As ordens dos espiritos

AS ORDENS DOS ESPÍRITOS

2. **Os Espíritos não permanecem na mesma condição**

Um dos princípios fundamentais do Espiritismo é a compreensão das diferenças entre os Espíritos, tanto no aspecto intelectual quanto no moral. Esse ensinamento é constante e claro: os Espíritos não permanecem indefinidamente na mesma condição, e suas classificações não representam categorias fixas, mas estágios de evolução.

3. **Os Espíritos das ordens inferiores**

Assim como na natureza tudo progride, os Espíritos das ordens inferiores são aqueles ainda imperfeitos, mas que, com o tempo, se purificam e ascendem a graus superiores. Seu avanço na hierarquia espiritual está diretamente ligado ao desenvolvimento de suas virtudes, conhecimentos e experiências.

4. **Uma criança não é igual ao adulto**

Podemos comparar esse processo ao crescimento humano: uma criança não é igual ao adulto em que se tornará, mas é o mesmo ser em diferentes fases. Da mesma forma, a classificação dos Espíritos reflete seu grau de amadurecimento, destacando as qualidades já conquistadas e as imperfeições que ainda precisam superar.

5. **As transições entre os graus são sutis**

Vale ressaltar que essa categorização não é rígida. As transições entre os graus são sutis, e os limites entre eles podem ser tão fluidos quanto as cores de um arco-íris ou as etapas da vida humana. O número de classes adotadas pode variar conforme o critério de análise, sem que isso altere a essência da doutrina.

6. **Os Espíritos também podem divergir**

Assim como ocorre nas ciências terrenas, onde diferentes estudiosos propõem sistemas de classificação distintos, como Lineu e Jussieu na Botânica, os Espíritos também podem divergir em detalhes, pois o que importa é o princípio, não a forma. É preciso lembrar, ainda, que existem Espíritos ignorantes, incapazes de compreender certos conceitos, o que exige discernimento ao avaliar suas comunicações.

8. **Uniforme em todos os aspectos**

Essa divisão, apoiada por ensinamentos espíritas, foi detalhada em subcategorias para melhor compreensão. Esse quadro auxilia na identificação do grau de evolução dos Espíritos que se comunicam conosco, além de servir como reflexão sobre nosso próprio progresso moral.
É importante notar que um Espírito pode apresentar características de mais de uma classe, pois seu desenvolvimento nem sempre é uniforme em todos os aspectos.

9. **Terceira Ordem – Espíritos Imperfeitos**

Predomínio dos instintos materiais, tendência ao mal, ignorância, orgulho e egoísmo. Embora intuam a existência de Deus, não O compreendem plenamente.
Nem todos são totalmente maus; alguns são mais levianos do que perversos, enquanto outros se comprazem no sofrimento alheio.
Sua inteligência pode ser aguçada, mas suas ideias são limitadas e seus sentimentos, muitas vezes, mesquinhos.
Seus conhecimentos sobre o mundo espiritual são parciais e misturados com noções terrenas. Suas comunicações, ainda que distorcidas, podem conter indícios de verdades maiores, mas sua linguagem revela sua inferioridade. Todo Espírito que expressa maldade pertence a esta ordem.
Eles sofrem ao testemunhar a felicidade dos bons, sentindo inveja e remorso. Acreditam que seu sofrimento será eterno, uma ilusão que faz parte de sua expiação.

11. **Segunda Ordem – Espíritos Bons**

O espírito prevalece sobre a matéria, e seu desejo principal é o bem. Suas qualidades variam conforme seu progresso: alguns são sábios, outros bondosos, e os mais elevados unem sabedoria e virtude. Ainda conservam traços de sua vida material, mas já experimentam a felicidade de fazer o bem e afastar o mal.
Quando encarnados, são pessoas justas e altruístas, livres de paixões degradantes.

12. **Primeira Ordem – Espíritos Puros**

Livres de qualquer influência material, alcançaram a perfeição. Não reencarnam e vivem em harmonia com Deus, atuando como mensageiros divinos. Auxiliam os Espíritos inferiores e os seres humanos, mas raramente se manifestam diretamente.

