FORMAS PENSAMENTO
O Objetivo deste experimento é mostrar de maneira prática que nossos pensamentos não são meras combinações de reações químicas, ocorridas num órgão principal chamado cérebro. Nossos pensamentos são criações vivas, e adquirem comportamentos peculiares, com características de quem o criou. Sendo criações geradas por nós mesmos, somos também os senhores destas. Isto nos possibilita governá-las e fazê-las cumprir funções predeterminadas. A técnica de se fazer tais criações foi desenvolvida ao longo de cinco anos de práticas diárias, com provas irrefutáveis de influenciações à distância por meios pára-físicos. A fim de evitar desde já qualquer mal-entendido, convém ressaltar que não se trata de nenhum ritual de magia, religioso, ou bruxaria. Consciente ou inconscientemente estamos criando pensamentos. Muitos destes adquirem vida própria, e, por não serem programados e governados adequadamente, se tornam errantes, gerando verdadeiro caos de obsessões e destruição da pessoa-emissora, pessoa-alvo e coletividade. Os detalhes de como isso acontece serão abordados mais à frente.
FORMAS PENSAMENTO 3
O Objetivo deste experimento é mostrar de maneira prática que nossos pensamentos não são meras combinações de reações químicas, ocorridas num órgão principal chamado cérebro. Nossos pensamentos são criações vivas, e adquirem comportamentos peculiares, com características de quem o criou.
Sendo criações geradas por nós mesmos, somos também os senhores destas. Isto nos possibilita governá-las e fazê-las cumprir funções predeterminadas. A técnica de se fazer tais criações foi desenvolvida ao longo de cinco anos de práticas diárias, com provas irrefutáveis de influenciações à distância por meios pára-físicos.
A fim de evitar desde já qualquer mal-entendido, convém ressaltar que não se trata de nenhum ritual de magia, religioso, ou bruxaria. Consciente ou inconscientemente estamos criando pensamentos. Muitos destes adquirem vida própria, e, por não serem programados e governados adequadamente, se tornam errantes, gerando verdadeiro caos de obsessões e destruição da pessoa-emissora, pessoa-alvo e coletividade. Os detalhes de como isso acontece serão abordados mais à frente.
HISTÓRICAS
Existem várias literaturas históricas que falam sobre as formas-pensamento. Entretanto, nenhuma cita como controlá-las. Tenho a absoluta consciência de que posso estar revelando uma arma poderosíssima para aqueles que tendem para o lado ofensivo. Entretanto, revelo a possibilidade de neutralizar tais forças que estão 24 horas por dia nos bombardeando, sem nos dar a menor chance de nos defendermos ou nos conscientizarmos delas.
Ao andarmos pelas ruas, ao adentrarmos no ambiente de trabalho, ao estarmos em locais estranhos, podemos sofrer ataques de formas-pensamento que nos são emitidas. Sentimos mal estar súbito e não sabemos porque. Atribuímos a alguma disfunção física. Mas sabemos que isto é a conseqüência de um desarranjo energético. A causa provável pode ser a emissão de um ser artificial, criado mentalmente para nos atingir.
AMBIENTE ESTRANHO
Num ambiente estanho, ou mesmo em lugares abertos, as pessoas estão constantemente pensando. Isto gera energia. Devido às mais variadas formas-pensamentos-energia, sofremos alterações e choques constantes, pois a energia criada, ao chocar-se com a nossa psicosfera, cria um distúrbio, devido à diferença de cargas. Exatamente como um curto-circuito.
O resultante será dores de cabeça, mal-estar, insuficiência respiratória (falta de ar), nervosismo, etc. Assim a defesa é necessária. O outro ponto importante a ser abordado é que somos limitados por barreiras físicas. Mas a mente se manifesta em qualquer ponto do universo instantaneamente. Você pensa, você está. A manipulação da forma-pensamento o possibilitará absorver conhecimentos de qualquer parte do mundo, sem a necessidade de nos deslocarmos fisicamente.
A isto chamo de TÉCNICA DO OBSERVADOR.
Trata-se de uma forma-pensamento criada conscientemente. Ela será comandada e executará funções várias, como por exemplo, absorver informações à distância.
O que é Forma-Pensamento?
Formas-Pensamento: “elementais artificiais ou formas de pensamentos, assim chamadas porque são formas dadas a uma porção de essência elemental pelos pensamentos da Humanidade e podem operar sobre o homem de maneira benéfica ou maléfica, segundo a natureza de tais formas mentais”.
GLOSSÁRIOTEOSÓFICO
H.P Blavatsky
Ed. Ground
Há muito tempo pesquisadores de todas as partes do mundo vêm se empenhando no estudo sobre formas-pensamento. Esotéricos e místicos como Anie Besant, Arthur E. Powell, C.W. Leadbeater e H.P Blavatsky afirmavam que o pensamento, ou seja, a atividade mental, focalizada e intensificada sobre um objetivo específico, era capaz de plasmar uma forma, uma porção de essência, respectiva àquele pensamento. Muitos pesquisadores achavam tal afirmação totalmente absurda, visto o pensamento ser o produto de simples combinações bioquímicas do cérebro.
HIPPOLITE BARADUC
Ao longo do tempo, as pesquisas foram tomando conta do âmbito para-científico. Cientistas que acreditavam em tais possibilidades começaram a estudar o assunto. O primeiro paranormal a se submeter ao experimento foi o francês Hippolite Baraduc. O objetivo do teste era concentrar seus pensamentos sobre placas de filmes virgens.
As impressões ocorreram. Assemelhavam-se a imagens abstratas que simbolizavam sentimentos e impressões mentais com amor, ódio, medo, felicidade, piedade, etc. Mesmo assim tais imagens não serviram de comprovação para a existência do fenômeno.
NAGAO
Mais tarde, o Dr. T. Furukai realizou algumas experiências com o sensitivo/médium Nagao. Nagao, após algumas tentativas, conseguiu impregnar filmes com símbolos da escrita japonesa.
TED SERIOS
Um outro candidato a se submeter aos testes foi o americano Ted Serios. Alcoólatra, psicopata e sob tratamento psiquiátrico, Ted Serios procedeu numa série considerável de experimentos controlados. Tais testes comprovaram sua capacidade de impregnar filmes. Só o que fazia era olhar fixamente para a lente de uma máquina Polaroid e, então, pedia que o filme fosse descartado quando se mostrasse pronto.
Serios conseguia transportar para os filmes, imagens mentais, inclusive de locais que não mais existiam. Depois de uma série de testes cansativos com o pesquisador Eisenbud, Serios produziu uma cena de palco de teatro, onde, após o espetáculo: as cortinas desciam. Veio a falecer logo em seguida.
ALBERT EINSTEIN
Baseados nestes testes, alguns pesquisadores concluíram que os pensamentos são um tipo de matéria plasmável, originária do poder mental. O renomado físico Albert Einstein também assim pensava: “Do conceito de que a matéria é um fantasma eletrônico, até a idéia de que pensar é uma imagem-pensamento que se materializa, não existe um grande passo.
KASPAR E KILIAN
Os Cientistas Kaspar e Kilian chegaram à mesma conclusão no livro “Die Phantastic Wissenschaft” (A ciência Fantástica):
A – Os pensamentos são criaturas energéticas de duplo valor: são em primeiro lugar compostos de matéria superfina; em segundo lugar, interferem sob a forma de impulsos, nos processos cibernéticos de informação do cérebro físico.
B – Os pensamentos, em seu aspecto superfísico, podem assumir certas formas e juntarem-se ao seu criador ou à pessoa para qual são dirigidos. Sua aceitação ou repulsa depende de certas leis de simpatia.
C – As leis sobre as quais se baseiam as atividades dos pensamentos devem ser as mesmas que regem os processos psi, até hoje inexplicados. Se fosse possível com a ajuda da fotografia Kirlian ou outras técnicas, comprovar definitivamente a influência telepática dos pensamentos sobre o bioplasma, então a realidade do pensamento seria também um fato comprovado pelas leis da física.
