FORMAS PENSAMENTO

O Objetivo deste experimento é mostrar de maneira prática que nossos pensamentos não são meras combinações de reações químicas, ocorridas num órgão principal chamado cérebro. Nossos pensamentos são criações vivas, e adquirem comportamentos peculiares, com características de quem o criou. Sendo criações geradas por nós mesmos, somos também os senhores destas. Isto nos possibilita governá-las e fazê-las cumprir funções predeterminadas. A técnica de se fazer tais criações foi desenvolvida ao longo de cinco anos de práticas diárias, com provas irrefutáveis de influenciações à distância por meios pára-físicos. A fim de evitar desde já qualquer mal-entendido, convém ressaltar que não se trata de nenhum ritual de magia, religioso, ou bruxaria. Consciente ou inconscientemente estamos criando pensamentos. Muitos destes adquirem vida própria, e, por não serem programados e governados adequadamente, se tornam errantes, gerando verdadeiro caos de obsessões e destruição da pessoa-emissora, pessoa-alvo e coletividade. Os detalhes de como isso acontece serão abordados mais à frente.

FORMAS PENSAMENTO 3

O Objetivo deste experimento é mostrar de maneira prática que nossos pensamentos não são meras combinações de reações químicas, ocorridas num órgão principal chamado cérebro. Nossos pensamentos são criações vivas, e adquirem comportamentos peculiares, com características de quem o criou.

Sendo criações geradas por nós mesmos, somos também os senhores destas. Isto nos possibilita governá-las e fazê-las cumprir funções predeterminadas. A técnica de se fazer tais criações foi desenvolvida ao longo de cinco anos de práticas diárias, com provas irrefutáveis de influenciações à distância por meios pára-físicos.

A fim de evitar desde já qualquer mal-entendido, convém ressaltar que não se trata de nenhum ritual de magia, religioso, ou bruxaria. Consciente ou inconscientemente estamos criando pensamentos. Muitos destes adquirem vida própria, e, por não serem programados e governados adequadamente, se tornam errantes, gerando verdadeiro caos de obsessões e destruição da pessoa-emissora, pessoa-alvo e coletividade. Os detalhes de como isso acontece serão abordados mais à frente.

HISTÓRICAS

Existem várias literaturas históricas que falam sobre as formas-pensamento. Entretanto, nenhuma cita como controlá-las. Tenho a absoluta consciência de que posso estar revelando uma arma poderosíssima para aqueles que tendem para o lado ofensivo. Entretanto, revelo a possibilidade de neutralizar tais forças que estão 24 horas por dia nos bombardeando, sem nos dar a menor chance de nos defendermos ou nos conscientizarmos delas.

Ao andarmos pelas ruas, ao adentrarmos no ambiente de trabalho, ao estarmos em locais estranhos, podemos sofrer ataques de formas-pensamento que nos são emitidas. Sentimos mal estar súbito e não sabemos porque. Atribuímos a alguma disfunção física. Mas sabemos que isto é a conseqüência de um desarranjo energético. A causa provável pode ser a emissão de um ser artificial, criado mentalmente para nos atingir.

AMBIENTE ESTRANHO

Num ambiente estanho, ou mesmo em lugares abertos, as pessoas estão constantemente pensando. Isto gera energia. Devido às mais variadas formas-pensamentos-energia, sofremos alterações e choques constantes, pois a energia criada, ao chocar-se com a nossa psicosfera, cria um distúrbio, devido à diferença de cargas. Exatamente como um curto-circuito.

O resultante será dores de cabeça, mal-estar, insuficiência respiratória (falta de ar), nervosismo, etc. Assim a defesa é necessária. O outro ponto importante a ser abordado é que somos limitados por barreiras físicas. Mas a mente se manifesta em qualquer ponto do universo instantaneamente. Você pensa, você está. A manipulação da forma-pensamento o possibilitará absorver conhecimentos de qualquer parte do mundo, sem a necessidade de nos deslocarmos fisicamente.
A isto chamo de TÉCNICA DO OBSERVADOR.
Trata-se de uma forma-pensamento criada conscientemente. Ela será comandada e executará funções várias, como por exemplo, absorver informações à distância.

O que é Forma-Pensamento?
Formas-Pensamento: “elementais artificiais ou formas de pensamentos, assim chamadas porque são formas dadas a uma porção de essência elemental pelos pensamentos da Humanidade e podem operar sobre o homem de maneira benéfica ou maléfica, segundo a natureza de tais formas mentais”.

GLOSSÁRIOTEOSÓFICO

H.P Blavatsky

Ed. Ground

Há muito tempo pesquisadores de todas as partes do mundo vêm se empenhando no estudo sobre formas-pensamento. Esotéricos e místicos como Anie Besant, Arthur E. Powell, C.W. Leadbeater e H.P Blavatsky afirmavam que o pensamento, ou seja, a atividade mental, focalizada e intensificada sobre um objetivo específico, era capaz de plasmar uma forma, uma porção de essência, respectiva àquele pensamento. Muitos pesquisadores achavam tal afirmação totalmente absurda, visto o pensamento ser o produto de simples combinações bioquímicas do cérebro.

HIPPOLITE BARADUC

Ao longo do tempo, as pesquisas foram tomando conta do âmbito para-científico. Cientistas que acreditavam em tais possibilidades começaram a estudar o assunto. O primeiro paranormal a se submeter ao experimento foi o francês Hippolite Baraduc. O objetivo do teste era concentrar seus pensamentos sobre placas de filmes virgens.
As impressões ocorreram. Assemelhavam-se a imagens abstratas que simbolizavam sentimentos e impressões mentais com amor, ódio, medo, felicidade, piedade, etc. Mesmo assim tais imagens não serviram de comprovação para a existência do fenômeno.

NAGAO

Mais tarde, o Dr. T. Furukai realizou algumas experiências com o sensitivo/médium Nagao. Nagao, após algumas tentativas, conseguiu impregnar filmes com símbolos da escrita japonesa.

TED SERIOS

Um outro candidato a se submeter aos testes foi o americano Ted Serios. Alcoólatra, psicopata e sob tratamento psiquiátrico, Ted Serios procedeu numa série considerável de experimentos controlados. Tais testes comprovaram sua capacidade de impregnar filmes. Só o que fazia era olhar fixamente para a lente de uma máquina Polaroid e, então, pedia que o filme fosse descartado quando se mostrasse pronto.

Serios conseguia transportar para os filmes, imagens mentais, inclusive de locais que não mais existiam. Depois de uma série de testes cansativos com o pesquisador Eisenbud, Serios produziu uma cena de palco de teatro, onde, após o espetáculo: as cortinas desciam. Veio a falecer logo em seguida.

ALBERT EINSTEIN

Baseados nestes testes, alguns pesquisadores concluíram que os pensamentos são um tipo de matéria plasmável, originária do poder mental. O renomado físico Albert Einstein também assim pensava: “Do conceito de que a matéria é um fantasma eletrônico, até a idéia de que pensar é uma imagem-pensamento que se materializa, não existe um grande passo.

KASPAR E KILIAN

Os Cientistas Kaspar e Kilian chegaram à mesma conclusão no livro “Die Phantastic Wissenschaft” (A ciência Fantástica):

A – Os pensamentos são criaturas energéticas de duplo valor: são em primeiro lugar compostos de matéria superfina; em segundo lugar, interferem sob a forma de impulsos, nos processos cibernéticos de informação do cérebro físico.

B – Os pensamentos, em seu aspecto superfísico, podem assumir certas formas e juntarem-se ao seu criador ou à pessoa para qual são dirigidos. Sua aceitação ou repulsa depende de certas leis de simpatia.

