitada ao campo ou dimensão a que está adstrito, pois cada um destes corpos vibra em universo dimensional distinto.
Antiquíssima essa concepção teve berço na Índia, nos sábios que erigiram a Filosofia Vedanta. Os antigos Egípcios, nos mistérios de Tebas ou de Mênfis, também a ensinavam. Em Centros Iniciáticos Greco Romanos o Setenário era fundamento esotérico de cultos mediúnicos. Teosofistas, Rosacruzes, Antroposofistas, Esoteristas e todas as correntes neo-espiritualistas o adotaram também, considerando-o a verdadeira composição estrutural do ser humano.
Estudando-o os antigos magos empregaram conhecimentos na obtenção de resultados práticos: tratamento de enfermos, investigações psíquicas e manipulação de forças da Natureza.
O ternário (Físico, Perispírito e Espírito ou Corpo, alma e Espírito) é mais fácil de ser entendido, mas não explica a maioria dos fenômenos psíquicos do mediunismo. O Setenário, conquanto mais complexo permite compreender fenômenos psíquicos com mais nitidez. Além disso, abre variados campos de investigação.
A pesquisa das causas de curas consideradas “milagrosas” ou “impossíveis”.
O conhecimento de fatos ocorridos em vidas anteriores e das reminiscências gravadas na consciência atual.
O apagamento de lembranças incômodas de fatos desarmônicos de vidas anteriores.
CORPO FÍSICO
Instrumento de suporte passivo, recebendo a ação dos elementos anímico-espirituais, constituído de compostos químicos originários do próprio planeta. Propriedade: Oportunizar ao Espírito sua manifestação no campo físico. Condução da vida encarnada.
CORPO ETÉRICO
Estrutura tênue, invisível, de natureza eletromagnética densa, mas de comprimento de onda inferior ao da luz ultravioleta, quase imaterial, elo conectivo entre o homem interior e o exterior, receptáculo da energia vital ou prana recebida do sol; -sede dos chacras-. Propriedade: Estabelecer a saúde automaticamente, sem interferência da consciência.
CORPO ASTRAL ou EMOCIONAL
Veículo das emoções, dos desejos, das paixões; -ponte entre o Corpo Etérico e o Corpo Mental-. Formado por matéria astral: quanto menos evoluído o indivíduo, tanto maior é a predominância de matéria mais grosseira, pertencente aos sub-planos astrais inferiores. Separado do corpo físico, assume a forma e o aspecto deste, porém o funcionamento dos aparelhos sensoriais é totalmente diferente. Propriedade: Sensibilidade, dor ou prazer, registro das emoções sob vontade, desejos, vícios, sentimentos, paixões, etc.
CORPO MENTAL INFERIOR (Concreto e mortal)
Alma inteligente, mentalidade, associação de idéias, sua aura ovalada envolve todo o corpo, é o corpo que engloba as percepções simples, através dos cinco sentidos comuns, avaliando o mundo através do peso, cheiro, cor, tamanho, gosto, som,etc. Formado por matéria dos quatro sub-planos mentais inferiores, sua constituição e forma são tanto mais elevada, quanto mais evoluído o individuo é. Funciona em estreita conexão com o corpo astral, sendo chamado também de Kama-Manas (astral-mental) a estes dois corpos estreitamente reunidos durante a vida física. Propriedade: Primeiro grande bando de dados, onde a mente física busca as informações que precisa, raciocínio seletivo.
CORPO MENTAL SUPERIOR (Causal e imortal)
Veículo dos pensamentos abstratos, dos altos ideais e o receptáculo da memória das vidas passadas. No Corpo Causal subsiste a recordação das vidas passadas e ficam, em germe, as qualidades e defeitos adquiridos durante a vida física. Desenvolve-se a medida que o homem evolui, sendo permanente, indestrutível enquanto dura a evolução humana (os corpos precedentes a esse são mortais). Formado pela matéria dos 3 sub-planos superiores do Plano Mental. Enquanto o corpo mental inferior é o corpo da dedução, da lógica, do raciocínio, dos pensamentos concretos, o Corpo Causal é o da razão pura e dos pensamentos abstratos.