D – No nível superfísico, pensamento e ação são iguais. Não existe separação entre os dois e o valor do pensamento é de importância decisiva. Através dos pensamentos, o ser humano cria sua própria atmosfera superfísica.
Desta forma, podemos perceber que os pensamentos se imprimem e se cristalizam após receberem energia mental. Portanto, em melhor definição, as formas-pensamento são formações mentais modeladas pelo dinamismo da energia mental. São guiadas pela vontade e fortalecidas pela imaginação.
COMO E DE QUE SE FORMA?
Estamos constantemente pensando. Cada pensamento produz dois efeitos: a) a vibração psico-radiante; b) uma forma flutuante. Sob a perspectiva de observadores extrafísicos notamos claramente ambos os efeitos.
Como pudemos ver ao longo da explanação deste livro, a atividade mental não é gerada no cérebro, e sim, na consciência encarnada que reside e comanda o corpo físico. Apenas rememorando, esta consciência está acondicionada infusa e difusamente em vários corpos, dos quais podemos citar alguns:
Corpo Físico
Corpo Psicossomático (astral, perispírito, etc)
Corpo Mental
Corpo Causal
Não vamos nos ater nas interfaces que coligam cada um dos corpos. Existem níveis de pensamento que farão sensibilizar um tipo de matéria específica. Por exemplo: o pensamento puramente intelectual está relacionado à matéria mental. Se o pensamento é de desejos egocêntricos este está relacionado com a matéria psi (matéria psicossomática).
A vibração consiencial (emitida por uma consciência extrafísica encarnada e desencarnada = espírito) tende a reproduzir o seu próprio ritmo de movimento e entrar em contato com qualquer consciência encarnada ou não. Isto significa que o receptor poderá confundir tais ritmos vibratórios com os seus próprios pensamentos.
Deve-se notar que a vibração leva consigo não o assunto, mas o seu caráter e sua forma. Assim, as ondas de pensamento que erradia de uma pessoa devotada a alguma seita religiosa, tenderá a estimular tais sentimentos em uma pessoa que esteja em sintonia.
DISTÂNCIA
A distância parece não apresentar problemas para a forma-pensamento plasmada, com exceção da eventual perda de força à medida que se afasta de sua fonte emissora. A forma-pensamento se desloca na velocidade do pensamento, mas retorna também rapidamente para buscar “mais vida”. Esta força é novamente recuperada quando o próprio emissor é estimulado pela imaginação, por exemplo:
Digamos que exista uma forma-pensamento plasmada por uma pessoa que não gosta de outra.Tal forma pensamento irá assediar a segunda. Ao longo do tempo a força deste ser artificial vai diminuindo e, então, ele retorna ao emissor para absorver mais energia. Geralmente o emissor não tem consciência da existência da forma-pensamento.
Mas ele, inconscientemente, doará sua energia, pois a atividade vibracional da forma-pensamento em seu campo psicosférico despertará “lembranças-sentimento” da pessoa-alvo. Tais “lembranças-sentimento” alimentarão a forma-pensamento e a mesma retornará para se agregar à atividade mento-energética da pessoa-alvo. E assim sucessivamente.
MATERIAL
Conforme dito anteriormente, o nível de pensamento criará um campo energético que atrairá para si um tipo de matéria, seja psi ou mental. Desta forma, quando um pensamento de elevado nível vibratório é emitido, a respectiva forma pensamento se revestirá da matéria mental lançada pelo próprio corpo mental. Sendo assim, será de grande poder e energia.
Poderá ser dirigida por uma vontade firme e forte. O mesmo processo de plasmagem ocorrerá com a matéria psi. O nível de pensamento voltado para emoções e desejos fará com que a forma pensamento se revista de matéria liberada pelo psicossoma.
Este tipo de ser é praticamente visível por olhos treinados. O psicossoma é quase material. Desta forma, é possível sentir ou ver claramente as formas-pensamento desta natureza. Na verdade, estamos mergulhados nelas, pois a maioria das pessoas concentram seus pensamentos nos desejos, paixões ou emocionalismos.
DIREÇÃO
As formas pensamentos respondem muito facilmente à influência do pensamento humano e ao desejo. Assim, a direção à qual estes elementais artificiais foram dirigidos pode ser modificada instantaneamente, mesmo estando a longas distâncias.
PLASMAGEM
A plasmagem das formas-pensamento ocorre instantaneamente. Um homem, quando pensa num objeto concreto – uma caneta, um carro, uma paisagem, etc. – plasma uma minúscula imagem do objeto com sua matéria mental Tal imagem permanece flutuando logo à frente do seu rosto, tal qual uma imagem holográfica.
Ela durará todo o tempo em que o indivíduo estiver pensando no objeto. Imagens de pessoas são assim plasmadas. Em algumas sessões de materializações através da ectoplasmia foi possível materializar formas-pensamento deste gênero.
CRIAMOS VIDA
Todos nós somos criadores de uma pseudovida. As formas-pensamento, quando são criadas pelo desejo ou paixão, adquirem vida. Elas terão como força animadora (alma) a força mental liberada pelo emissor.
As formas-pensamento que possuem “vida”, também são portadoras de semi-inteligência. Esta inteligência artificial é resultado da energia da pré-programação da mente do emissor. Este impulso mental, quando agregado à matéria que compõe a forma-pensamento fará com que a mesma se comporte como uma criatura viva, de intensa atividade, animada pela idéia que a gerou.
Alguns psíquicos e videntes não treinados chegam a considerar entidades realmente vivas. O período de vida de uma forma-pensamento depende dos seguintes fatores:
a) intensidade do pensamento sobre o objetivo;
b) repetitividade da imaginação que lhe fornecerá mais força. Isto lhe dará um efeito cumulativo de energia, fortalecendo-se mais e mais. Existem casos de formas-pensamento que chegaram a durar décadas. Mas sabemos que não são eternas.
OBSESSÃO
A grande maioria das formas-pensamento plasmadas é, basicamente, cópia ou imagem de pessoas ou objetos. A imagem constroe-se no corpo mental e desprende-se, projetando-se para fora. Quando pensamos numa pessoa de que não gostamos, criamos um ser que se vinculará ao campo psicosférico da pessoa alvo. Seu formato poderá ser indefinido ou muito bem delineado.
Para plasmadores experientes é possível moldar a forma-pensamento no formato de uma entidade atemorizante. A pessoa-alvo, dependendo de sua acuidade para-sensorial, poderá ver tal entidade artificial e, assim, aterrorizar-se. Eu, particularmente, plasmei uma entidade que permanece ativa e guarda minha residência.
Vez ou outra é possível senti-la, ou mesmo vê-la nos arredores. Um desejo suficientemente forte – seja afeição ou ódio – estimulará a entidade. A mesma se desligará do seu criador e cumprirá seu objetivo. A vítima, para qual a forma-pensamento se dirige, será o centro energético que manterá a criação agregada.
A forma-pensamento ao tocar o campo psicosférico da pessoa alvo, descarregará sua energia acumulada. Encontrando um campo energético adequado, ou seja, o indivíduo-alvo se identificando com o campo vibratório da forma-pensamento, a vítima sofrerá as agressões e reações concernentes.
Esta identificação ocorre de inúmeras maneiras. Se os sentimentos da pessoa alvo corresponderem à carga vibratória da forma-pensamento, haverá compatibilidade entre os dois e a obsessão terá início. Após a descarga de vibrações, a forma-pensamento retornará ao seu criador para se restabelecer.
Por outro lado, se a pessoa alvo não estiver em sintonia com a carga vibracional do respectivo ser artificial, e este último não encontrar energia alimentadora em seu criador, o mesmo se tornará errante, atraído por qualquer um que manifeste energia-sentimento que as sintonize com a dele
Quando uma pessoa pensa negativamente sobre outra, e a forma pensamento é liberada, o simples arrependimento não a dissipará e nem a trará de volta. O poder da entidade só pode ser neutralizado com o envio de pensamentos dirigidos de polarização contrária. Como podemos perceber, estamos constantemente criando seres obsessores que nos prejudicam todos os dias.