13. **Espíritos Errantes e Encarnados**

Os Espíritos podem estar **encarnados** (ligados a um corpo) ou **errantes** (em estado espiritual entre encarnações). A erraticidade não indica inferioridade, pois abrange Espíritos de todos os graus. Apenas os puros não voltam a reencarnar.
Esse estado é uma fase de aprendizado, onde o Espírito experimenta felicidade ou sofrimento conforme suas ações passadas.
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Somos peregrinos neste mundo de Deus, reagindo ante os desafios existentes e lutando cuidadosamente pela ética na sobrevivência.
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Livros Indicados
“Cidade dos espíritos”
Quem são os filhos da luz, esses espíritos elevados em quem depositamos nossas esperanças mais profundas? Onde vivem os guardiões da justiça divina, os mensageiros do Alto que atuam silenciosamente nos bastidores do mundo?…

Edição Português
por Robson Pinheiro (Autor)
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“Medicina da Alma”
A resposta pode estar além do que os olhos enxergam ― além da matéria . Neste livro transformador, o espírito Joseph Gleber ― ex-médico e físico nuclear desencarnado no Holocausto ― revela o que a ciência tradicional ainda não compreende: a saúde verdadeira começa na alma Com base na doutrina espírita e décadas de atuação no plano espiritual…
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Crueldade

CRUELDADE

Crueldadel! A crueldade (do termo latino crudelitate) é a qualidade do que é cruel. Se define como uma resposta emocional de indiferença e prazer diante do sofrimento e a dor de outros. É considerada como um sinal de distúrbio psicológico pela Associação de Psiquiatria dos Estados Unidos. Essa patologia é observada tanto em crianças como em adultos. É um sinal clínico incluído em nosologia psiquiátrica, estando relacionado a desordens antissociais e de conduta. A propensão à crueldade se associa com a patologia sadomasoquista. A Visão Espírita 1 . A Visão Espírita Na perspectiva espírita, a crueldade é compreendida como uma manifestação da ignorância espiritual e do afastamento das leis divinas de amor e caridade. O Espiritismo ensina que todo ato cruel, seja físico ou moral, contra animais, pessoas, ou ao meio ambiente, nasce da falta de compreensão da fraternidade universal e da incapacidade de enxergar o próximo como irmão em jornada evolutiva. Assim, a crueldade não é apenas um erro humano, mas um atraso no caminho do espírito rumo à perfeição. Allan Kardec 🎯 Os ensinamentos A crueldade, portanto, representa um obstáculo à evolução, pois impede o indivíduo de desenvolver virtudes como a compaixão. ✨ Características A benevolência e a indulgência. Cada ato cruel gera consequências espirituais, refletindo na lei de causa e efeito, que assegura que colhemos aquilo que semeamos. 🌈 Recurso pedagógico Sob essa ótica, o Espiritismo não vê a crueldade como um castigo eterno, mas como uma oportunidade de aprendizado. O espírito que pratica a crueldade terá, em futuras existências, experiências que o levarão a compreender o valor da empatia e da solidariedade. O sofrimento, nesse sentido, não é vingança divina, mas recurso pedagógico para despertar a consciência. Espiritismo 🎯 Reconhecer Portanto, a visão espírita convida à reflexão e à transformação interior. Reconhecer a crueldade é o primeiro passo para combatê-la, substituindo-a por atitudes de amor e respeito. ✨ Características Espiritismo não vê a crueldade como um castigo eterno, mas como uma oportunidade de aprendizado. O espírito que pratica a crueldade terá, em futuras existências, experiências que o levarão a compreender o valor da empatia e da solidariedade. 🌈 Aura O caminho da evolução espiritual exige que cada indivíduo se esforce para superar suas imperfeições, tornando-se instrumento de paz e de fraternidade no mundo. A Qualidade do que é Cruel 2. A qualidade do que é cruel A crueldade (do termo latino crudelitate) é a qualidade do que é cruel. Se define como uma resposta emocional de indiferença e prazer diante do sofrimento e a dor de outros. É considerada como um sinal de distúrbio psicológico pela Associação de Psiquiatria dos Estados Unidos. Essa patologia é observada tanto em crianças como em adultos. É um sinal clínico incluído em nosologia psiquiátrica, estando relacionado a desordens antissociais e de conduta. A propensão à crueldade se associa com a patologia sadomasoquista. A mais dura e insidiosa das crueldades não é aquela que grita, agride ou transborda em gestos visíveis. É a que se instala silenciosamente no olhar, no julgamento ácido disfarçado de opinião, no abandono afetivo que se justifica como indiferença. Ela não precisa de ferramentas brutais; basta um silêncio calculado, uma palavra escolhida para diminuir, uma expectativa imposta como norma. Muitos a Praticam 3. Muitos a praticam Muitos a praticam sem sequer reconhecer seu nome, acreditando estar apenas “dizendo a verdade”, “ensinando uma lição” ou “fazendo o bem”. No entanto, a essência da crueldade reside justamente nesse descompasso: a capacidade de causar dor ou desprezo com plena consciência do ato, mas com total negligência sobre sua consequência no outro. É a violência que nega a humanidade alheia. O cruel, com frequência, é um ferido que não elaborou sua própria dor. Transforma seu sofrimento em lâmina e projeta no mundo a ferocidade que carrega consigo. A diferença vital é que, enquanto alguns transformam a dor em empatia, outros a convertem em arma. A crueldade, portanto, é muitas vezes o sintoma de uma alma que não se reconciliou com sua própria fragilidade. Mudanças no Alvo Preferencial 4. Mudanças no alvo preferencial A sociedade, por vezes, normaliza e até romantiza formas sutis de crueldade: o cancelamento público, a exposição do fraco ao ridículo, a competitividade que esmaga a solidariedade. Chamamos isso de “meritocracia”, “justiça” ou “liberdade de expressão”, sem perceber que estamos institucionalizando o sofrimento como mecanismo de regulação social. O alvo preferencial da crueldade raramente é o forte, o estabelecido, o bem sucedido, o protegido. Ela se direciona com precisão covarde ao que é percebido como frágil, diferente, vulnerável ou incompreendido. 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COMPROVADO-O-PODER-DO-PASSE-ESPIRITUAL