CORPO BÚDICO
Veiculo da intuição espiritual – Sede das três almas: Moral, Intuitiva e Consciencial. Formado pela matéria do plano Búdico. Veículo da intuição divina, da não separatividade e da fraternidade universal. O princípio Búdico não está ainda individualizado em corpo, no homem comum.
CORPO ÁTMICO
O corpo átmico é o que expressa a “vontade” da mônada. Dele pouco pode ser dito ou conhecido nesse nível vibratório em que estamos, mas podemos aferir que é aquele que constitui a porção superior do que chamamos o eu real, o eu superior.
Veículo da vontade espiritual; – Deus interno, o real ser. Acima do conjunto homem Setenário, está a Mônada ou Centelha Divina.
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apometria, alvorecer, bioenergeticos, corpos, duplo etérico, fisico, mental
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Edgar Cayce: O Profeta Adormecido! Ainda na infância, Cayce relatava experiências incomuns que despertavam a curiosidade de seus familiares. Ele afirmava conversar com parentes já falecidos e dizia perceber presenças espirituais ao seu redor. Segundo seus relatos, uma das experiências mais marcantes ocorreu quando uma misteriosa mulher vestida de branco lhe apareceu em uma visão e perguntou qual seria o maior desejo de sua vida. Sua resposta foi simples, mas reveladora: Quero ajudar as pessoas!. 1 . Edgar Cayce: A História do Profeta Adormecido Toda sua infância foi no Kentucky e Experiências Incomuns. Edgar Evans Cayce nasceu em 18 de março de 1877, em uma região rural do estado do Kentucky, nos Estados Unidos. Filho de uma família simples de agricultores, cresceu em meio aos campos e à vida tranquila do interior americano. Desde muito cedo, porém, sua trajetória parecia seguir um caminho diferente do das demais crianças. Ainda na infância, Cayce relatava experiências incomuns que despertavam a curiosidade de seus familiares. Ele afirmava conversar com parentes já falecidos e dizia perceber presenças espirituais ao seu redor. Segundo seus relatos, uma das experiências mais marcantes ocorreu quando uma misteriosa mulher vestida de branco lhe apareceu em uma visão e perguntou qual seria o maior desejo de sua vida. Sua resposta foi simples, mas reveladora: queria ajudar as pessoas. O Mistério do Aprendizado pelo Sono 🎯 A partir desse momento, acontecimentos extraordinários passaram a fazer parte de sua rotina. Cayce afirmava possuir uma capacidade incomum de aprender. Conta-se que, ao colocar livros sob o travesseiro enquanto dormia, conseguia absorver seu conteúdo ao despertar. Embora essa alegação jamais tenha sido comprovada cientificamente, ela contribuiu para a construção da aura de mistério que o acompanharia por toda a vida. ✨ Com o passar dos anos, suas habilidades tornaram-se mais evidentes. Ele dizia ser capaz de perceber a energia das pessoas e identificar problemas de saúde apenas entrando em um estado especial de consciência. Foi justamente essa característica que o tornaria famoso em todo o país. 🎯 Independentemente da interpretação adotada, Edgar Cayce tornou-se uma figura singular do século XX 2. O Transe e as Leituras Médicas Durante a juventude, Cayce trabalhou em diversas atividades, incluindo a fotografia, profissão que exerceu por muitos anos. Entretanto, sua notoriedade começou a crescer quando passou a realizar diagnósticos médicos em um estado semelhante ao transe. Nessas ocasiões, deitava-se confortavelmente em um divã, fechava os olhos e relaxava profundamente. Nesse estado alterado de consciência, descrevia doenças, indicava tratamentos e respondia a perguntas sobre os mais variados temas. Foi por causa desse método singular que recebeu da imprensa americana o apelido de “O Profeta Adormecido”. Enquanto permanecia aparentemente dormindo, suas respostas eram registradas por estenógrafos, formando milhares de documentos que seriam preservados para as gerações futures. 