C – As leis sobre as quais se baseiam as atividades dos pensamentos devem ser as mesmas que regem os processos psi, até hoje inexplicados. Se fosse possível com a ajuda da fotografia Kirlian ou outras técnicas, comprovar definitivamente a influência telepática dos pensamentos sobre o bioplasma, então a realidade do pensamento seria também um fato comprovado pelas leis da física.

D – No nível superfísico, pensamento e ação são iguais. Não existe separação entre os dois e o valor do pensamento é de importância decisiva. Através dos pensamentos, o ser humano cria sua própria atmosfera superfísica.
Desta forma, podemos perceber que os pensamentos se imprimem e se cristalizam após receberem energia mental. Portanto, em melhor definição, as formas-pensamento são formações mentais modeladas pelo dinamismo da energia mental. São guiadas pela vontade e fortalecidas pela imaginação.

COMO E DE QUE SE FORMA?

Estamos constantemente pensando. Cada pensamento produz dois efeitos: a) a vibração psico-radiante; b) uma forma flutuante. Sob a perspectiva de observadores extrafísicos notamos claramente ambos os efeitos.
Como pudemos ver ao longo da explanação deste livro, a atividade mental não é gerada no cérebro, e sim, na consciência encarnada que reside e comanda o corpo físico. Apenas rememorando, esta consciência está acondicionada infusa e difusamente em vários corpos, dos quais podemos citar alguns:

Corpo Físico

Corpo Psicossomático (astral, perispírito, etc)

Corpo Mental

Corpo Causal

Não vamos nos ater nas interfaces que coligam cada um dos corpos. Existem níveis de pensamento que farão sensibilizar um tipo de matéria específica. Por exemplo: o pensamento puramente intelectual está relacionado à matéria mental. Se o pensamento é de desejos egocêntricos este está relacionado com a matéria psi (matéria psicossomática).
A vibração consiencial (emitida por uma consciência extrafísica encarnada e desencarnada = espírito) tende a reproduzir o seu próprio ritmo de movimento e entrar em contato com qualquer consciência encarnada ou não. Isto significa que o receptor poderá confundir tais ritmos vibratórios com os seus próprios pensamentos.

Deve-se notar que a vibração leva consigo não o assunto, mas o seu caráter e sua forma. Assim, as ondas de pensamento que erradia de uma pessoa devotada a alguma seita religiosa, tenderá a estimular tais sentimentos em uma pessoa que esteja em sintonia.

DISTÂNCIA

A distância parece não apresentar problemas para a forma-pensamento plasmada, com exceção da eventual perda de força à medida que se afasta de sua fonte emissora. A forma-pensamento se desloca na velocidade do pensamento, mas retorna também rapidamente para buscar “mais vida”. Esta força é novamente recuperada quando o próprio emissor é estimulado pela imaginação, por exemplo:

Digamos que exista uma forma-pensamento plasmada por uma pessoa que não gosta de outra.Tal forma pensamento irá assediar a segunda. Ao longo do tempo a força deste ser artificial vai diminuindo e, então, ele retorna ao emissor para absorver mais energia. Geralmente o emissor não tem consciência da existência da forma-pensamento.

Mas ele, inconscientemente, doará sua energia, pois a atividade vibracional da forma-pensamento em seu campo psicosférico despertará “lembranças-sentimento” da pessoa-alvo. Tais “lembranças-sentimento” alimentarão a forma-pensamento e a mesma retornará para se agregar à atividade mento-energética da pessoa-alvo. E assim sucessivamente.

MATERIAL

Conforme dito anteriormente, o nível de pensamento criará um campo energético que atrairá para si um tipo de matéria, seja psi ou mental. Desta forma, quando um pensamento de elevado nível vibratório é emitido, a respectiva forma pensamento se revestirá da matéria mental lançada pelo próprio corpo mental. Sendo assim, será de grande poder e energia.

Poderá ser dirigida por uma vontade firme e forte. O mesmo processo de plasmagem ocorrerá com a matéria psi. O nível de pensamento voltado para emoções e desejos fará com que a forma pensamento se revista de matéria liberada pelo psicossoma.

Este tipo de ser é praticamente visível por olhos treinados. O psicossoma é quase material. Desta forma, é possível sentir ou ver claramente as formas-pensamento desta natureza. Na verdade, estamos mergulhados nelas, pois a maioria das pessoas concentram seus pensamentos nos desejos, paixões ou emocionalismos.

DIREÇÃO

As formas pensamentos respondem muito facilmente à influência do pensamento humano e ao desejo. Assim, a direção à qual estes elementais artificiais foram dirigidos pode ser modificada instantaneamente, mesmo estando a longas distâncias.

PLASMAGEM

A plasmagem das formas-pensamento ocorre instantaneamente. Um homem, quando pensa num objeto concreto – uma caneta, um carro, uma paisagem, etc. – plasma uma minúscula imagem do objeto com sua matéria mental Tal imagem permanece flutuando logo à frente do seu rosto, tal qual uma imagem holográfica.

Ela durará todo o tempo em que o indivíduo estiver pensando no objeto. Imagens de pessoas são assim plasmadas. Em algumas sessões de materializações através da ectoplasmia foi possível materializar formas-pensamento deste gênero.

CRIAMOS VIDA

Todos nós somos criadores de uma pseudovida. As formas-pensamento, quando são criadas pelo desejo ou paixão, adquirem vida. Elas terão como força animadora (alma) a força mental liberada pelo emissor.
As formas-pensamento que possuem “vida”, também são portadoras de semi-inteligência. Esta inteligência artificial é resultado da energia da pré-programação da mente do emissor. Este impulso mental, quando agregado à matéria que compõe a forma-pensamento fará com que a mesma se comporte como uma criatura viva, de intensa atividade, animada pela idéia que a gerou.

Alguns psíquicos e videntes não treinados chegam a considerar entidades realmente vivas. O período de vida de uma forma-pensamento depende dos seguintes fatores:

a) intensidade do pensamento sobre o objetivo;
b) repetitividade da imaginação que lhe fornecerá mais força. Isto lhe dará um efeito cumulativo de energia, fortalecendo-se mais e mais. Existem casos de formas-pensamento que chegaram a durar décadas. Mas sabemos que não são eternas.
OBSESSÃO

A grande maioria das formas-pensamento plasmadas é, basicamente, cópia ou imagem de pessoas ou objetos. A imagem constroe-se no corpo mental e desprende-se, projetando-se para fora. Quando pensamos numa pessoa de que não gostamos, criamos um ser que se vinculará ao campo psicosférico da pessoa alvo. Seu formato poderá ser indefinido ou muito bem delineado.

Para plasmadores experientes é possível moldar a forma-pensamento no formato de uma entidade atemorizante. A pessoa-alvo, dependendo de sua acuidade para-sensorial, poderá ver tal entidade artificial e, assim, aterrorizar-se. Eu, particularmente, plasmei uma entidade que permanece ativa e guarda minha residência.

Vez ou outra é possível senti-la, ou mesmo vê-la nos arredores. Um desejo suficientemente forte – seja afeição ou ódio – estimulará a entidade. A mesma se desligará do seu criador e cumprirá seu objetivo. A vítima, para qual a forma-pensamento se dirige, será o centro energético que manterá a criação agregada.

A forma-pensamento ao tocar o campo psicosférico da pessoa alvo, descarregará sua energia acumulada. Encontrando um campo energético adequado, ou seja, o indivíduo-alvo se identificando com o campo vibratório da forma-pensamento, a vítima sofrerá as agressões e reações concernentes.