O PODER DO PASSE ESPIRITUAL

Comprovado o Poder do Passe Espiritual Não se trata de mera especulação. O resultado foi comprovado pelo grupo de pesquisa da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, com sede em Uberaba. E mais: durante a realização do estudo, o passe espírita foi aceito pela maioria (cerca de 89%) dos pais dos recém-nascidos e familiares de pacientes. 1 . A Visão Espírita A ciência tem investigado os efeitos do passe espiritual (ou magnético) e há estudos que indicam benefícios para o bem-estar e a saúde, mas não uma “comprovação” universal e definitiva do seu poder nos termos científicos tradicionais, pois a ciência não reconhece a realidade espiritual em si. Efeitos do Passe Magnético 🎯 Comprovação Universal Pesquisas realizadas em universidades brasileiras, como a da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) em parceria com outras instituições e a USP, têm avaliado o impacto da prática. Os principais achados incluem: ✨ Melhora do Bem-Estar: Estudos apontaram que o passe pode estar associado a menores níveis de ansiedade e depressão, além de promover uma sensação de alívio e serenidade. 🌈 Impacto Fisiológico: Algumas pesquisas indicaram potenciais efeitos fisiológicos, como a redução da dor, da tensão muscular e a melhora na velocidade de cicatrização em certos contextos, embora os resultados sejam preliminares e necessitem de mais investigação. Benefícios Associados 🎯 Terapia Complementar: A prática é vista por pesquisadores como uma terapia complementar promissora que pode ser utilizada em conjunto com a medicina convencional, e não como um substituto do tratamento médico. ✨ Foco na Energia: As pesquisas exploram a ideia de transferência de energia vital ou magnética entre o aplicador e o receptor, um conceito que encontra paralelos em outras práticas como o Reiki e que a física quântica, de certa forma, ajuda a contextualizar em termos de campos de energia, embora sem “provar” a doutrina espírita. 🌈 O Poder do Passe É importante ressaltar que, embora existam evidências de benefícios associados à prática, a comunidade científica em geral ainda não considera o “poder do passe” como universalmente comprovado por meio de um consenso científico estabelecido, pois muitos desses estudos ainda são iniciais ou focados em efeitos psicológicos e de bem-estar. 2. Quantos Passes Preciso Para me Curar? Não se trata de mera especulação. O resultado foi comprovado pelo grupo de pesquisa da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, com sede em Uberaba. E mais: durante a realização do estudo, o passe espírita foi aceito pela maioria (cerca de 89%) dos pais dos recém-nascidos e familiares de pacientes. Quantos passes preciso para me curar? Não existe um número padrão de passes que é preciso tomar para se curar de uma determinada enfermidade ou situação que esteja passando. Em pesquisas realizadas com o intuito de avaliar os efeitos do passe espírita foram realizadas em recém-nascidos e adultos hospitalizados entre 2013 e 2016. “Em recém-nascidos, foram avaliados os níveis de estresse, por meio da análise do cortisol salivar; dor; parâmetros fisiológicos como frequências respiratória e cardíaca e saturação periférica de oxigênio; resposta hematológica; complicações; e tempo de permanência no hospital naqueles recém-nascidos submetidos ao passe espírita e à imposição de mãos, com intenção de cura, por indivíduos não passistas, durante dez minutos por três dias consecutivos”, explica Élida Mara Carneiro da Silva, 46, doutora em ciências da saúde pela Universidade Federal de São Paulo e coordenadora da Capelania Espírita do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. 