Muitas pessoas são vitimas de suas próprias criações, pois, não tendo consciência de suas existências, passam a ser obsidiadas pelas próprias, as quais vampirizarão cada vez mais suas energias para manterem-se vivas.
formas pensamento (1)
REAÇÕES
As reações negativas provocadas por uma forma-pensamento são inúmeras. Podemos citar algumas delas:
Simples arrepio
Alteração no estado emocional (tristeza súbita ou euforia)
Sensação de não estar só
Queda repentina ou elevação na pressão sanguínea. Isto causado pelo vínculo da forma-pensamento com o campo psicosférico do indivíduo.
Acidentes inesperados
Confusão mental
Doenças Súbitas
Distúrbios no meio Sócio-Familiar (discussões sem fundamento)
Contudo, as formas pensamentos podem causar efeitos opostos quando criadas com bons propósitos.
COMBATE
Quando assumimos a posição de observadores extrafísicos podemos ver as formas-pensamento totalmente destroçadas, esfaceladas e gravitantes.
PSICOPATAS
As formas-pensamento fazem parte de muitas alucinações de vários tipos de psicopatas.
PADRÃO
Para cada pensamento-sentimento, uma forma-pensamento padrão é criada. Segue abaixo algumas delas:
Pensamento Padrão de Formação
Segurança – Formato de uma flor
Curiosidade construtiva – Formato de uma serpente amarela
Aspiração a um objetivo construtivo – Formato de um cone azul
Irritação – Mancha vermelha e laranja
Cólera refreada – Formato de um estilete
Ciúme – Serpente marrom
QUADRIDIMENSIONAIS
Devemos lembrar que as formas-pensamento são imagens quadridimensionais. Portanto é muito difícil descrevê-las adequadamente. Qualquer tentativa neste sentido implicará na reprodução parcial das mesmas. O que vemos em quatro dimensões é diferente do que vemos representados em papel, cujo esboço é apenas em duas dimensões.
CONCLUSÃO
Assim, um conhecimento mais acurado sobre o que pode fazer a mente humana se faz necessário. As formas-pensamento não são mera atividade cerebral, mas criaturas que vivem para construir ou destruir em nível mental. Cada um de nós esta gerando-as incessantemente, noite e dia.
Sofremos ataques constantes, sem ao menos dar-nos conta disto. Munidos de conhecimento, devemos nos defender deter ataques. Isto nos auxiliará a mantermos maior equilíbrio sobre nossos sentimentos, pensamentos e, conseqüentemente, ações. É exatamente isto que irei ensinar.
Ninguém deve hesitar em fazer uso deste novo poder. Trata-se de uma função a mais, que possibilitará a cada um de nós assumir maior responsabilidade sobre o que pensamos.
TÉCNICA DA CRIAÇÃO DAS FORMAS-PENSAMENTOS
A técnica aqui descrita foi devidamente testada por mim durante aproximadamente cinco anos. As comprovações dos fatos foram claramente evidentes. Denomino este procedimento de criação mental como a “Técnica do Observador”. O motivo deste nome será exposto ao longo da explanação a seguir. Antes de partirmos para o procedimento de criação em si, é necessário esclarecer alguns pontos de interesse.
MINÚCIAS
A criação de forma-pensamento exige minúcias quanto à sua visualização, objetivo e direcionamento.
PENSAMENTO
O pensamento é a matéria-prima para a formação do ser artificial. Juntamente com a vontade e a atenção fixada, comporão a forma-pensamento “viva”.
MANUTENÇÃO
A forma-pensamento é plasmada pelo esforço concentrado, visualizada pela imaginação, vitalizada pelas emoções e mantida pela vontade.
FALHAS
Nesta técnica, o pensamento espontâneo e sem vitalização da vontade, concebe esboços informes da imagem. O pensamento falho obtém criações falhas.
TRIDIMENSIONAL
Na formação da forma-pensamento, os objetos ou formas imaginadas não devem ser concebidos apenas com seus delineamentos ou contornos, mas também com certo relevo, dando-lhes o aspecto tridimensional. Após o destacamento do campo mental, será assumido o aspecto tridimensional. Ao adquirir vida própria, adquire características quadridimensionais.
REMODELAGEM
Os objetos plasmados podem se remodelados com facilidade. Através da força criativa do emissor, é possível acrescentar ou eliminar detalhes no objeto criado. Isto somente acontecerá se o pensamento remodelador tiver a mesma carga vibracional-energética da forma principal criada. A alteração é possível, mas a neutralização é difícil.
MATURIDADE
Após algumas experiências e posteriores comprovações, a pessoa que criou a forma-pensamento terá consciência do poder que possui, e passará a vigiar melhor seu pensamento. Por outro lado, o indivíduo que assim não proceder, será vítima de sua própria força no momento em que a forma-pensamento retornar para buscar mais “vida”. A Auto-obsessão. Somos constantemente vitimados pela falta de conscientização.
LAZER
O domínio da criação da forma-pensamento, torna-se uma ocupação sadia para aqueles que possuem uma visão treinada. Em ambiente totalmente escuro, é possível criar uma forma para ser apreciada pelos demais, que acompanham o evento.
TÉCNICA DO OBSERVADOR
Esta técnica está intimamente ligada ao tipo de forma-pensamento plasmada pela matéria psicossomática. É preciso, como início básico, aprender como liberar este tipo de energia voluntariamente, sem a necessidade de nenhum estado alterado de consciência.
Quando criança necessitamos de algum tampo para poder aprender a usar o corpo físico. Para andar, rolar, correr e pegar, necessitamos de alguns procedimentos básicos. Tudo é feito passo-a-passo.
Ao longo do tempo, quando adquirimos prática, economizamos tempo e não mais necessitamos de procedimentos básicos. Tudo é feito rápida e eficientemente. Da mesma forma será o aprendizado desta técnica. Com o tempo e prática, certos passos poderão ser suprimidos, pois, já farão parte da função do complexo energético do indivíduo.
PROCEDIMENTOS
Como início, observe certos procedimentos básicos que o auxiliarão a disciplinar sua nova atividade:
Local e Horário – Os exercícios deverão ser feitos em um local e horário conveniente, sem a intervenção de quem quer que seja. Sugerimos no próprio quarto e a noite. Não será problema se você possuir outro local e outro horário.
Prática – Enquanto aprender a “Técnica do observador”, você deverá sempre realizar os exercícios no mesmo horário e local.
Calmo – Esteja certo de seu ambiente estar calmo e seguro para a realização da prática.
POSTURAS
As seguintes posturas ou posições serão utilizadas durante o aprendizado da técnica:
Posição ereta: Em pé, sem enrijecer os músculos. A cabeça é mantida ereta, os ombros relaxados. Os pés paralelos e quase juntos.
Posição sentado – Exatamente como as antigas estátuas egípcias. As palmas das mãos sobre os joelhos. Coluna vertebral relaxada e não muito arquejada. Os pés mantidos paralelamente.
PASSO 1 – RESPIRAÇÃO
A respiração é de grande importância para a realização da exteriorização do “Observador”. O procedimento é bem simples, mas exige disciplina, pois estará estimulando a energia circulante no corpo físico, conseqüentemente, nos outros corpos energéticos.
1 – Na posição ereta:
a) Respire profundamente pelo nariz;
b) Mantenha o ar nos pulmões o máximo possível;
c) Expire vagarosamente pelo nariz;
d) mantenha os pulmões totalmente vazios por cinco segundos;
e) Inspire e repita a operação.
Nota: Pratique este tipo de respiração até que se torne um hábito diário
PASSO 2 – ENERGIZAR OS CENTROS DE ATIVIDADE (CHACRAS)
Os chakras são centros de atividade ou magnéticos vitais do ser humano. A palavra chakra é sânscrita, e significa roda.
Estes centros magnéticos são pontos de conexão através dos quais a energia flui de um corpo energético para outro, inclusive o corpo físico. A quem possuir um pouco mais de sensibilidade ou mesmo vidência, é possível ver os chakras em plena atividade. Eles estão dispostos no ser humano da seguinte maneira.