Esta identificação ocorre de inúmeras maneiras. Se os sentimentos da pessoa alvo corresponderem à carga vibratória da forma-pensamento, haverá compatibilidade entre os dois e a obsessão terá início. Após a descarga de vibrações, a forma-pensamento retornará ao seu criador para se restabelecer.

Por outro lado, se a pessoa alvo não estiver em sintonia com a carga vibracional do respectivo ser artificial, e este último não encontrar energia alimentadora em seu criador, o mesmo se tornará errante, atraído por qualquer um que manifeste energia-sentimento que as sintonize com a dele

Quando uma pessoa pensa negativamente sobre outra, e a forma pensamento é liberada, o simples arrependimento não a dissipará e nem a trará de volta. O poder da entidade só pode ser neutralizado com o envio de pensamentos dirigidos de polarização contrária. Como podemos perceber, estamos constantemente criando seres obsessores que nos prejudicam todos os dias.

Muitas pessoas são vitimas de suas próprias criações, pois, não tendo consciência de suas existências, passam a ser obsidiadas pelas próprias, as quais vampirizarão cada vez mais suas energias para manterem-se vivas.

formas pensamento (1)

REAÇÕES

As reações negativas provocadas por uma forma-pensamento são inúmeras. Podemos citar algumas delas:

Simples arrepio
Alteração no estado emocional (tristeza súbita ou euforia)
Sensação de não estar só
Queda repentina ou elevação na pressão sanguínea. Isto causado pelo vínculo da forma-pensamento com o campo psicosférico do indivíduo.
Acidentes inesperados
Confusão mental
Doenças Súbitas
Distúrbios no meio Sócio-Familiar (discussões sem fundamento)
Contudo, as formas pensamentos podem causar efeitos opostos quando criadas com bons propósitos.

COMBATE

Quando assumimos a posição de observadores extrafísicos podemos ver as formas-pensamento totalmente destroçadas, esfaceladas e gravitantes.

PSICOPATAS

As formas-pensamento fazem parte de muitas alucinações de vários tipos de psicopatas.

PADRÃO

Para cada pensamento-sentimento, uma forma-pensamento padrão é criada. Segue abaixo algumas delas:

Pensamento Padrão de Formação

Segurança – Formato de uma flor
Curiosidade construtiva – Formato de uma serpente amarela
Aspiração a um objetivo construtivo – Formato de um cone azul
Irritação – Mancha vermelha e laranja
Cólera refreada – Formato de um estilete
Ciúme – Serpente marrom
QUADRIDIMENSIONAIS

Devemos lembrar que as formas-pensamento são imagens quadridimensionais. Portanto é muito difícil descrevê-las adequadamente. Qualquer tentativa neste sentido implicará na reprodução parcial das mesmas. O que vemos em quatro dimensões é diferente do que vemos representados em papel, cujo esboço é apenas em duas dimensões.

CONCLUSÃO

Assim, um conhecimento mais acurado sobre o que pode fazer a mente humana se faz necessário. As formas-pensamento não são mera atividade cerebral, mas criaturas que vivem para construir ou destruir em nível mental. Cada um de nós esta gerando-as incessantemente, noite e dia.

Sofremos ataques constantes, sem ao menos dar-nos conta disto. Munidos de conhecimento, devemos nos defender deter ataques. Isto nos auxiliará a mantermos maior equilíbrio sobre nossos sentimentos, pensamentos e, conseqüentemente, ações. É exatamente isto que irei ensinar.

Ninguém deve hesitar em fazer uso deste novo poder. Trata-se de uma função a mais, que possibilitará a cada um de nós assumir maior responsabilidade sobre o que pensamos.

TÉCNICA DA CRIAÇÃO DAS FORMAS-PENSAMENTOS

A técnica aqui descrita foi devidamente testada por mim durante aproximadamente cinco anos. As comprovações dos fatos foram claramente evidentes. Denomino este procedimento de criação mental como a “Técnica do Observador”. O motivo deste nome será exposto ao longo da explanação a seguir. Antes de partirmos para o procedimento de criação em si, é necessário esclarecer alguns pontos de interesse.

MINÚCIAS

A criação de forma-pensamento exige minúcias quanto à sua visualização, objetivo e direcionamento.

PENSAMENTO

O pensamento é a matéria-prima para a formação do ser artificial. Juntamente com a vontade e a atenção fixada, comporão a forma-pensamento “viva”.

MANUTENÇÃO

A forma-pensamento é plasmada pelo esforço concentrado, visualizada pela imaginação, vitalizada pelas emoções e mantida pela vontade.

FALHAS

Nesta técnica, o pensamento espontâneo e sem vitalização da vontade, concebe esboços informes da imagem. O pensamento falho obtém criações falhas.

TRIDIMENSIONAL

Na formação da forma-pensamento, os objetos ou formas imaginadas não devem ser concebidos apenas com seus delineamentos ou contornos, mas também com certo relevo, dando-lhes o aspecto tridimensional. Após o destacamento do campo mental, será assumido o aspecto tridimensional. Ao adquirir vida própria, adquire características quadridimensionais.

REMODELAGEM

Os objetos plasmados podem se remodelados com facilidade. Através da força criativa do emissor, é possível acrescentar ou eliminar detalhes no objeto criado. Isto somente acontecerá se o pensamento remodelador tiver a mesma carga vibracional-energética da forma principal criada. A alteração é possível, mas a neutralização é difícil.

MATURIDADE

Após algumas experiências e posteriores comprovações, a pessoa que criou a forma-pensamento terá consciência do poder que possui, e passará a vigiar melhor seu pensamento. Por outro lado, o indivíduo que assim não proceder, será vítima de sua própria força no momento em que a forma-pensamento retornar para buscar mais “vida”. A Auto-obsessão. Somos constantemente vitimados pela falta de conscientização.

LAZER

O domínio da criação da forma-pensamento, torna-se uma ocupação sadia para aqueles que possuem uma visão treinada. Em ambiente totalmente escuro, é possível criar uma forma para ser apreciada pelos demais, que acompanham o evento.

TÉCNICA DO OBSERVADOR

Esta técnica está intimamente ligada ao tipo de forma-pensamento plasmada pela matéria psicossomática. É preciso, como início básico, aprender como liberar este tipo de energia voluntariamente, sem a necessidade de nenhum estado alterado de consciência.

Quando criança necessitamos de algum tampo para poder aprender a usar o corpo físico. Para andar, rolar, correr e pegar, necessitamos de alguns procedimentos básicos. Tudo é feito passo-a-passo.

Ao longo do tempo, quando adquirimos prática, economizamos tempo e não mais necessitamos de procedimentos básicos. Tudo é feito rápida e eficientemente. Da mesma forma será o aprendizado desta técnica. Com o tempo e prática, certos passos poderão ser suprimidos, pois, já farão parte da função do complexo energético do indivíduo.

PROCEDIMENTOS

Como início, observe certos procedimentos básicos que o auxiliarão a disciplinar sua nova atividade:

Local e Horário – Os exercícios deverão ser feitos em um local e horário conveniente, sem a intervenção de quem quer que seja. Sugerimos no próprio quarto e a noite. Não será problema se você possuir outro local e outro horário.
Prática – Enquanto aprender a “Técnica do observador”, você deverá sempre realizar os exercícios no mesmo horário e local.
Calmo – Esteja certo de seu ambiente estar calmo e seguro para a realização da prática.
POSTURAS

As seguintes posturas ou posições serão utilizadas durante o aprendizado da técnica:

Posição ereta: Em pé, sem enrijecer os músculos. A cabeça é mantida ereta, os ombros relaxados. Os pés paralelos e quase juntos.
Posição sentado – Exatamente como as antigas estátuas egípcias. As palmas das mãos sobre os joelhos. Coluna vertebral relaxada e não muito arquejada. Os pés mantidos paralelamente.
PASSO 1 – RESPIRAÇÃO

A respiração é de grande importância para a realização da exteriorização do “Observador”. O procedimento é bem simples, mas exige disciplina, pois estará estimulando a energia circulante no corpo físico, conseqüentemente, nos outros corpos energéticos.