3. Atendimentos e Reconhecimento No complexo organograma das organizações de natureza inferior, a figura do Planejador destaca-se como o cérebro por trás das operações mais sofisticadas. Diferente dos executores passionais, ele é a personificação da frieza e da impessoalidade. Sua atuação é estritamente mental: ele possui uma cultura vasta, uma erudição refinada e uma capacidade dialética invejável, o que o torna um debatedor perigoso e um argumentador contundente. Ele não se envolve no “trabalho de campo” nem na execução direta das obsessões; sua função é traçar planos estratégicos com uma precisão matemática. Analisa vulnerabilidades, estuda brechas morais e coordena ataques psicológicos de longo prazo. Por essa capacidade técnica e desapaixonada, goza de imenso prestígio e respeito nas hierarquias trevosas, sendo consultado por líderes e comandantes que dependem de sua inteligência para manter o controle sobre suas áreas de influência. Ao longo de mais de quarenta anos, Edgar Cayce realizou cerca de 14 mil leituras, abordando temas relacionados à saúde, espiritualidade, reencarnação, desenvolvimento pessoal, história antiga e acontecimentos futuros. Embora não possuísse formação médica formal e tivesse estudado apenas até a oitava série, milhares de pessoas procuravam seus conselhos. Um dos casos mais famosos ocorreu quando diagnosticou corretamente um problema na coluna de um médico que acreditava estar sofrendo de apendicite. Posteriormente, exames confirmaram que o sensitivo estava correto. Casos como esse ajudaram a consolidar sua reputação e atraíram cada vez mais interessados em seus serviços. Apesar da fama crescente, Cayce jamais acumulou grande fortuna. Diferentemente de muitos médiuns e videntes de sua época, ele não cobrava pelas leituras que realizava. Aceitava apenas doações voluntárias para ajudar a manter seu trabalho e sustentar sua família. Essa postura contribuiu para fortalecer sua imagem de homem humilde e dedicado ao auxílio do próximo. 4. Previsões e Visões de Futuro A Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial Entre os temas que mais despertavam interesse estavam suas previsões sobre o futuro. Em meados da década de 1920, Cayce alertou diversos clientes sobre uma grave crise econômica que atingiria os Estados Unidos. Alguns de seus seguidores levaram os avisos a sério e retiraram seus investimentos dos bancos antes do colapso da Bolsa de Nova York, em 1929. Quando a Grande Depressão aconteceu, muitos passaram a enxergar suas previsões com ainda mais respeito. Outra previsão frequentemente associada a Cayce dizia respeito aos acontecimentos que antecederam a Segunda Guerra Mundial. Anos antes do início do conflito, ele teria mencionado a formação de alianças militares entre Alemanha, Japão e outras nações, além de alertar para um período de grande instabilidade global. Transformações Geológicas e Climáticas foi outra das suas visões não se limitavam à política e à economia. Cayce falava também sobre mudanças geológicas, transformações climáticas e grandes desafios que a humanidade enfrentaria no futuro. Segundo seus registros, ocorreriam terremotos, inundações e alterações significativas em diversas regiões do planeta. Muitas dessas previsões continuam sendo debatidas e interpretadas até os dias atuais. 5. Filosofia Espiritual e as Leis da Alma Evolução Espiritual e Livre-Arbítrio foi no entanto, talvez o aspecto mais importante de seus ensinamentos não estivesse nas profecias em si, mas na mensagem espiritual que transmitia. 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DIÁLOGO COM AS SOMBRAS