POSIÇÃO SÂNSCRITO PORTUGUÊS
Base da Espinha Muladhara Chacra Raiz/ Básico
Baço Chacra Mesentérico
Umbigo/Plexo Solar Manipura Chacra do Umbigo
Coração Anahata Chacra Cardíaco
Garganta Vishuddha Chacra Laríngeo
Entre as Sobrancelhas Ajna Chacra Frontal
Alto da Cabeça Sahasrara Chacra Coronário
ENERGIA
Conforme explanado no capítulo 21, a energia cósmica, que está espalhada por toda parte do Universo, penetra em cada um destes centros. Os mesmos, devido aos seus movimentos magnéticos circulares, projetam a energia de maneira ondulatória.
A energia é irradiada de si mesma em ângulos retos, mas em linhas retas, como se cada centro de atividade fosse uma roda de bicicleta e a energia os raios. O número de raios difere em cada centro e determina o número de ondas. Estas ondas eram interpretadas pelos orientais como pétalas e os centros, flores.
CRIAÇÃO
Para procedermos à criação das formas-pensamento livres, e para que fiquem sob o nosso comando, é necessário o desprendimento de certa quantidade de energia. Isto significará vida para a forma-pensamento. Assim precisamos gerar uma boa quantidade de força, e para isso, todos os centros de atividade deverão estar acesos.
PASSO 3 – PRÁTICA
Não são necessários procedimentos exóticos para energizar os centros de atividade. O simples pensar sobre cada um deles dispara o mecanismo energético para seu “acendimento”. Isto se compara ao ato de andar, por exemplo.
Quando queremos nos locomover, basta simplesmente pensar e desejar. O resultado (andar) acontece automaticamente. Existe apenas uma seqüência básica para a energização dos chakras. O acendimento ordenado favorecerá o fechamento do circuito de força, auxiliando a emissão da matéria psicossomática para a formação da forma-pensamento.
Fique na posição ereta.
Inicie a respiração descrita no passo 1
Continue assim, até que seus sentidos, emoções e pensamentos se acalmem.
Agora, no momento em que expirar torne-se consciente do seu chakra coronário. Não se apresse. Mantenha se calmo. Sinta a sensação provocada pelo simples pensar neste chakra.
Inspire e “imagine” um eixo ou canal de luz ligando-se ao chakra frontal. Agora expire e mantenha o ar fora dos pulmões por cinco segundos. Sinta a energia deste chakra. As sensações são das mais variadas: arrepios, alteração da temperatura, tontura e formigamento. Estes sintomas poderão vir juntos ou isoladamente.
Inspire e “imagine” o eixo ou canal de luz se dirigindo para o chakra laríngeo. Expire e sinta a energia.
Siga com o mesmo procedimento pelos chakras do coração, umbigo e básico (área genital).
Torne-se consciente de todos os centros de atividade.
Todos ligados e funcionando com plena vitalidade. Sinta a energia fluindo. Você está pronto para criar a “vida elemental”. Você deverá praticar os passos 1 e 2 diariamente no intuito de desenvolver cada vez mais suas percepções quanto ao fluxo energético.
OUTROS BENEFÍCIOS DESTA PRÁTICA:
Reforço dos centros de atividade e a comunicação entre eles.
Fluxo livre de energia psíquica.
Desenvolvimento de outras capacidades paranormais.
CHAKRA DO UMBIGO – PLEXO SOLAR
O plexo solar é de grande importância para a prática da exteriorização da matéria que formará a forma-pensamento. Esta região é também o ponto através do qual a forma-pensamento será incorporada no intuito de captarmos as informações previamente solicitadas ao Observador. Veremos mais à frente como isso é feito.
PASSO 4 – EXTERIORIZAÇÃO
O local e o horário deverão ser escolhidos para este fim. Não use nenhuma roupa apertada. Se você comeu em demasia, espere até que a digestão seja concluída.
Quando estiver pronto, permaneça na posição ereta.
Proceda ao passo 1. Tempo: 5 a 10 minutos.
Proceda ao passo 2. O tempo neste caso dependerá do seu grau de concentração.
Concentre-se agora no plexo solar. Sinta-o pulsar. A energia flui e concentre-se nele sob o comando de sua própria vontade. Mantenha a concentração nesta região.
Neste ponto, todos os centros de atividade estarão “acesos”, prontos para executarem o que a mente principal (você) ordenar.
Agora, comande que se forme à sua frente, aproximadamente à distância de um braço, uma bola de energia. Ainda procedendo com a respiração (passo 1) ao expirar, comande a saída da matéria psicossomática. Ordene e assim acontecerá. Você terá a sensação de vácuo na altura do estômago. Isto porque a matéria começou a se exteriorizar.
A cada expiração mais matéria se deslocará para fora. No momento em que achar conveniente cesse a respiração.
Com muita atenção é possível sentir a forma criada. Faça o seguinte experimento: Estique os dois braços até onde a forma-pensamento está. Espalme as duas mãos. Sinta. Perceba que algo parece estar lá.
A forma-pensamento necessita de vida. Com os olhos semicerrados comande que brilhe. Assim acontecerá.
Programe as funções da forma-pensamento da seguinte forma:
a) Local-destino.
b) Pessoa a ser contatada. A imagem mental do indivíduo é suficiente.
c) Em caso de não saber o paradeiro do indivíduo, basta lembrar de sua personalidade. Desta forma, se criará um vínculo energético imediato, através disto a forma-pensamento se guiará.
d) Transmita suas impressões, se caso alguma mensagem deva ser transmitida. Lembre-se, a pessoa-alvo não capta informações, e sim o caráter da mensagem.
e) Estipule o tempo em que a forma-pensamento deverá ficar em contato com o indivíduo. Em média, 5 minutos são o suficiente.
f) Inclua na programação, a captação de informação sobre a pessoa-alvo. Assim, ao retornar, você poderá saber a situação da mesma.
g) Dê o seguinte comando para o desprendimento: “Vá”. Você sentirá algo se deslocando.
Você acaba de criar o Observador. Trata-se de uma sonda mental que assumirá uma forma passiva de trabalho para-fisico. Durante o período de ausência da forma-pensamento, você poderá realizar outras atividades referentes às suas obrigações triviais. Ao retornar, infalivelmente dentro do prazo estipulado, você sentirá a presença do Observador. Geralmente sua presença provoca os sintomas de arrepio ou uma certa perturbação. Assim é hora de incorporá-lo para assimilação das informações.
Agora sente-se confortavelmente.
Inspire profundamente. Neste instante comande o Observador para juntar-se novamente a você. Na altura do plexo solar, a sensação de vácuo retornará.
Após a incorporação aguarde alguns minutos. Isto dará tempo para que a informação se processe a nível energético, e posteriormente o cérebro processe os impulsos neurônicos que despertarão sensações.
Tais informações poderão emergir como sensações, emoções, imagens mentais ou intuições.
Volte à sua atividade normal, mas lembre-se de fazer os registros sobre o ocorrido.
IMPORTANTE:
Dependendo do seu estado emocional, em particular os considerados negativos como ódio, rancor, mágoa, o Observador sairá com uma freqüência específica. Ao longo do seu caminho de volta ele captará e acumulará freqüências de mesma natureza.
No momento da incorporação, a carga da energia duplicará, podendo causar sobrecarga no sistema nervoso autônomo. Desta maneira, prováveis danos físicos ocorrerão. Assim, recomendamos o uso da técnica do Observador com muita cautela.
Como tudo possui um lado positivo e negativo, esta prática também tem seu lado construtivo e destrutivo. Caberá ao usuário verificar o seu correto uso. Para aqueles que se disponham a proceder negativamente, sugiro que leiam novamente a explanação sobre o que é a forma-pensamento e seus efeitos quando criam vida própria.
Quando o observador se vai para uma missão, não há perda de material psicossomático por parte do emissor. A própria natureza recompõe imediatamente. Ao retornar, não há excessos desta, pois a redistribuição é prontamente efetivada. O que sobrar dissipa-se.
Se não desejar a incorporação, programe o Observador para transmitir a mensagem e se dissipar quando tudo estiver concluído.