1 – Na posição ereta:

a) Respire profundamente pelo nariz;
b) Mantenha o ar nos pulmões o máximo possível;
c) Expire vagarosamente pelo nariz;
d) mantenha os pulmões totalmente vazios por cinco segundos;
e) Inspire e repita a operação.
Nota: Pratique este tipo de respiração até que se torne um hábito diário

PASSO 2 – ENERGIZAR OS CENTROS DE ATIVIDADE (CHACRAS)

Os chakras são centros de atividade ou magnéticos vitais do ser humano. A palavra chakra é sânscrita, e significa roda.

Estes centros magnéticos são pontos de conexão através dos quais a energia flui de um corpo energético para outro, inclusive o corpo físico. A quem possuir um pouco mais de sensibilidade ou mesmo vidência, é possível ver os chakras em plena atividade. Eles estão dispostos no ser humano da seguinte maneira.

POSIÇÃO SÂNSCRITO PORTUGUÊS

Base da Espinha Muladhara Chacra Raiz/ Básico

Baço Chacra Mesentérico
Umbigo/Plexo Solar Manipura Chacra do Umbigo
Coração Anahata Chacra Cardíaco
Garganta Vishuddha Chacra Laríngeo
Entre as Sobrancelhas Ajna Chacra Frontal
Alto da Cabeça Sahasrara Chacra Coronário
ENERGIA

Conforme explanado no capítulo 21, a energia cósmica, que está espalhada por toda parte do Universo, penetra em cada um destes centros. Os mesmos, devido aos seus movimentos magnéticos circulares, projetam a energia de maneira ondulatória.

A energia é irradiada de si mesma em ângulos retos, mas em linhas retas, como se cada centro de atividade fosse uma roda de bicicleta e a energia os raios. O número de raios difere em cada centro e determina o número de ondas. Estas ondas eram interpretadas pelos orientais como pétalas e os centros, flores.

CRIAÇÃO

Para procedermos à criação das formas-pensamento livres, e para que fiquem sob o nosso comando, é necessário o desprendimento de certa quantidade de energia. Isto significará vida para a forma-pensamento. Assim precisamos gerar uma boa quantidade de força, e para isso, todos os centros de atividade deverão estar acesos.

PASSO 3 – PRÁTICA

Não são necessários procedimentos exóticos para energizar os centros de atividade. O simples pensar sobre cada um deles dispara o mecanismo energético para seu “acendimento”. Isto se compara ao ato de andar, por exemplo.

Quando queremos nos locomover, basta simplesmente pensar e desejar. O resultado (andar) acontece automaticamente. Existe apenas uma seqüência básica para a energização dos chakras. O acendimento ordenado favorecerá o fechamento do circuito de força, auxiliando a emissão da matéria psicossomática para a formação da forma-pensamento.

Fique na posição ereta.
Inicie a respiração descrita no passo 1
Continue assim, até que seus sentidos, emoções e pensamentos se acalmem.
Agora, no momento em que expirar torne-se consciente do seu chakra coronário. Não se apresse. Mantenha se calmo. Sinta a sensação provocada pelo simples pensar neste chakra.
Inspire e “imagine” um eixo ou canal de luz ligando-se ao chakra frontal. Agora expire e mantenha o ar fora dos pulmões por cinco segundos. Sinta a energia deste chakra. As sensações são das mais variadas: arrepios, alteração da temperatura, tontura e formigamento. Estes sintomas poderão vir juntos ou isoladamente.
Inspire e “imagine” o eixo ou canal de luz se dirigindo para o chakra laríngeo. Expire e sinta a energia.
Siga com o mesmo procedimento pelos chakras do coração, umbigo e básico (área genital).
Torne-se consciente de todos os centros de atividade.
Todos ligados e funcionando com plena vitalidade. Sinta a energia fluindo. Você está pronto para criar a “vida elemental”. Você deverá praticar os passos 1 e 2 diariamente no intuito de desenvolver cada vez mais suas percepções quanto ao fluxo energético.

OUTROS BENEFÍCIOS DESTA PRÁTICA:

Reforço dos centros de atividade e a comunicação entre eles.
Fluxo livre de energia psíquica.
Desenvolvimento de outras capacidades paranormais.
CHAKRA DO UMBIGO – PLEXO SOLAR

O plexo solar é de grande importância para a prática da exteriorização da matéria que formará a forma-pensamento. Esta região é também o ponto através do qual a forma-pensamento será incorporada no intuito de captarmos as informações previamente solicitadas ao Observador. Veremos mais à frente como isso é feito.

PASSO 4 – EXTERIORIZAÇÃO

O local e o horário deverão ser escolhidos para este fim. Não use nenhuma roupa apertada. Se você comeu em demasia, espere até que a digestão seja concluída.
Quando estiver pronto, permaneça na posição ereta.
Proceda ao passo 1. Tempo: 5 a 10 minutos.
Proceda ao passo 2. O tempo neste caso dependerá do seu grau de concentração.
Concentre-se agora no plexo solar. Sinta-o pulsar. A energia flui e concentre-se nele sob o comando de sua própria vontade. Mantenha a concentração nesta região.
Neste ponto, todos os centros de atividade estarão “acesos”, prontos para executarem o que a mente principal (você) ordenar.
Agora, comande que se forme à sua frente, aproximadamente à distância de um braço, uma bola de energia. Ainda procedendo com a respiração (passo 1) ao expirar, comande a saída da matéria psicossomática. Ordene e assim acontecerá. Você terá a sensação de vácuo na altura do estômago. Isto porque a matéria começou a se exteriorizar.
A cada expiração mais matéria se deslocará para fora. No momento em que achar conveniente cesse a respiração.
Com muita atenção é possível sentir a forma criada. Faça o seguinte experimento: Estique os dois braços até onde a forma-pensamento está. Espalme as duas mãos. Sinta. Perceba que algo parece estar lá.
A forma-pensamento necessita de vida. Com os olhos semicerrados comande que brilhe. Assim acontecerá.
Programe as funções da forma-pensamento da seguinte forma:
a) Local-destino.
b) Pessoa a ser contatada. A imagem mental do indivíduo é suficiente.
c) Em caso de não saber o paradeiro do indivíduo, basta lembrar de sua personalidade. Desta forma, se criará um vínculo energético imediato, através disto a forma-pensamento se guiará.
d) Transmita suas impressões, se caso alguma mensagem deva ser transmitida. Lembre-se, a pessoa-alvo não capta informações, e sim o caráter da mensagem.
e) Estipule o tempo em que a forma-pensamento deverá ficar em contato com o indivíduo. Em média, 5 minutos são o suficiente.
f) Inclua na programação, a captação de informação sobre a pessoa-alvo. Assim, ao retornar, você poderá saber a situação da mesma.
g) Dê o seguinte comando para o desprendimento: “Vá”. Você sentirá algo se deslocando.
Você acaba de criar o Observador. Trata-se de uma sonda mental que assumirá uma forma passiva de trabalho para-fisico. Durante o período de ausência da forma-pensamento, você poderá realizar outras atividades referentes às suas obrigações triviais. Ao retornar, infalivelmente dentro do prazo estipulado, você sentirá a presença do Observador. Geralmente sua presença provoca os sintomas de arrepio ou uma certa perturbação. Assim é hora de incorporá-lo para assimilação das informações.
Agora sente-se confortavelmente.
Inspire profundamente. Neste instante comande o Observador para juntar-se novamente a você. Na altura do plexo solar, a sensação de vácuo retornará.
Após a incorporação aguarde alguns minutos. Isto dará tempo para que a informação se processe a nível energético, e posteriormente o cérebro processe os impulsos neurônicos que despertarão sensações.
Tais informações poderão emergir como sensações, emoções, imagens mentais ou intuições.
Volte à sua atividade normal, mas lembre-se de fazer os registros sobre o ocorrido.
IMPORTANTE:

Dependendo do seu estado emocional, em particular os considerados negativos como ódio, rancor, mágoa, o Observador sairá com uma freqüência específica. Ao longo do seu caminho de volta ele captará e acumulará freqüências de mesma natureza.
No momento da incorporação, a carga da energia duplicará, podendo causar sobrecarga no sistema nervoso autônomo. Desta maneira, prováveis danos físicos ocorrerão. Assim, recomendamos o uso da técnica do Observador com muita cautela.
Como tudo possui um lado positivo e negativo, esta prática também tem seu lado construtivo e destrutivo. Caberá ao usuário verificar o seu correto uso. Para aqueles que se disponham a proceder negativamente, sugiro que leiam novamente a explanação sobre o que é a forma-pensamento e seus efeitos quando criam vida própria.
Quando o observador se vai para uma missão, não há perda de material psicossomático por parte do emissor. A própria natureza recompõe imediatamente. Ao retornar, não há excessos desta, pois a redistribuição é prontamente efetivada. O que sobrar dissipa-se.
Se não desejar a incorporação, programe o Observador para transmitir a mensagem e se dissipar quando tudo estiver concluído.
Não há limites de distância e tempo.
Em caso de não localizar a pessoa, por qualquer falha na programação, a transmissão de informação não acontecerá. Será como uma comunicação vaga e sem conteúdo informativo.
Em caso de falecimento da pessoa-alvo, o Observador poderá não fazer distinção entre o ser encarnado ou desencarnado. Principalmente se a morte foi recente. Sabemos que muitas pessoas que falecem continuam a rondar o local onde fisicamente viviam. Neste caso, o Observador contatará e absorverá informações como se estivesse viva fisicamente. Se o desencarnado possuir um pouco mais de esclarecimento, ele poderá aproveitar esta sonda e imprimir algumas mensagens nela, pois ele saberá que ela pertence a um ente da família ou amigo.
O observador pode ser plasmado com outras características quanto à sua forma. Pode ser plasmado na forma humana, ou uma réplica do emissor. O problema deste último é que alguns obsessores tentam “brincar” com esta forma mental e a seguem até o emissor. Se o mesmo não tiver estrutura psico-emocional equilibrada, poderá sofrer conseqüências consideráveis.
COMPROBATÓRIO

Venho utilizando a técnica do Observador por anos com evidentes resultados. Apesar do caráter simplório dos experimentos, relato abaixo três casos de forte teor comprobatório.

CASO 1

Em 1989 trabalhava numa empresa, que estava enfrentando sérios problemas devido à sua situação econômica. Foi decidido pela diretoria que 50 % do quadro de funcionários seria reduzido. O clima de insegurança era terrível. A situação era de tensão, desânimo, negativismo, discórdia e discussões. Decidi, portanto, realizar um experimento. A idéia era enviar uma sonda para a destruição, pelo menos temporária, da egrégora negativa existente no local. À Noite, antes de me recolher, procedi com a exteriorização do observador. Tempo previsto para a dissipação da egrégora foi de dois minutos. Não haveria incorporação, pois o Observador estaria lidando com energias perigosas. Poderia haver sobrecarga no meu sistema nervoso autônomo. No dia seguinte (13/02/89), ao entrar no ambiente de trabalho às 7:30 da manhã, senti uma considerável diferença no ar. Pensei ser influencia da minha própria mente, entretanto, ao longo do dia, notei que as pessoas agiam de maneira diferente. Sentiam-se calmas, e conversavam entre si amigavelmente. Perguntei a várias pessoas o que achavam sobre o clima mais leve do ambiente e todas concordavam que estava muito mais agradável do que nos dias anteriores. Para confirmar o ocorrido, aguardei até o dia seguinte (14/02/89). O ambiente voltou ao caos. À noite realizei o experimento, em 15/12/89 notei que as pessoas agiam de forma diferente como já descrito antes.
CASO 2

Na data de 02/05/89, iria chegar ao Brasil o presidente de uma companhia Argentina para fechar alguns negócios de fornecimento de matéria-prima. Eu, na qualidade de comprador internacional, deveria recepcioná-lo. Surgiu um imprevisto e isso me impossibilitaria de ir buscá-lo. Sob a perspectiva de uma relação internacional, isto poderia ser considerado uma falha muito séria. Contatei um amigo no intuito de auxiliar-me neste caso. A idéia era recepcionar e trazer o argentino para a companhia. Ele negou, pois já havia acertado outro compromisso inadiável. No momento ele tinha sido a única esperança. Às 16:00h do dia 01/05/89, resolvi enviar o Observador até este meu amigo para forçar-lhe a refletir sobre a oportunidade que estaríamos perdendo. Assim o fiz. Ao retornar, incorporei o Observador. As impressões captadas foram as de que este meu amigo sentia perfeitamente a influenciação pré-programada da sonda e em breve me ligaria. Às 22:00h do dia 01/05/89 ele ligou. Concordou em recepcionar o argentino. Perguntei-lhe porque havia mudado seus planos. Disse-me que não sabia explicar como, mas sentiu-se interessado em conhecer a tal pessoa que chegaria. Analisou a situação e percebeu que seu compromisso poderia ser postergado para qualquer outro dia. Foi como um ímpeto inexplicado. Nem sabia expor o porquê. Eu tenho a resposta: O OBSERVADOR.
CASO 3

Fiquei sabendo através de terceiros que um conhecido estava passando por um problema de saúde muito sério. Naquele dia, eu estava impossibilitado de vê-lo. Resolvi, então enviar o Observador para captar impressões do seu atual estado de saúde. Exteriorizei a sonda e programei-a para transmitir energia revitalizadora para auxiliá-lo na recuperação. O tempo de contato sonda/pessoa alvo era de 5 minutos. Depois de passado este tempo, o Observador retornou. Senti sua presença atrás de mim. Sentei para incorporá-lo. Ao fazê-lo, não captei nenhuma impressão. Era como um canal livre de rádio ou televisão. Imediatamente liguei para um parente próximo deste amigo. O mesmo informou que ele havia falecido naquela mesma hora. Através destes três exemplos, desejei mostrar que a técnica do Observador pode ser usada das mais variadas formas. É uma ferramenta para-física, que o auxiliará sobremaneira em variadas situações da vida.
CONCLUSÃO

A veracidade da existência e manipulação da forma-pensamento só poderá ser comprovada com o uso da técnica. O ceticismo barato, sem prática, deixa de ser razão e passa ser ignorância. Devemos vivenciar a experimentação, analisar, manter o espírito crítico e, assim, julgar.

Creio ter reunido neste experimento fatos lógicos que pelo menos farão o leitor pensar sobre o assunto. O tema forma-pensamento não é novo, como já explanado no início deste livro. Mas a manipulação da forma-pensamento para uso próprio é praticamente exclusiva e, mesmo assim, não é de meu interesse manter este assunto “fechado a sete chaves”.