Diálogo com as Sombras! O título “Diálogo com as Sombras” refere-se principalmente a uma obra clássica da literatura espírita escrita por Hermínio Corrêa de Miranda. O livro é um guia fundamental para o estudo e a prática da mediunidade, focado especialmente no processo de doutrinação e assistência a espíritos sofredores. Explicações minuciosas sobre o intercâmbio entre encarnados e desencarnados e os recursos eficazes de auxílio, como a prece e o passe. Embora o livro espírita seja a referência mais comum para esse título, o termo também aparece em outros contextos: Psicologia Analítica: Relaciona-se ao conceito de “Sombra” de Carl Jung, que envolve o reconhecimento e a integração de aspectos ocultos da personalidade para o autoconhecimento. 1 . O Livro: “Diálogo com as Sombras” Qual é o teu nome? – indaga Jesus. (Como se Ele não soubesse) Responde-lhe: O meu nome é Legião, porque somos muitos. E lhe imploro com insistência que não nos mande para fora deste corpo. (MARCOS, 5:9 e 10) Temos sob as vistas um novo livro de Hermínio Corrêa de Miranda: “Diálogo com as sombras”. Estamos familiarizados com os escritos do autor, pois acompanhamo-lo em seus estudos, ano após ano, pelas páginas de “O Reformador”. Conhecemos-lhe as análises criteriosas de dezenas de obras de bastante repercussão, nas esferas da religião, da filosofia e das pesquisas, no mundo do Espiritualismo e, mais especificamente, do Espiritismo e do Evangelho de Jesus. Raros serão os livros marcantes de escritores contemporâneos e antigos, nessas especialidades, que lhe não hajam merecido a crítica serena e constructiva. Terras de Santa Cruz 🎯 Missão Os sistemas doutrinários erguidos pelo pensamento humano, na sua longa e exaustiva elaboração, no curso de milênios, são-lhe objeto de estudos e elucubrações, geralmente traduzidos em artigos e livros que a Federação Espírita Brasileira vai imprimindo e difundindo, aqui e fora dos próprios limites territoriais das Terras de Santa Cruz. ✨ Características Nos últimos anos, os trabalhos de Hermínio Corrêa de Miranda têm esflorado temas de grande importância, como sempre, mas de abordagem difícil, alguns deles pouco estudados antes. “O médium do Anticristo”, por exemplo. Os artigos referentes a “A morte provisória (I e II)”, “Uri Geller”, “O cinquentenário de Lady Nona”, “A maldição dos faraós” etc. 🎯 Aura Fazem-nos pensar mais detidamente nas profundidades do desconhecido. 2. O Dirigente das Trevas: Um poderoso desencarnado Esta figura, recorrente e desafiadora nas reuniões de desobsessão, exerce o papel de verdadeiro estrategista das sombras. Ele não se manifesta por acaso; sua presença é precedida por uma fase minuciosa de observação, na qual estuda as vulnerabilidades da equipe mediúnica e sonda a firmeza moral dos doutrinadores. Sua intenção é clara: mapear o terreno para tomar providências que assegurem a manutenção de seus domínios espirituais e a continuidade do cerco às suas vítimas. Trata-se de um espírito que, inequivocamente em sua última passagem pela Terra, ocupou cargos de alta relevância política, militar ou religiosa. Acostumado ao exercício do poder absoluto e ao som das vozes que se calavam diante de suas ordens, ele transpôs para o plano espiritual a mesma mentalidade autocrática. • Mantém uma postura gélida, tratando a todos como súditos insignificantes. • Não age por impulso, mas através de planos complexos e manipulações psicológicas. • Para ele, a conversação fraterna é um sinal de fraqueza. Ele não aceita sugestões; ele exige, ameaça e se coloca em um pedestal de inatingível superioridade. 