Não há limites de distância e tempo.
Em caso de não localizar a pessoa, por qualquer falha na programação, a transmissão de informação não acontecerá. Será como uma comunicação vaga e sem conteúdo informativo.
Em caso de falecimento da pessoa-alvo, o Observador poderá não fazer distinção entre o ser encarnado ou desencarnado. Principalmente se a morte foi recente. Sabemos que muitas pessoas que falecem continuam a rondar o local onde fisicamente viviam. Neste caso, o Observador contatará e absorverá informações como se estivesse viva fisicamente. Se o desencarnado possuir um pouco mais de esclarecimento, ele poderá aproveitar esta sonda e imprimir algumas mensagens nela, pois ele saberá que ela pertence a um ente da família ou amigo.
O observador pode ser plasmado com outras características quanto à sua forma. Pode ser plasmado na forma humana, ou uma réplica do emissor. O problema deste último é que alguns obsessores tentam “brincar” com esta forma mental e a seguem até o emissor. Se o mesmo não tiver estrutura psico-emocional equilibrada, poderá sofrer conseqüências consideráveis.
COMPROBATÓRIO
Venho utilizando a técnica do Observador por anos com evidentes resultados. Apesar do caráter simplório dos experimentos, relato abaixo três casos de forte teor comprobatório.
CASO 1
Em 1989 trabalhava numa empresa, que estava enfrentando sérios problemas devido à sua situação econômica. Foi decidido pela diretoria que 50 % do quadro de funcionários seria reduzido. O clima de insegurança era terrível. A situação era de tensão, desânimo, negativismo, discórdia e discussões. Decidi, portanto, realizar um experimento. A idéia era enviar uma sonda para a destruição, pelo menos temporária, da egrégora negativa existente no local. À Noite, antes de me recolher, procedi com a exteriorização do observador. Tempo previsto para a dissipação da egrégora foi de dois minutos. Não haveria incorporação, pois o Observador estaria lidando com energias perigosas. Poderia haver sobrecarga no meu sistema nervoso autônomo. No dia seguinte (13/02/89), ao entrar no ambiente de trabalho às 7:30 da manhã, senti uma considerável diferença no ar. Pensei ser influencia da minha própria mente, entretanto, ao longo do dia, notei que as pessoas agiam de maneira diferente. Sentiam-se calmas, e conversavam entre si amigavelmente. Perguntei a várias pessoas o que achavam sobre o clima mais leve do ambiente e todas concordavam que estava muito mais agradável do que nos dias anteriores. Para confirmar o ocorrido, aguardei até o dia seguinte (14/02/89). O ambiente voltou ao caos. À noite realizei o experimento, em 15/12/89 notei que as pessoas agiam de forma diferente como já descrito antes.
CASO 2
Na data de 02/05/89, iria chegar ao Brasil o presidente de uma companhia Argentina para fechar alguns negócios de fornecimento de matéria-prima. Eu, na qualidade de comprador internacional, deveria recepcioná-lo. Surgiu um imprevisto e isso me impossibilitaria de ir buscá-lo. Sob a perspectiva de uma relação internacional, isto poderia ser considerado uma falha muito séria. Contatei um amigo no intuito de auxiliar-me neste caso. A idéia era recepcionar e trazer o argentino para a companhia. Ele negou, pois já havia acertado outro compromisso inadiável. No momento ele tinha sido a única esperança. Às 16:00h do dia 01/05/89, resolvi enviar o Observador até este meu amigo para forçar-lhe a refletir sobre a oportunidade que estaríamos perdendo. Assim o fiz. Ao retornar, incorporei o Observador. As impressões captadas foram as de que este meu amigo sentia perfeitamente a influenciação pré-programada da sonda e em breve me ligaria. Às 22:00h do dia 01/05/89 ele ligou. Concordou em recepcionar o argentino. Perguntei-lhe porque havia mudado seus planos. Disse-me que não sabia explicar como, mas sentiu-se interessado em conhecer a tal pessoa que chegaria. Analisou a situação e percebeu que seu compromisso poderia ser postergado para qualquer outro dia. Foi como um ímpeto inexplicado. Nem sabia expor o porquê. Eu tenho a resposta: O OBSERVADOR.
CASO 3
Fiquei sabendo através de terceiros que um conhecido estava passando por um problema de saúde muito sério. Naquele dia, eu estava impossibilitado de vê-lo. Resolvi, então enviar o Observador para captar impressões do seu atual estado de saúde. Exteriorizei a sonda e programei-a para transmitir energia revitalizadora para auxiliá-lo na recuperação. O tempo de contato sonda/pessoa alvo era de 5 minutos. Depois de passado este tempo, o Observador retornou. Senti sua presença atrás de mim. Sentei para incorporá-lo. Ao fazê-lo, não captei nenhuma impressão. Era como um canal livre de rádio ou televisão. Imediatamente liguei para um parente próximo deste amigo. O mesmo informou que ele havia falecido naquela mesma hora. Através destes três exemplos, desejei mostrar que a técnica do Observador pode ser usada das mais variadas formas. É uma ferramenta para-física, que o auxiliará sobremaneira em variadas situações da vida.
CONCLUSÃO
A veracidade da existência e manipulação da forma-pensamento só poderá ser comprovada com o uso da técnica. O ceticismo barato, sem prática, deixa de ser razão e passa ser ignorância. Devemos vivenciar a experimentação, analisar, manter o espírito crítico e, assim, julgar.
Creio ter reunido neste experimento fatos lógicos que pelo menos farão o leitor pensar sobre o assunto. O tema forma-pensamento não é novo, como já explanado no início deste livro. Mas a manipulação da forma-pensamento para uso próprio é praticamente exclusiva e, mesmo assim, não é de meu interesse manter este assunto “fechado a sete chaves”.
Creio que a humanidade necessita se conscientizar da situação de sua existência e criar maior responsabilidade sobre seus atos, principalmente sobre o que pensa. Se o leitor vai fazer bom ou mau uso deste ensinamento é um problema dele.
O Avião foi inventado com bons propósitos, no entanto, foi utilizado para a guerra. Com o tempo, o homem descobrirá que a destruição não leva parte alguma. O desafio não é a conquista de territórios ou bens, e sim, a conquista de sim mesmo.
Autor: Geraldo Medeiros Jr
Este manual de conhecimento oculto mais necessário a todos os estudantes. Assimilado por todos os humanos do planeta, mudaria o mundo para melhor...
C. W. Leadbeater
os respeitados autores Annie Besant e C. W. Leadbeater tratam da questão das formas-pensamento de modo esclarecedor, com ilustrações coloridas de diversas......
C. W. Leadbeater
A publicação de um trabalho científico causa uma onda de protestos nas comunidades religiosas pelo mundo. Entre as pessoas ligadas ao cientista está Ricardo, brasileiro...