Creio que a humanidade necessita se conscientizar da situação de sua existência e criar maior responsabilidade sobre seus atos, principalmente sobre o que pensa. Se o leitor vai fazer bom ou mau uso deste ensinamento é um problema dele.

O Avião foi inventado com bons propósitos, no entanto, foi utilizado para a guerra. Com o tempo, o homem descobrirá que a destruição não leva parte alguma. O desafio não é a conquista de territórios ou bens, e sim, a conquista de sim mesmo.

Autor: Geraldo Medeiros Jr

Este manual de conhecimento oculto mais necessário a todos os estudantes. Assimilado por todos os humanos do planeta, mudaria o mundo para melhor...
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Edgar Cayce: O Profeta Adormecido! Ainda na infância, Cayce relatava experiências incomuns que despertavam a curiosidade de seus familiares. Ele afirmava conversar com parentes já falecidos e dizia perceber presenças espirituais ao seu redor. Segundo seus relatos, uma das experiências mais marcantes ocorreu quando uma misteriosa mulher vestida de branco lhe apareceu em uma visão e perguntou qual seria o maior desejo de sua vida. Sua resposta foi simples, mas reveladora: Quero ajudar as pessoas!. 1 . Edgar Cayce: A História do Profeta Adormecido Toda sua infância foi no Kentucky e Experiências Incomuns. Edgar Evans Cayce nasceu em 18 de março de 1877, em uma região rural do estado do Kentucky, nos Estados Unidos. Filho de uma família simples de agricultores, cresceu em meio aos campos e à vida tranquila do interior americano. Desde muito cedo, porém, sua trajetória parecia seguir um caminho diferente do das demais crianças. Ainda na infância, Cayce relatava experiências incomuns que despertavam a curiosidade de seus familiares. Ele afirmava conversar com parentes já falecidos e dizia perceber presenças espirituais ao seu redor. Segundo seus relatos, uma das experiências mais marcantes ocorreu quando uma misteriosa mulher vestida de branco lhe apareceu em uma visão e perguntou qual seria o maior desejo de sua vida. Sua resposta foi simples, mas reveladora: queria ajudar as pessoas. O Mistério do Aprendizado pelo Sono 🎯 A partir desse momento, acontecimentos extraordinários passaram a fazer parte de sua rotina. Cayce afirmava possuir uma capacidade incomum de aprender. Conta-se que, ao colocar livros sob o travesseiro enquanto dormia, conseguia absorver seu conteúdo ao despertar. Embora essa alegação jamais tenha sido comprovada cientificamente, ela contribuiu para a construção da aura de mistério que o acompanharia por toda a vida. ✨ Com o passar dos anos, suas habilidades tornaram-se mais evidentes. Ele dizia ser capaz de perceber a energia das pessoas e identificar problemas de saúde apenas entrando em um estado especial de consciência. Foi justamente essa característica que o tornaria famoso em todo o país. 🎯 Independentemente da interpretação adotada, Edgar Cayce tornou-se uma figura singular do século XX 2. O Transe e as Leituras Médicas Durante a juventude, Cayce trabalhou em diversas atividades, incluindo a fotografia, profissão que exerceu por muitos anos. Entretanto, sua notoriedade começou a crescer quando passou a realizar diagnósticos médicos em um estado semelhante ao transe. Nessas ocasiões, deitava-se confortavelmente em um divã, fechava os olhos e relaxava profundamente. Nesse estado alterado de consciência, descrevia doenças, indicava tratamentos e respondia a perguntas sobre os mais variados temas. Foi por causa desse método singular que recebeu da imprensa americana o apelido de “O Profeta Adormecido”. Enquanto permanecia aparentemente dormindo, suas respostas eram registradas por estenógrafos, formando milhares de documentos que seriam preservados para as gerações futures. 3. Atendimentos e Reconhecimento No complexo organograma das organizações de natureza inferior, a figura do Planejador destaca-se como o cérebro por trás das operações mais sofisticadas. Diferente dos executores passionais, ele é a personificação da frieza e da impessoalidade. Sua atuação é estritamente mental: ele possui uma cultura vasta, uma erudição refinada e uma capacidade dialética invejável, o que o torna um debatedor perigoso e um argumentador contundente. Ele não se envolve no “trabalho de campo” nem na execução direta das obsessões; sua função é traçar planos estratégicos com uma precisão matemática. Analisa vulnerabilidades, estuda brechas morais e coordena ataques psicológicos de longo prazo. Por essa capacidade técnica e desapaixonada, goza de imenso prestígio e respeito nas hierarquias trevosas, sendo consultado por líderes e comandantes que dependem de sua inteligência para manter o controle sobre suas áreas de influência. Ao longo de mais de quarenta anos, Edgar Cayce realizou cerca de 14 mil leituras, abordando temas relacionados à saúde, espiritualidade, reencarnação, desenvolvimento pessoal, história antiga e acontecimentos futuros. Embora não possuísse formação médica formal e tivesse estudado apenas até a oitava série, milhares de pessoas procuravam seus conselhos. Um dos casos mais famosos ocorreu quando diagnosticou corretamente um problema na coluna de um médico que acreditava estar sofrendo de apendicite. Posteriormente, exames confirmaram que o sensitivo estava correto. Casos como esse ajudaram a consolidar sua reputação e atraíram cada vez mais interessados em seus serviços. Apesar da fama crescente, Cayce jamais acumulou grande fortuna. 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Dialogo-com-as-Sombras