3. Os Efeitos do Passe Espírita em Adultos e Recém-Nascidos Com adultos, o primeiro estudo incluiu pacientes internados na enfermaria de clínica médica. Foram avaliados parâmetros psicológicos, como níveis de ansiedade e de depressão, percepção de tensão muscular e sensação de bem-estar, e dados fisiológicos, como frequência cardíaca e saturação de oxigênio, além da intensidade de dor quando submetidos ao passe espírita com e sem imposição de mãos por voluntários não passistas. Os pacientes foram monitorados durante dez minutos por três dias consecutivos. No estudo incluindo recém-nascidos, a análise dos hemogramas foi realizada com o auxílio de um citômetro automatizado, o cortisol salivar foi medido por meio de eletroquimioluminiscência e os parâmetros fisiológicos, pelo monitor multiparamétrico. Em adultos, utilizou-se oxímetro de pulso de dedo-alvo para aferição dos parâmetros fisiológicos. 4. O Passe Espírita Demonstra seus Benefícios Resultados. “Nos recém-nascidos verificamos redução significativa da frequência respiratória, maior imunidade (resultado baseado no aumento da contagem de linfócitos) e menor incidência de complicações no período de hospitalização naqueles expostos ao passe espírita se comparados à imposição de mãos, com intenção de cura, por voluntários não passistas”, avalia a especialista. Segundo ela, os adultos internados na enfermaria de clínica médica que receberam o passe espírita tiveram redução significativa dos níveis de ansiedade, de depressão e de tensão muscular, além do aumento da sensação de bem-estar. “Em relação ao estudo de pacientes com doenças cardiovasculares, houve redução significativa nos escores de ansiedade e da percepção de tensão muscular, melhoria da sensação de bem-estar e aumento da saturação periférica de oxigênio nos participantes que receberam o passe. … 5. Aplicação Atua em Problemas Físicos e Psicológicos Também. O grupo que usou a imposição de mãos com intenção de cura obteve redução expressiva da tensão muscular e aumento do bem-estar, entretanto, esse resultado foi mais significativo no grupo que recebeu o passe. Ressalta-se que foi utilizada a melhor metodologia de estudo para avaliar uma intervenção, o ensaio clínico randomizado”, avalia Élida. O estudo para comprovar cientificamente a eficácia do passe espírita foi realizado como terapia integrativa e complementar e foi utilizado associado aos tratamentos convencionais, não dispensando avaliação e tratamento clínico. “Embora em nossas pesquisas os pacientes não apresentassem escores de dor, o passe espírita pode ser comparado à transfusão de sangue, que renova as forças físicas com recursos retirados do reservatório limitado (corpo físico)”, diz a doutora Élida Mara Carneiro da Silva. O passe, explica ela, pode ser considerado uma transfusão de energias vitais (psíquicas e espirituais) retiradas do reservatório ilimitado (forças espirituais) com a finalidade de recuperar as desarmonias físicas e psíquicas. Isso, diz, é feito por meio da substituição dos fluidos prejudiciais à

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