3. O Planejador: O Arquiteto das Obsessões Complexas No complexo organograma das organizações de natureza inferior, a figura do Planejador destaca-se como o cérebro por trás das operações mais sofisticadas. Diferente dos executores passionais, ele é a personificação da frieza e da impessoalidade. Sua atuação é estritamente mental: ele possui uma cultura vasta, uma erudição refinada e uma capacidade dialética invejável, o que o torna um debatedor perigoso e um argumentador contundente. Ele não se envolve no “trabalho de campo” nem na execução direta das obsessões; sua função é traçar planos estratégicos com uma precisão matemática. Analisa vulnerabilidades, estuda brechas morais e coordena ataques psicológicos de longo prazo. Por essa capacidade técnica e desapaixonada, goza de imenso prestígio e respeito nas hierarquias trevosas, sendo consultado por líderes e comandantes que dependem de sua inteligência para manter o controle sobre suas áreas de influência. 4. O Jurista: A Rigidez do Formalismo nas Sombras No cenário das obsessões complexas, a classe dos Juristas representa a face pseudo-legalista do plano espiritual inferior. São entidades que se caracterizam por serem extremamente autoritárias e seguras de si, mantendo uma postura de inabalável convicção em sua própria justiça. Eles não agem por impulsos desordenados ou violência bruta; pelo contrário, fundamentam todas as suas ações em processos formais, códigos arcaicos e interpretações distorcidas de leis de causa e efeito. Para esses espíritos, a obsesão não é vista como uma perseguição injusta, mas como a execução de uma “sentença” ou a cobrança de uma dívida legítima. Eles se apresentam com a sobriedade de magistrados, utilizando uma linguagem rebuscada e técnica para intimidar médiuns e doutrinadores, tentando transformar a mesa de socorro em um tribunal onde eles ditam as regras. 5. O Executor: O Braço Armado das Trevas Dentro da hierarquia das organizações obsessivas, o Executor ocupa a posição operacional da linha de frente. Diferente dos planejadores ou dos juristas, ele não se ocupa com a filosofia, com a estratégia ou com a justiça das causas; sua função é estritamente de execução. Ele é aquele que apenas cumpre ordens, agindo com uma frieza mecânica e uma total ausência de remorsos. Para ele, o sofrimento alheio é apenas parte de um trabalho a ser cumprido, e sua consciência parece estar anestesiada por milênios de endurecimento moral. Sua motivação não é ideológica, mas puramente mercenária. O Executor é pago com moedas de baixo teor vibratório: o acesso a prazeres sensoriais grosseiros, a satisfação de vícios degradantes ou a recepção de “condecorações” e status dentro das falanges inferiores. Ele se move pelo interesse imediato e pela lealdade ao líder que melhor gratifica seus instintos primitivos, tornando-se uma ferramenta perigosa e persistente nas

DEFICIÊNCIAS NA ÓTICA ESPÍRITA
Deficiências Na Ótica Espírita Toda doença física ou mental é uma salvação para os excessos que cometemos em algum momento de nossas vidas passadas. Em outras palavras, a inadequação é o resultado de nossa própria escolha! De acordo com o espiritismo, a vida material é apenas uma parte de nossa existência, que é eterna. 1 . A Visão Espírita A falta de conhecimento ou aceitação da reencarnação é o que leva à nossa incompreensão das falhas. Estamos aqui para aprender, para superar as dificuldades, para superar as inadequações, porque cada um de nós recebe o remédio adequado para nos curar. Sem essas falhas, muitos deuses não conseguiriam pagar suas dívidas. Aprendemos através do amor ou da dor. Claro, a segunda é a nossa maior escola. Na visão espiritualista, a deficiência é uma ferramenta de evolução, uma dádiva, uma forma de nos ajudar a reequilibrar nossas energias. O livro 🎯 “Deficiente Mental: por que fui um?” O livro “Deficiente Mental: por que fui um?” psicografado por Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho, é um apanhado de relatos de diversos espíritos que nasceram ou ficaram deficientes ao longo da vida. É muito interessante e vale a pena ser lido. ✨ Características Temos muitas oportunidades de retornar à Terra em diferentes corpos adequados para nosso aprendizado necessário. Quando há muito abuso, há um desequilíbrio que deve ser restaurado para recuperar nosso equilíbrio. Quando o corpo perfeito é danificado, podemos aprender a valorizar essa grande oportunidade de viver na carne por um tempo, aprendendo a torná-lo normal. Castigos não existem, Deus não nos pune, nós merecemos, e as dificuldades de nossa encarnação são lições valiosas.. 