DIÁLOGO COM AS SOMBRAS

Diálogo com as Sombras! O título “Diálogo com as Sombras” refere-se principalmente a uma obra clássica da literatura espírita escrita por Hermínio Corrêa de Miranda. O livro é um guia fundamental para o estudo e a prática da mediunidade, focado especialmente no processo de doutrinação e assistência a espíritos sofredores. Explicações minuciosas sobre o intercâmbio entre encarnados e desencarnados e os recursos eficazes de auxílio, como a prece e o passe. Embora o livro espírita seja a referência mais comum para esse título, o termo também aparece em outros contextos: Psicologia Analítica: Relaciona-se ao conceito de “Sombra” de Carl Jung, que envolve o reconhecimento e a integração de aspectos ocultos da personalidade para o autoconhecimento. 1 . O Livro: “Diálogo com as Sombras” Qual é o teu nome? – indaga Jesus. (Como se Ele não soubesse) Responde-lhe: O meu nome é Legião, porque somos muitos. E lhe imploro com insistência que não nos mande para fora deste corpo. (MARCOS, 5:9 e 10) Temos sob as vistas um novo livro de Hermínio Corrêa de Miranda: “Diálogo com as sombras”. Estamos familiarizados com os escritos do autor, pois acompanhamo-lo em seus estudos, ano após ano, pelas páginas de “O Reformador”. Conhecemos-lhe as análises criteriosas de dezenas de obras de bastante repercussão, nas esferas da religião, da filosofia e das pesquisas, no mundo do Espiritualismo e, mais especificamente, do Espiritismo e do Evangelho de Jesus. Raros serão os livros marcantes de escritores contemporâneos e antigos, nessas especialidades, que lhe não hajam merecido a crítica serena e constructiva. Terras de Santa Cruz 🎯 Missão Os sistemas doutrinários erguidos pelo pensamento humano, na sua longa e exaustiva elaboração, no curso de milênios, são-lhe objeto de estudos e elucubrações, geralmente traduzidos em artigos e livros que a Federação Espírita Brasileira vai imprimindo e difundindo, aqui e fora dos próprios limites territoriais das Terras de Santa Cruz. ✨ Características Nos últimos anos, os trabalhos de Hermínio Corrêa de Miranda têm esflorado temas de grande importância, como sempre, mas de abordagem difícil, alguns deles pouco estudados antes. “O médium do Anticristo”, por exemplo. Os artigos referentes a “A morte provisória (I e II)”, “Uri Geller”, “O cinquentenário de Lady Nona”, “A maldição dos faraós” etc. 🎯 Aura Fazem-nos pensar mais detidamente nas profundidades do desconhecido. 2. O Dirigente das Trevas: Um poderoso desencarnado Esta figura, recorrente e desafiadora nas reuniões de desobsessão, exerce o papel de verdadeiro estrategista das sombras. Ele não se manifesta por acaso; sua presença é precedida por uma fase minuciosa de observação, na qual estuda as vulnerabilidades da equipe mediúnica e sonda a firmeza moral dos doutrinadores. Sua intenção é clara: mapear o terreno para tomar providências que assegurem a manutenção de seus domínios espirituais e a continuidade do cerco às suas vítimas. Trata-se de um espírito que, inequivocamente em sua última passagem pela Terra, ocupou cargos de alta relevância política, militar ou religiosa. Acostumado ao exercício do poder absoluto e ao som das vozes que se calavam diante de suas ordens, ele transpôs para o plano espiritual a mesma mentalidade autocrática. • Mantém uma postura gélida, tratando a todos como súditos insignificantes. • Não age por impulso, mas através de planos complexos e manipulações psicológicas. • Para ele, a conversação fraterna é um sinal de fraqueza. Ele não aceita sugestões; ele exige, ameaça e se coloca em um pedestal de inatingível superioridade. 3. O Planejador: O Arquiteto das Obsessões Complexas No complexo organograma das organizações de natureza inferior, a figura do Planejador destaca-se como o cérebro por trás das operações mais sofisticadas. Diferente dos executores passionais, ele é a personificação da frieza e da impessoalidade. Sua atuação é estritamente mental: ele possui uma cultura vasta, uma erudição refinada e uma capacidade dialética invejável, o que o torna um debatedor perigoso e um argumentador contundente. Ele não se envolve no “trabalho de campo” nem na execução direta das obsessões; sua função é traçar planos estratégicos com uma precisão matemática. Analisa vulnerabilidades, estuda brechas morais e coordena ataques psicológicos de longo prazo. Por essa capacidade técnica e desapaixonada, goza de imenso prestígio e respeito nas hierarquias trevosas, sendo consultado por líderes e comandantes que dependem de sua inteligência para manter o controle sobre suas áreas de influência. 4. O Jurista: A Rigidez do Formalismo nas Sombras No cenário das obsessões complexas, a classe dos Juristas representa a face pseudo-legalista do plano espiritual inferior. São entidades que se caracterizam por serem extremamente autoritárias e seguras de si, mantendo uma postura de inabalável convicção em sua própria justiça. Eles não agem por impulsos desordenados ou violência bruta; pelo contrário, fundamentam todas as suas ações em processos formais, códigos arcaicos e interpretações distorcidas de leis de causa e efeito. Para esses espíritos, a obsesão não é vista como uma perseguição injusta, mas como a execução de uma “sentença” ou a cobrança de uma dívida legítima. Eles se apresentam com a sobriedade de magistrados, utilizando uma linguagem rebuscada e técnica para intimidar médiuns e doutrinadores, tentando transformar a mesa de socorro em um tribunal onde eles ditam as regras. 5. O Executor: O Braço Armado das Trevas Dentro da hierarquia das organizações obsessivas, o Executor ocupa a posição operacional da linha de frente. Diferente dos planejadores ou dos juristas, ele não se ocupa com a filosofia, com a estratégia ou com a justiça das causas; sua função é estritamente de execução. Ele é aquele que apenas cumpre ordens, agindo com uma frieza mecânica e uma total ausência de remorsos. Para ele, o sofrimento alheio é apenas parte de um trabalho a ser cumprido, e sua consciência parece estar anestesiada por milênios de endurecimento moral. Sua motivação não é ideológica, mas puramente mercenária. O Executor é pago com moedas de baixo teor vibratório: o acesso a prazeres sensoriais grosseiros, a satisfação de vícios degradantes ou a recepção de “condecorações” e status dentro das falanges inferiores. Ele se move pelo interesse imediato e pela lealdade ao líder que melhor gratifica seus instintos primitivos, tornando-se uma ferramenta perigosa e persistente nas