Milton Avelar de Carvalho
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QUEM FOI O ESPÍRITO ANDRÉ LUIZ
Quem foi o espírito André Luiz? No espiritismo, André Luiz é o pseudônimo de um dos espíritos mais importantes e atuantes, célebre por ditar uma série de livros psicografados por Chico Xavier e Waldo Vieira. Na sua última encarnação na Terra, ele teria sido um médico sanitarista de sucesso que viveu e trabalhou no Rio de Janeiro no início do século XX. 01 – André Luiz é o pseudônimo Quem ele foi em vida e o anonimato Em suas obras, o espírito optou por ocultar sua real identidade civil e adotar o nome “André Luiz” (que era o nome de um dos irmãos de Chico Xavier). Essa escolha serviu para poupar seus parentes ainda vivos e evitar disputas jurídicas de direitos autorais. Embora o espiritismo defenda o anonimato de sua identidade real, muitos pesquisadores e leitores frequentemente associam sua trajetória terrena a grandes nomes da medicina brasileira, como os médicos Carlos Chagas ou Oswaldo Cruz, devido ao profundo conhecimento científico e biológico presente em seus textos. Talvez que o trabalho de André Luiz não encontre uma compreensão generalizada no momento, mas podem acreditar que para a educação espiritual do indivíduo encarnado esse esforço apresenta ilações muito graves pela exatidão dos conceitos a que chegou o mensageiro, aproveitando todas as possibilidades de simplificação ao seu alcance. Vivemos uma época de grandes revelações interiores. “Carlos Chagas” 26/01/44 🎯 A jornada espiritual e o livro “Nosso Lar” 🎯 Missão A história do próprio André Luiz serve como um grande estudo de caso sobre a vida após a morte. ✨ O Umbral Após o seu desencarne (morte física), ele passou cerca de oito anos em uma região de sofrimento espiritual conhecida como “Umbral”. Ele relata ter ido para lá por ter sido um “suicida inconsciente”, em consequência de uma vida de excessos e desregramentos que prejudicaram sua saúde. 🎯 O Resgate Após clamar por socorro com real humildade, foi resgatado por benfeitores espirituais. 🎯 Nosso Lar Ele foi levado para uma cidade espiritual chamada Nosso Lar. Ali, deixou o orgulho de médico de lado, aceitou a condição de humilde aprendiz e passou a trabalhar e estudar a ciência do plano espiritual. 02 – Nosso Lar: a Brasília do além Bosques, rios, jardins, fontes luminosas, conjuntos habitacionais e enormes torres onde funcionam Ministérios. Poderíamos estar falando de Brasília. Mas essa também é a descrição de Nosso Lar, uma cidade no além descrita por Chico em 1944 (16 anos antes da inauguração de Brasília). Localizada no Plano Astral, ou seja, em um plano espiritual, que abrigaria mais de 1 milhão de desencarnados – homens, mulheres, jovens e velhos que estão lá para aprender e trabalhar entre uma encarnação e outra. Apesar de serem espíritos e estarem todos vestidos em trajes brancos, os habitantes da colônia tinham uma vida muito parecida com a dos mortais. Até 1944, ninguém havia contado com tanta riqueza de detalhes como seria a suposta vida após a morte. Segundo Chico, o relato virou livro graças a um espírito que nunca teria revelado sua verdadeira identidade e que assinava as obras com o pseudônimo de André Luiz. O livro Nosso Lar, escrito por Chico Xavier enquanto estaria encarnado por ele, falava de um plano espiritual tão realista quanto futurista: o livro descreve aparelhos comunicadores pessoais parecidos com nossos celulares, um “aerobus” (meio de transporte aéreo muito veloz) e telas planas semelhantes às TVs de plasma. Uma muralha com baterias magnéticas protegia Nosso Lar. A cidade tinha o formato de uma estrela de seis pontas e teria sido fundada por portugueses que desencarnaram no Brasil no século 16. 03 – André Luiz: o misterioso autor do mundo espiritual Foi com Nosso Lar que o mais conhecido médium brasileiro deu início à série A Vida no Mundo Espiritual. Assinados por André Luiz, os 13 livros escritos ao longo de 25 anos contam histórias sobre o além. As obras mostraram na prática, por meio de personagens, o funcionamento dos ensinamentos de Allan Kardec e do espiritismo, como a lei de causa e efeito, que diz que tudo o que fizermos em uma encarnação será igualmente imposto a nós em outras vidas. O espírito de André Luiz teria se apresentado para Chico Xavier dizendo que escreveria alguns livros com ele. O médium aceitou e pediu o nome que seria assinado nas obras. Havia um rapaz dormindo na cama ao lado naquele momento. Era André Luiz, o meio-irmão de Chico, e o médium diz que esse foi o pseudônimo que o espírito escolheu para assinar as obras. 04 – A verdadeira identidade de André Luiz Nos livros, Chico deixou uma pista de quem teria sido André Luiz quando vivo. Em Nosso Lar, o médium escreveu que o espírito teria sido um médico sanitarista conhecido no Rio de Janeiro do início do século 20. Ao longo dos anos, a curiosidade foi tão grande que surgiram hipóteses. Um dos nomes especulados é o de Oswaldo Cruz, figura que estudou doenças tropicais, como febre amarela e varíola, e ajudou a combater epidemias no Rio de Janeiro. Entrou para a história do Brasil quando obrigou a população carioca a se vacinar, culminando na Revolta da Vacina, em 1904. A segunda hipótese é Carlos Chagas, famoso cientista brasileiro conhecido internacionalmente pela descoberta da doença de Chagas. O médico era amigo de Oswaldo Cruz e morreu em 1934. Outra possível identidade de André Luiz é o médico carioca Faustino Esposel, mas ele foi mais conhecido por ter sido presidente do Flamengo na década de 1920 do que pelo trabalho na área da saúde. A hipótese de que André seria Carlos Chagas é sustentada, inclusive, por Waldo Vieira, o principal parceiro de psicografia de Chico, que também atribuiu a autoria de livros a André Luiz. Os médiuns alegavam que o espírito conversava com a dupla ao mesmo tempo – o que obrigou os colegas a adotar um sistema de trabalho caótico. Para psicografar Evolução em Dois Mundos, romance clássico do espiritismo que descreve a alma humana em termos médicos, Chico e Waldo estavam em

AS LEIS NATURAIS
As Leis Naturais (Lei de Deus) A lei natural é a Lei de Deus, eterna e imutável, única verdadeira para a felicidade humana. Ela abrange tanto as leis físicas (regendo a matéria) quanto as leis morais (regendo a alma e as relações humanas), sendo apropriadas a cada mundo e ao progresso dos seres que os habitam. 1 . As Leis Naturais (Lei de Deus) O conhecimento da lei natural está escrito na consciência de todos, mas poucos a compreendem plenamente. Deus proporcionou revelações através de Espíritos superiores encarnados, sendo Jesus o modelo mais perfeito já oferecido à humanidade. A missão atual dos Espíritos é tornar a verdade clara e acessível a todos, preparando o reino do bem anunciado por Jesus. Para distinguir o bem do mal, basta aplicar a regra de ouro: “fazei aos outros o que quereríeis que vos fizessem”. O bem é tudo que está conforme a Lei de Deus; o mal, o que lhe é contrário. A responsabilidade é proporcional ao conhecimento que cada um possui — o instruído é mais culpado que o ignorante. A prática do bem não se limita à caridade material, mas consiste em ser útil ao próximo sempre que possível. O mérito está na dificuldade em praticá-lo. A lei natural pode ser dividida em dez partes: adoração, trabalho, reprodução, conservação, destruição, sociedade, progresso, igualdade, liberdade e, por fim, justiça, amor e caridade — esta última, a mais importante, resume todas as outras e conduz o homem à vida espiritual superior. 01. Lei de adoração 🎯 Objetivo da adoração • Objetivo da adoração • Adoração exterior • Vida contemplativa • A prece • Politeísmo • Sacrifícios Em que consiste a adoração? Na elevação do pensamento a Deus. Deste, pela adoração, aproxima o homem sua alma. Sentimento Inato: A adoração é natural em todos os povos e nasce da consciência da fraqueza humana diante da Divindade. Elevação da Alma: Adorar é elevar o pensamento a Deus, aproximando a alma do Criador. Adoração do Coração: A verdadeira adoração ocorre na intenção sincera e na prática do bem, e não em cerimônias exteriores sem renovação moral. ✨ Ação, Prece e Prática Vida Ativa: A vida puramente contemplativa é inútil. Não fazer o mal não basta; Deus exige a prática ativa do bem e o cumprimento dos deveres na Terra. Essência da Prece: Orar é pensar em Deus, louvar, pedir e agradecer. Vale a fé e a sinceridade do coração, e não a extensão das palavras ditas pelos lábios. Intercessão: A prece sincera atrai os bons Espíritos, dá forças nas provações e alivia o sofrimento dos encarnados e desencarnados. 