🌈 Divaldo Franco Divaldo Pereira Franco disse em uma de suas apresentações que os pais de pessoas com deficiência podem estar diretamente envolvidos no modo atual como a vida espiritual das pessoas com deficiência é vivida. De certa forma, eles cooperaram ou permaneceram desleixados e não puderam ajudar o irmão que teve a chance de salvar seus erros deficientes hoje numa reencarnação juntos. Perante a deficiência 🎯 Missão E como podemos agir perante a deficiência? Culpar a Deus pela situação não ajudará em nada, pelo contrário, só prejudicará e dificultará ainda mais a condição do deficiente e do cuidador. É preciso garantir um ambiente de muita oração, muita vibração positiva, buscando a fé em Deus para cumprir a missão, para que essa seja uma reencarnação redentora. Buscar auxílio em instituições que trabalhem com os deficientes, porque estão preparados para dar bons conselhos. ✨ Características Esses relatos ajudam a ampliar nossa compreensão, mostrando que há um planejamento espiritual por trás de cada existência. Nada ocorre sem propósito dentro das leis divinas. A reencarnação oferece inúmeras oportunidades de aprendizado. Em cada retorno à vida física, o espírito recebe um corpo adequado às suas necessidades evolutivas. 🌈 Abusos Quando há abusos em vidas passadas, cria-se um desequilíbrio que precisa ser reparado. A deficiência pode surgir como meio de restaurar essa harmonia perdida. 2. Importante destacar Ao vivenciar limitações, o espírito aprende a valorizar aspectos da vida que antes negligenciava. Desenvolve paciência, humildade, resiliência e amor. É importante destacar que, na visão espírita, não existem castigos divinos. Deus não pune. As dificuldades são consequências naturais das escolhas e oportunidades de aprendizado. As experiências difíceis são, portanto, lições valiosas. Cada desafio traz consigo a chance de crescimento e transformação interior. 3. Aos pais e cuidadores Segundo ensinamentos de Divaldo Pereira Franco, muitas vezes há vínculos espirituais profundos entre pessoas com deficiência e seus familiares. Essas relações podem envolver compromissos assumidos antes da reencarnação. Pais e cuidadores, nesse contexto, também participam do processo evolutivo. A convivência proporciona aprendizado mútuo, fortalecendo laços de amor e responsabilidade. Diante da deficiência, a atitude mais adequada não é a revolta, mas a compreensão. Culpar a Deus apenas dificulta ainda mais a caminhada e aumenta o sofrimento. 4. Ambientes de amor O caminho mais construtivo envolve fé, oração e busca por apoio. Ambientes de amor, acolhimento e vibrações positivas contribuem significativamente para o bem-estar de todos os envolvidos. Por fim, mais importante do que entender as causas é saber viver o presente. Enfrentar cada dia com esperança, confiança e serenidade é essencial, lembrando sempre que a vida na Terra é apenas uma etapa da jornada eterna do espírito. 