DEFICIDEFICIENCIAS NA OTICA ESPIRITAENCIAS NA OTICA ESPIRITA

DEFICIÊNCIAS NA ÓTICA ESPÍRITA

Deficiências Na Ótica Espírita Toda doença física ou mental é uma salvação para os excessos que cometemos em algum momento de nossas vidas passadas. Em outras palavras, a inadequação é o resultado de nossa própria escolha! De acordo com o espiritismo, a vida material é apenas uma parte de nossa existência, que é eterna. 1 . A Visão Espírita A falta de conhecimento ou aceitação da reencarnação é o que leva à nossa incompreensão das falhas. Estamos aqui para aprender, para superar as dificuldades, para superar as inadequações, porque cada um de nós recebe o remédio adequado para nos curar. Sem essas falhas, muitos deuses não conseguiriam pagar suas dívidas. Aprendemos através do amor ou da dor. Claro, a segunda é a nossa maior escola. Na visão espiritualista, a deficiência é uma ferramenta de evolução, uma dádiva, uma forma de nos ajudar a reequilibrar nossas energias. O livro 🎯 “Deficiente Mental: por que fui um?” O livro “Deficiente Mental: por que fui um?” psicografado por Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho, é um apanhado de relatos de diversos espíritos que nasceram ou ficaram deficientes ao longo da vida. É muito interessante e vale a pena ser lido. ✨ Características Temos muitas oportunidades de retornar à Terra em diferentes corpos adequados para nosso aprendizado necessário. Quando há muito abuso, há um desequilíbrio que deve ser restaurado para recuperar nosso equilíbrio. Quando o corpo perfeito é danificado, podemos aprender a valorizar essa grande oportunidade de viver na carne por um tempo, aprendendo a torná-lo normal. Castigos não existem, Deus não nos pune, nós merecemos, e as dificuldades de nossa encarnação são lições valiosas.. 🌈 Divaldo Franco Divaldo Pereira Franco disse em uma de suas apresentações que os pais de pessoas com deficiência podem estar diretamente envolvidos no modo atual como a vida espiritual das pessoas com deficiência é vivida. De certa forma, eles cooperaram ou permaneceram desleixados e não puderam ajudar o irmão que teve a chance de salvar seus erros deficientes hoje numa reencarnação juntos. Perante a deficiência 🎯 Missão E como podemos agir perante a deficiência? Culpar a Deus pela situação não ajudará em nada, pelo contrário, só prejudicará e dificultará ainda mais a condição do deficiente e do cuidador. É preciso garantir um ambiente de muita oração, muita vibração positiva, buscando a fé em Deus para cumprir a missão, para que essa seja uma reencarnação redentora. Buscar auxílio em instituições que trabalhem com os deficientes, porque estão preparados para dar bons conselhos. ✨ Características Esses relatos ajudam a ampliar nossa compreensão, mostrando que há um planejamento espiritual por trás de cada existência. Nada ocorre sem propósito dentro das leis divinas. A reencarnação oferece inúmeras oportunidades de aprendizado. Em cada retorno à vida física, o espírito recebe um corpo adequado às suas necessidades evolutivas. 🌈 Abusos Quando há abusos em vidas passadas, cria-se um desequilíbrio que precisa ser reparado. A deficiência pode surgir como meio de restaurar essa harmonia perdida. 2. Importante destacar Ao vivenciar limitações, o espírito aprende a valorizar aspectos da vida que antes negligenciava. Desenvolve paciência, humildade, resiliência e amor. É importante destacar que, na visão espírita, não existem castigos divinos. Deus não pune. As dificuldades são consequências naturais das escolhas e oportunidades de aprendizado. As experiências difíceis são, portanto, lições valiosas. Cada desafio traz consigo a chance de crescimento e transformação interior. 3. Aos pais e cuidadores Segundo ensinamentos de Divaldo Pereira Franco, muitas vezes há vínculos espirituais profundos entre pessoas com deficiência e seus familiares. Essas relações podem envolver compromissos assumidos antes da reencarnação. Pais e cuidadores, nesse contexto, também participam do processo evolutivo. A convivência proporciona aprendizado mútuo, fortalecendo laços de amor e responsabilidade. Diante da deficiência, a atitude mais adequada não é a revolta, mas a compreensão. Culpar a Deus apenas dificulta ainda mais a caminhada e aumenta o sofrimento. 4. Ambientes de amor O caminho mais construtivo envolve fé, oração e busca por apoio. Ambientes de amor, acolhimento e vibrações positivas contribuem significativamente para o bem-estar de todos os envolvidos. Por fim, mais importante do que entender as causas é saber viver o presente. Enfrentar cada dia com esperança, confiança e serenidade é essencial, lembrando sempre que a vida na Terra é apenas uma etapa da jornada eterna do espírito. 5. Resumo Na ótica espírita, a deficiência não é um castigo divino, mas uma ferramenta temporária de evolução espiritual. Ela pode ser uma prova escolhida, expiação (reparação de erros passados) ou missão (lições de superação), vista como oportunidade de aprendizado e reequilíbrio que visa fortalecer virtudes como a paciência e a resiliência. Propósito Evolutivo: O espírito, antes de reencarnar, pode escolher viver com limitações físicas ou mentais para progredir mais rapidamente ou reparar ações de vidas anteriores. Lei de Causa e Efeito: A deficiência está frequentemente atrelada a expiações, permitindo ao espírito lidar com limitações e evitar erros passados, sendo considerada um “recomeço”. Não é Punição: O Espiritismo nega a visão de que a deficiência é um castigo divino, rejeitando o modelo de punição, especialmente baseando-se na conduta de Jesus, que ensinou amor e acolhimento. Missão e Aprendizado: A deficiência pode ser uma missão para despertar a compaixão e o amor ao próximo, tanto no indivíduo quanto em sua família. 📚 Créditos: Fonte: https://www.eusemfronteiras.com.br/ Imagens: https://pixabay.com/pt/images/search/defici%c3%aancia%20fisica/ https://pixabay.com/pt/photos/terceiro-olho-olho-espiritual-2886688/ – A Visão espirita https://pixabay.com/pt/photos/jovem-mulher-resumo-explos%c3%a3o-1088742/ – Dificuldades https://pixabay.com/pt/photos/fam%c3%adlia-bra%c3%a7o-de-cadeira-papai-m%c3%a3e-2972198/ – Aos pais cuidadores https://pixabay.com/pt/photos/fam%c3%adlia-amor-junto-ao-ar-livre-6639676/ – Ambientes de amor https://pixabay.com/pt/photos/inc%c3%aandio-bombeiros-claro-miss%c3%a3o-22331/ – Missão e Aprendizado Nota: Todas as ilustrações foram criadas por Inteligência Artificial com o objetivo de complementar e enriquecer a compreensão do conteúdo textual. Deixe uma resposta Cancelar Resposta Sessão iniciada como Astra Frole. Editar perfil. Sair? 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Crueldade

CRUELDADE

Crueldadel! A crueldade (do termo latino crudelitate) é a qualidade do que é cruel. Se define como uma resposta emocional de indiferença e prazer diante do sofrimento e a dor de outros. É considerada como um sinal de distúrbio psicológico pela Associação de Psiquiatria dos Estados Unidos. Essa patologia é observada tanto em crianças como em adultos. É um sinal clínico incluído em nosologia psiquiátrica, estando relacionado a desordens antissociais e de conduta. A propensão à crueldade se associa com a patologia sadomasoquista. A Visão Espírita 1 . A Visão Espírita Na perspectiva espírita, a crueldade é compreendida como uma manifestação da ignorância espiritual e do afastamento das leis divinas de amor e caridade. O Espiritismo ensina que todo ato cruel, seja físico ou moral, contra animais, pessoas, ou ao meio ambiente, nasce da falta de compreensão da fraternidade universal e da incapacidade de enxergar o próximo como irmão em jornada evolutiva. Assim, a crueldade não é apenas um erro humano, mas um atraso no caminho do espírito rumo à perfeição. Allan Kardec 🎯 Os ensinamentos A crueldade, portanto, representa um obstáculo à evolução, pois impede o indivíduo de desenvolver virtudes como a compaixão. ✨ Características A benevolência e a indulgência. Cada ato cruel gera consequências espirituais, refletindo na lei de causa e efeito, que assegura que colhemos aquilo que semeamos. 🌈 Recurso pedagógico Sob essa ótica, o Espiritismo não vê a crueldade como um castigo eterno, mas como uma oportunidade de aprendizado. O espírito que pratica a crueldade terá, em futuras existências, experiências que o levarão a compreender o valor da empatia e da solidariedade. O sofrimento, nesse sentido, não é vingança divina, mas recurso pedagógico para despertar a consciência. Espiritismo 🎯 Reconhecer Portanto, a visão espírita convida à reflexão e à transformação interior. Reconhecer a crueldade é o primeiro passo para combatê-la, substituindo-a por atitudes de amor e respeito. ✨ Características Espiritismo não vê a crueldade como um castigo eterno, mas como uma oportunidade de aprendizado. O espírito que pratica a crueldade terá, em futuras existências, experiências que o levarão a compreender o valor da empatia e da solidariedade. 🌈 Aura O caminho da evolução espiritual exige que cada indivíduo se esforce para superar suas imperfeições, tornando-se instrumento de paz e de fraternidade no mundo. A Qualidade do que é Cruel 2. A qualidade do que é cruel A crueldade (do termo latino crudelitate) é a qualidade do que é cruel. Se define como uma resposta emocional de indiferença e prazer diante do sofrimento e a dor de outros. É considerada como um sinal de distúrbio psicológico pela Associação de Psiquiatria dos Estados Unidos. Essa patologia é observada tanto em crianças como em adultos. É um sinal clínico incluído em nosologia psiquiátrica, estando relacionado a desordens antissociais e de conduta. A propensão à crueldade se associa com a patologia sadomasoquista. A mais dura e insidiosa das crueldades não é aquela que grita, agride ou transborda em gestos visíveis. É a que se instala silenciosamente no olhar, no julgamento ácido disfarçado de opinião, no abandono afetivo que se justifica como indiferença. Ela não precisa de ferramentas brutais; basta um silêncio calculado, uma palavra escolhida para diminuir, uma expectativa imposta como norma. Muitos a Praticam 3. Muitos a praticam Muitos a praticam sem sequer reconhecer seu nome, acreditando estar apenas “dizendo a verdade”, “ensinando uma lição” ou “fazendo o bem”. No entanto, a essência da crueldade reside justamente nesse descompasso: a capacidade de causar dor ou desprezo com plena consciência do ato, mas com total negligência sobre sua consequência no outro. É a violência que nega a humanidade alheia. 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