🎯 Origem e Ilusões Politeísmo: Na ignorância primitiva, o homem divinizou fenômenos e Espíritos, atribuindo-lhes aspectos materiais. Sacrifícios: Nasceram da falsa crença de agradar a Deus destruindo criaturas. Deus jamais exigiu sacrifícios de homens ou animais. Intenção Divina: Deus julga pela intenção pura e reprova guerras e fanatismos impostos “a ferro e fogo”. 🎯 Pontos Chave A Sinceridade é Tudo: A adoração real é a do coração. Rituais e aparências não substituem a transformação moral nem a caridade. Fé em Ação: O trabalho em favor do próximo e as boas ações constituem a forma mais sincera e eficaz de prece. Esclarecimento Progressivo: O progresso moral substitui o medo e as superstições históricas pela lei de amor e união. 2. A Lei do Trabalho e do Repouso: Evolução, Dever e Justiça Social O trabalho é uma Lei da Natureza e uma necessidade fundamental para a evolução humana. Longe de ser apenas uma obrigação material, ele abrange toda ocupação útil, englobando tanto o esforço físico quanto o intelectual. Enquanto os animais trabalham voltados unicamente à própria conservação, o ser humano trabalha com um duplo propósito: prover sua subsistência e desenvolver o pensamento, elevando-se moral e intelectualmente. A obrigação de ser útil aplica-se a todos. Mesmo quem possui meios materiais suficientes permanece submetido ao dever de contribuir para o bem comum e para o progresso da sociedade. A inutilidade voluntária e a ociosidade contrariam essa lei natural. De forma complementar, o repouso surge como necessidade para a recomposição das forças físicas e libertação do Espírito. O limite do trabalho é a própria capacidade do indivíduo: impor excessos a terceiros constitui transgressão moral. Por fim, para os impossibilitados de trabalhar, como os idosos, vigora a lei de caridade, cabendo à família e à sociedade o amparo necessário. O equilíbrio social definitivo depende, sobretudo, da educação moral e da formação do caráter. 3. A Lei de Reprodução: Progresso, União e Equilíbrio Moral A reprodução é uma Lei da Natureza indispensável para a manutenção do mundo corporal e para o progresso contínuo dos Espíritos. Através da sucessão de gerações, as raças se aperfeiçoam moral e intelectualmente, demonstrando que a evolução transforma não apenas os corpos, mas principalmente o pensamento e a capacidade de dominar as forças da natureza. O ser humano atua como agente de equilíbrio no planeta, podendo regular a reprodução com discernimento e responsabilidade, sem abusos motivados unicamente pelo materialismo ou pela sensualidade. A instituição do casamento representa um marco evolutivo na sociedade humana, estabelecendo laços de afeição sólida, respeito e solidariedade. Já a monogamia atende à harmonia natural da igualdade numérica entre os sexos, superando formas primitivas como a poligamia. Por fim, o celibato só possui valor moral quando fundamentado na renúncia sincera e no sacrifício pessoal em benefício do bem comum e da Humanidade, caindo em desuso espiritual quando praticado por mero egoísmo. 4. Lei de Conservação • Instinto de conservação • Meios de conservação • Bens terrenos • Necessário e supérfluo • Privações voluntárias • Mortificações Instinto e Meios de Viver Instinto Natural: Sem dúvida. Todos os seres vivos o possuem, qualquer que seja o grau de sua inteligência. Nuns é puramente maquinal, raciocinado em outros. Outorgado por Deus a todos os seres vivos para que cumpram os desígnios da providência e alcancem o aperfeiçoamento. Provimento da Terra: Certo, e se ele os não encontra, é que não os compreende. Não fora possível que Deus criasse para o

A ORIGEM DOS ESPÍRITOS
A Origem dos Espíritos! Ensina a Doutrina Espírita que o Espírito é o princípio inteligente do Universo, sendo a inteligência o seu atributo essencial. Esse princípio inteligente tem sua origem no elemento inteligente universal e passa por um minucioso processo de elaboração e individualização até transformar-se no ser denominado Espírito. 1 . A Trajetória da Mônada: Da Origem ao Ser Consciente A origem do espírito é um mistério guardado por Deus, sendo definido na Doutrina Espírita como a individualização do princípio inteligente do Universo. Os pontos centrais dessa criação envolvem a centelha divina, a evolução e o desconhecimento do momento exato Assim, a palavra Espírito é empregada tanto para designar o princípio inteligente do Universo em termos gerais, quanto para designar esse mesmo princípio após a sua efetiva individualização. O Espírito é criado por Deus. Não é, porém, uma emanação ou uma porção da Divindade, mas sim sua obra — exatamente como uma máquina é obra do homem que a fabrica. A máquina é o produto do trabalho humano, não o próprio homem. Deus cria o Espírito pela Sua vontade, como faz em relação a tudo no Universo. E, como a Criação Divina jamais cessa, a formação de novos Espíritos é permanente. 2. O Princípio Inteligente 🎯 A individualização O Espírito representa a individualização do princípio inteligente, da mesma forma que o corpo físico é a individualização do princípio material. Essa individualização efetua-se ao longo de uma série de existências preliminares, nas quais o princípio inteligente cumpre a primeira fase do seu desenvolvimento, ensaiando-se para a vida. Trata-se do seu período de incubação. ✨ Características Um trabalho preparatório, semelhante ao da germinação —, por efeito do qual o princípio inteligente sofre gradativas transformações. Ao atingir o estágio adequado, entra no período da humanização, momento em que passa a ter consciência do seu futuro, capacidade de distinguir o bem do mal e responsabilidade por seus atos. 🎯 Simples e Ignorantes Assim os espíritos são criados por Deus, tendo um princípio de existência, mas não sendo eternos no sentido de sem começo (diferem de Deus, que sempre existiu). Princípio inteligente: Nascem de uma essência ou princípio inteligente universal que se individualiza ao longo do tempo. Simples e ignorantes: Segundo a codificação de Allan Kardec em O Livro dos Espíritos, os espíritos são criados simples e ignorantes, sem conhecimento prévio, mas com igual capacidade de evoluir. 3. A Jornada Evolutiva nas Formas Inferiores A propósito dessa elaboração, ensinam os Espíritos Superiores que os elementos orgânicos formadores dos germes que propiciaram a união do princípio inteligente à matéria achavam-se no estado fluídico no Espaço, no meio dos Espíritos, ou em outros planetas, à espera da formação da Terra para começarem nova existência no novo globo. Criado o planeta, esses germes aguardaram as condições propícias para se desenvolverem. O princípio inteligente individualiza-se lentamente por meio de um longo processo de elaboração nas formas inferiores da Natureza até atingir a fase humana. Através de mil modelos inferiores nos labirintos de uma escalada ininterrupta, sob a pressão dos instintos e a força de imperativos biológicos, a mônada vai tendendo para a luz, para a consciência esclarecida e para a liberdade. Esses inúmeros avatares em milhares de organismos desempenham um papel crucial: dotar o princípio inteligente de todas as faculdades que lhe servirão mais tarde. O objetivo é desenvolver o envoltório fluídico, conferindo-lhe a plasticidade necessária e fixando nele as leis cada vez mais complexas que regem as formas vivas. Cria-se, assim, um potencial mediante o qual o futuro Espírito possa, mais tarde, manipular a matéria de modo automático e focar seu progresso superior. Não foi o acaso que gerou as espécies animais e vegetais. Na sucessão das formas, a espécie consequente possui sempre algo a mais do que a antecedente. Tudo no Universo está submetido à lei do progresso. Na planta, a inteligência dormita; no animal, sonha; só no homem ela acorda, reconhece-se, possui-se e torna-se consciente. 