5. Resumo Na ótica espírita, a deficiência não é um castigo divino, mas uma ferramenta temporária de evolução espiritual. Ela pode ser uma prova escolhida, expiação (reparação de erros passados) ou missão (lições de superação), vista como oportunidade de aprendizado e reequilíbrio que visa fortalecer virtudes como a paciência e a resiliência. Propósito Evolutivo: O espírito, antes de reencarnar, pode escolher viver com limitações físicas ou mentais para progredir mais rapidamente ou reparar ações de vidas anteriores. Lei de Causa e Efeito: A deficiência está frequentemente atrelada a expiações, permitindo ao espírito lidar com limitações e evitar erros passados, sendo considerada um “recomeço”. Não é Punição: O Espiritismo nega a visão de que a deficiência é um castigo divino, rejeitando o modelo de punição, especialmente baseando-se na conduta de Jesus, que ensinou amor e acolhimento. Missão e Aprendizado: A deficiência pode ser uma missão para despertar a compaixão e o amor ao próximo, tanto no indivíduo quanto em sua família. 📚 Créditos: Fonte: https://www.eusemfronteiras.com.br/ Imagens: https://pixabay.com/pt/images/search/defici%c3%aancia%20fisica/ https://pixabay.com/pt/photos/terceiro-olho-olho-espiritual-2886688/ – A Visão espirita https://pixabay.com/pt/photos/jovem-mulher-resumo-explos%c3%a3o-1088742/ – Dificuldades https://pixabay.com/pt/photos/fam%c3%adlia-bra%c3%a7o-de-cadeira-papai-m%c3%a3e-2972198/ – Aos pais cuidadores https://pixabay.com/pt/photos/fam%c3%adlia-amor-junto-ao-ar-livre-6639676/ – Ambientes de amor https://pixabay.com/pt/photos/inc%c3%aandio-bombeiros-claro-miss%c3%a3o-22331/ – Missão e Aprendizado Nota: Todas as ilustrações foram criadas por Inteligência Artificial com o objetivo de complementar e enriquecer a compreensão do conteúdo textual. Deixe uma resposta Cancelar Resposta Sessão iniciada como Astra Frole. Editar perfil. Sair? 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CRUELDADE
Crueldadel! A crueldade (do termo latino crudelitate) é a qualidade do que é cruel. Se define como uma resposta emocional de indiferença e prazer diante do sofrimento e a dor de outros. É considerada como um sinal de distúrbio psicológico pela Associação de Psiquiatria dos Estados Unidos. Essa patologia é observada tanto em crianças como em adultos. É um sinal clínico incluído em nosologia psiquiátrica, estando relacionado a desordens antissociais e de conduta. A propensão à crueldade se associa com a patologia sadomasoquista. A Visão Espírita 1 . A Visão Espírita Na perspectiva espírita, a crueldade é compreendida como uma manifestação da ignorância espiritual e do afastamento das leis divinas de amor e caridade. O Espiritismo ensina que todo ato cruel, seja físico ou moral, contra animais, pessoas, ou ao meio ambiente, nasce da falta de compreensão da fraternidade universal e da incapacidade de enxergar o próximo como irmão em jornada evolutiva. Assim, a crueldade não é apenas um erro humano, mas um atraso no caminho do espírito rumo à perfeição. Allan Kardec 🎯 Os ensinamentos A crueldade, portanto, representa um obstáculo à evolução, pois impede o indivíduo de desenvolver virtudes como a compaixão. ✨ Características A benevolência e a indulgência. Cada ato cruel gera consequências espirituais, refletindo na lei de causa e efeito, que assegura que colhemos aquilo que semeamos. 🌈 Recurso pedagógico Sob essa ótica, o Espiritismo não vê a crueldade como um castigo eterno, mas como uma oportunidade de aprendizado. O espírito que pratica a crueldade terá, em futuras existências, experiências que o levarão a compreender o valor da empatia e da solidariedade. O sofrimento, nesse sentido, não é vingança divina, mas recurso pedagógico para despertar a consciência. Espiritismo 🎯 Reconhecer Portanto, a visão espírita convida à reflexão e à transformação interior. Reconhecer a crueldade é o primeiro passo para combatê-la, substituindo-a por atitudes de amor e respeito. ✨ Características Espiritismo não vê a crueldade como um castigo eterno, mas como uma oportunidade de aprendizado. O espírito que pratica a crueldade terá, em futuras existências, experiências que o levarão a compreender o valor da empatia e da solidariedade. 🌈 Aura O caminho da evolução espiritual exige que cada indivíduo se esforce para superar suas imperfeições, tornando-se instrumento de paz e de fraternidade no mundo. A Qualidade do que é Cruel 2. A qualidade do que é cruel A crueldade (do termo latino crudelitate) é a qualidade do que é cruel. Se define como uma resposta emocional de indiferença e prazer diante do sofrimento e a dor de outros. É considerada como um sinal de distúrbio psicológico pela Associação de Psiquiatria dos Estados Unidos. Essa patologia é observada tanto em crianças como em adultos. É um sinal clínico incluído em nosologia psiquiátrica, estando relacionado a desordens antissociais e de conduta. A propensão à crueldade se associa com a patologia sadomasoquista. A mais dura e insidiosa das crueldades não é aquela que grita, agride ou transborda em gestos visíveis. É a que se instala silenciosamente no olhar, no julgamento ácido disfarçado de opinião, no abandono afetivo que se justifica como indiferença. Ela não precisa de ferramentas brutais; basta um silêncio calculado, uma palavra escolhida para diminuir, uma expectativa imposta como norma. Muitos a Praticam 3. Muitos a praticam Muitos a praticam sem sequer reconhecer seu nome, acreditando estar apenas “dizendo a verdade”, “ensinando uma lição” ou “fazendo o bem”. No entanto, a essência da crueldade reside justamente nesse descompasso: a capacidade de causar dor ou desprezo com plena consciência do ato, mas com total negligência sobre sua consequência no outro. É a violência que nega a humanidade alheia. O cruel, com frequência, é um ferido que não elaborou sua própria dor. Transforma seu sofrimento em lâmina e projeta no mundo a ferocidade que carrega consigo. A diferença vital é que, enquanto alguns transformam a dor em empatia, outros a convertem em arma. A crueldade, portanto, é muitas vezes o sintoma de uma alma que não se reconciliou com sua própria fragilidade. Mudanças no Alvo Preferencial 4. Mudanças no alvo preferencial A sociedade, por vezes, normaliza e até romantiza formas sutis de crueldade: o cancelamento público, a exposição do fraco ao ridículo, a competitividade que esmaga a solidariedade. Chamamos isso de “meritocracia”, “justiça” ou “liberdade de expressão”, sem perceber que estamos institucionalizando o sofrimento como mecanismo de regulação social. O alvo preferencial da crueldade raramente é o forte, o estabelecido, o bem sucedido, o protegido. Ela se direciona com precisão covarde ao que é percebido como frágil, diferente, vulnerável ou incompreendido. É uma violência que busca não enfrentar, mas esmagar; não debater, mas calar. … O Mal Com Outro Mal 5. O mal com outro mal A resistência à crueldade não se dá pela replicação de sua lógica. Não se combate o mal com outro mal, mas com a recusa firme de participar de seu jogo. É a fronteira ética que diz: “até aqui”. É a coragem de proteger, de acolher, de não compactuar — mesmo quando a pressão do grupo incentiva o oposto. Curioso notar que a mesma pessoa capaz de gestos de profunda crueldade pode ser, em outros contextos, terna e dedicada. Isso revela que a crueldade não é uma essência, mas uma escolha — consciente ou não — de desconexão. É o momento em que se desliga a empatia e se permite tratar o outro não como um “eu” semelhante, mas como um objeto ou obstáculo. A Antítese da Crueldade 6. A antítese da crueldade A antítese da crueldade não é apenas a bondade ocasional, mas a compostura humana cultivada. É a decisão diária de ver o outro em sua complexidade, de lembrar que por trás de cada rosto há uma batalha invisível, de ponderar o peso das palavras antes de lançá-las ao ar. É reconhecer que nossa humanidade se mede, precisamente, pelo tratamento que dispensamos aos que nada podem nos dar em troca. Viver em um mundo onde a crueldade se banaliza é um convite perene à vigilância ética — não para julgar os outros
Texto muito 10!
Adorei!
ok, obrigado pelo feedback