4. Do Protoplasma à Razão: A Síntese Evolutiva A união do princípio inteligente à matéria e o seu percurso pelos reinos da Natureza são sintetizados pelo Espírito André Luiz na obra Evolução em Dois Mundos: “Dessa geleia cósmica, verte o princípio inteligente, em suas primeiras manifestações. Trabalhadas, no transcurso de milênios, pelos operários espirituais que lhes magnetizam os valores […], as mônadas celestes (princípio inteligente) exprimem-se no mundo através da rede filamentosa do protoplasma […]. Das cristalizações atômicas e dos minerais, do vírus e do protoplasma, das bactérias e das amebas […], o princípio espiritual atingiu os espongiários e celenterados da era paleozoica, esboçando a estrutura esquelética. Avançando pelos equinodermos e crustáceos […], caminhou na direção dos ganoides e teleósteos […] até entrar na classe dos primeiros mamíferos […]. Viajando sempre, adquire […] os rudimentos das reações psicológicas superiores, incorporando as conquistas do instinto e da inteligência […] e, alcançando os pitecantropoides da era quaternária […], a mônada atravessou os mais rudes crivos da adaptação e seleção, assimilando os valores múltiplos da organização, da reprodução, da memória, do instinto, da sensibilidade, da percepção e da preservação própria, penetrando assim, pelas vias da inteligência mais completa e laboriosamente adquirida, nas faixas inaugurais da razão.” 5. O Período de Humanização e a Ação no Invólucro Fluídico Compreende-se, assim, que o princípio divino aportou na Terra emanando da Esfera Espiritual, trazendo em seu mecanismo o arquétipo do seu destino — tal como a semente encerra em si a árvore futura. Por envolver constantes modificações nos planos físico e extrafísico simultaneamente, muitos elos da evolução escapam às pesquisas dos naturalistas humanos, pois representam estágios da consciência fragmentária ocorridos fora do campo carnal. À medida que se individualiza e se torna Espírito, o ser não apenas utiliza a matéria, mas aperfeiçoa continuamente seu envoltório fluídico (o perispírito). Allan Kardec aborda essa dinâmica em A Gênese: “O corpo é, pois, o envoltório e o instrumento do Espírito e, à medida que este adquire novas aptidões, reveste outro invólucro apropriado ao novo gênero de trabalho que lhe cabe executar […]. Para ser mais exato, é preciso

JOANA DARC: A DONZELA DE ORLÉANS
Joana Darc: A Donzela de Orléans! Joana D’Arc foi filha de pobres lavradores. Aprendeu a fiar a lã junto com sua mãe e guardava o rebanho de ovelhas. Teve três irmãos e uma irmã. Era analfabeta, pois cedo o trabalho lhe absorveu as horas. A aldeia era bastante afastada e os rumores da guerra demoravam a chegar ao local. Finalmente, um dia, Joana tomou contato com os horrores da guerra, quando as tropas inglesas se aproximaram e toda a família precisou fugir e se esconder. 1 . A Origem e a Missão de Joana D’Arc Aos 12 anos começou a ter visões. Era um dia de verão, ao meio-dia, Joana orava no jardim próximo à sua casa, quando escutou uma voz que lhe dizia para ter confiança no Senhor. A figura que ela divisou, identificou como sendo a do arcanjo São Miguel. Duas mensageiras espirituais a acompanhavam (Catarina e Margarida), “santas” conforme a Igreja que ela frequentava. Aos 17 anos de idade, Joana, doce e amável, parte para sua missão acompanhada de seu tio Durand Laxart e se apresenta ao comandante, falando da sua missão em nome das vozes que a conduziam, daí em diante surgem grandes obstáculos em sua vida até a libertação da França, quando a virgem de Lorena contava apenas 19 anos. O Fogo da Inquisição e o Silêncio da História 🎯 A Missão Logo após o final da guerra Joana é presa pelas forças inglesas e supliciada até a morte na fogueira, condenada como bruxa, feiticeira e herege pela Santa Inquisição. Finalmente, a 30 de maio de 1431, a maior heroína da França é queimada em praça pública. ✨ A Condenação No dia de sua morte, não havia, pois, somente inimigos que a declaravam apóstata, idólatra, impudica, ou amigos fiéis que a veneravam como uma santa. Havia também ingratos que a esqueciam, sem falar dos indiferentes, que não se preocupavam com ela, e gente esperta que se gabava de jamais ter acreditado em sua missão, ou de nela ter pouco acreditado. 🎯 O Trágico Fim Em seu caráter admirável se fundem as qualidades aparentemente mais contraditórias: força e doçura, energia e ternura, previdência, sagacidade, mente viva, engenhosa e penetrante, capaz de, em poucas palavras claras e precisas, resolver as questões mais difíceis e as situações mais ambíguas. 2. O Legado Espiritual de Joana D’Arc Em seu caráter admirável se fundem as qualidades aparentemente mais contraditórias: força e doçura, energia e ternura, previdência, sagacidade, mente viva, engenhosa e penetrante, capaz de, em poucas palavras claras e precisas, resolver as questões mais difíceis e as situações mais ambíguas. Seu ar angelical reflete: ingenuidade e sabedoria, humildade e altivez, ardor viril, angelitude e pureza e, acima de tudo, infinita bondade. Todas as virtudes a adornavam. Ela foi um rastro de luz a iluminar a terrível noite da Idade Média. Quatro séculos mais tarde, em Paris, O Espírito Joana D’Arc dirigiu e mediunidade da jovem Ermance Dufaux que ainda contava com seus 14 anos de idade quando psicografou a obra “História de Joana D’Arc, ditada por ela própria”. Destaque-se que das 300 obras queimadas em praça pública no Auto de fé de Barcelona, constava alguns volumes dessa obra psicografada por Ermance. 3. A Lição de Humildade e Mediunidade de Joana D’Arc No capítulo XXXI de O livro dos médiuns, vindo a lume no ano de 1861, quando o Codificador reúne Dissertações Espíritas, confere à de Joana D’Arc o número 12, onde ela se dirige aos médiuns, em especial, concitando-os ao exercício do mediunato. Recomenda-lhes, ainda, que confiem em seu anjo guardião e que lutem contra o escolho da mediunidade que é o orgulho. Conselhos que ela, em sua vida terrena , na qualidade de médium, muito bem seguira. “O Papa Calixto III, em 1456, por uma comissão eclesiástica, fez pronunciar a reabilitação de Joana e foi declarado, por uma sentença solene, que Joana morreu mártir para a defesa de sua religião, de sua pátria e de seu rei. O Papa quis mesmo canonizá-la, mas sua coragem não foi tão longe. A Igreja, arrependida do grave erro cometido pela Inquisição, buscou reabilitá-la e a beatificou em 24 de abril de 1909, na Catedral de São Pedro, no Vaticano, em Roma, com enorme pompa, sob a direção do papa Pio X, diante de mais de 30.000 pessoas presentes. Em 1920 foi canonizada, recebendo o título de “santa”. 04. Joana D’Arc e o Espiritismo Joana d’Arc não é um problema nem um mistério para os espíritas. É um modelo eminente de quase todas as faculdades mediúnicas, cujos efeitos, como uma porção de outros fenômenos, se explicam pelos princípios da doutrina, sem que haja necessidade de lhes buscar a causa no sobrenatural. Ela é a brilhante confirmação do Espiritismo, do qual foi um dos mais eminentes precursores, não por seus ensinamentos, mas pelos fatos, tanto quanto por suas virtudes, que nela denotam um Espírito superior. “Não há muitos personagens históricos que tenham estado, mais que Joana d’Arc, expostos à contradição dos contemporâneos e da posterioridade. Não há nenhum, entretanto, cuja vida seja mais simples nem melhor conhecida.” Temos que aprender com esses Espíritos a desenvolver em nosso caráter a disciplina, a seriedade e o planejamento organizado, que são virtudes a serem conquistadas por todos os Espíritos que ainda não as possuem, ao longo das reencarnações. Joana d’Arc (1412-1431) Joana d’Arc (em francês: Jeanne d’Arc, em francês médio: Jehanne Darc, Domrémy-la-Pucelle, ca. 1412 – Ruão, 30 de maio de 1431) foi uma camponesa e santa francesa canonizada pela Igreja Católica, considerada uma heroína da França pelos seus feitos durante a Guerra dos Cem Anos. Nasceu filha de Jacques d’Arc e Isabelle Romée, numa família camponesa, em Domrémy no nordeste da França. Joana alegava receber visões divinas do arcanjo Miguel, de Santa Margarida e da Santa Catarina, que a instruíram a ajudar as forças de Carlos VII e livrar a França do domínio da Inglaterra. O não coroado Carlos VII enviou Joana junto com um exército para tentar solucionar o Cerco de Orleães. Após apenas


