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MAPA DA CONSCIENCIA

MAPA DA CONSCIÊNCIA DO Dr. DAVID HAWKINS Escala do níveis de consciência. Pesquisas de longo prazo precisam ser organizadas. A Escala Hawkins organiza todos esses estudos para que todos possam entender como ocorreu a evolução humana em termos de emoções e seu impacto em nossas vidas. David R. Hawkins No mundo científico, PhD é um dos mais dedicados a estudar, desvendar, organizar e identificar as emoções humanas e como elas se apresentam em escala evolutiva. Dr. Hawkins busca outro caminho: a simplicidade inerente da verdade. Esta foi sua inspiração para fazer um mapa das emoções humanas. Como PHD, psiquiatra e estudioso, observava que inúmeras escolas de psicoterapia apoiavam suas condutas na tentativa de obter respostas através da simbologia e referências mitológicas. Será que conhecemos nossas emoções que estão dentro de nós? Será que realmente sabemos verdadeiramente qual é o nosso nível de consciência e como isso impacta e afeta em nossas vidas e define nossos comportamentos? Compreendendo e entendendo a Escala Hawkins da Conscientização de Hawkins. A Escala Hawkins avalia, ordena e classifica as emoções que vão das mais negativas às mais positivas e descreve cada estado de consciência, detalhando os comportamentos que fazem parte dessas consciências. É incrível como essa Escala consegue ser capaz de mapear nosso comportamento e despertar nossa sede de desejo do autoconhecimento, para superar cada um desses níveis, nos propondo quase que apresentando um desafio de autossuperação. Compreender e Conhecer os detalhes dessa Escala pode nos trazer saltos de consciência, porque nos coloca e expõe em contato com nossa verdadeira essência, natureza tornando e transparente torna as nossas emoções que transparentes nos movem e como elas têm afetam impactado nossa em nosso evoluir evolução. Características das Pessoas que vivem em Níveis de Consciência Negativos Independentemente do quão feliz pareça estar uma pessoa, as emoções negativas estão presentes. Níveis de Consciência Negativos Vergonha (0-30) Humilhação: Associado a sentimentos de inutilidade, autopunição e ódio a si mesmo. Culpa (30-50) Ofensa: Caracterizado por remorso, arrependimento e baixa autoestima. Apatia (50-75) Desespero: Indiferença, falta de motivação e desânimo geral. Tristeza (75-100) Arrependimento: Tristeza profunda, desespero e perda de esperança. Medo (100-125) Ansiedade: Ansiedade, insegurança e aversão ao risco. Desejo (125-150) Súplica: Anseios profundos e avassalador com pensamentos e ações incontroláveis. Raiva (150-175) Ódio: Comportamentos imprudentes prejudiciais e violentos, com discriminação, agressão e até mesmo genocídio. Orgulho (175-200) Desprezo: Satisfação com as próprias realizações, e desvalorização de alguém ou algo. Todas essas emoções e sentimentos determinam os níveis de consciência negativos e trazem sofrimento. É comum observarmos indivíduos negativos cujos pensamentos são igualmente negativos. Isso acontece porque não se observam, não conseguem se compreender e não conhecem a si próprios. Buscam a felicidade em algum lugar fora delas. E, debruçar essa expectativa de que a felicidade vem do exterior traz muito sofrimento e frustrações constantes. Essas pessoas se caracterizam por alguns comportamentos como: Não praticam a autorresponsabilidade, não assumem para si o encargo de suas próprias vidasTendem a culpar a tudo e todos por qualquer coisa que saia errada em sua vida.Consideram que tudo o que sai fora daquilo que desejavam é uma grande desgraça.Nem de longe entendem que a vida é feita de experiências e que estamos aqui para experimentar, aprender e evoluir.Buscam conquistar bens materiais, ter status, ser reconhecidos, captar atenção, tudo fora de si com a intenção de suprir suas carências e ausência de felicidade, tornando-se egoístas. Características das Pessoas que vivem em Níveis de Consciência Positivos: De outra forma, observamos pessoas que se conectam muito mais com emoções positivas como: Níveis de Consciência Positivos Coragem (200-250) Afirmação: Superação de medos e desafios, assumindo riscos calculados. Neutralidade (250-310) Verdadeiro: Objetividade, imparcialidade e desapego emocional. Disposição (310-350) Otimismo: Determinação, força de vontade e persistência. Aceitação (350-400) Perdão: Abertura, receptividade e rendição ao que é. Amor (400-500) Reverência: Compaixão, gentileza, conexão profunda com os outros. Alegria (500-540) Serenidade: Tranquilidade, quietude da alma e a sabedoria que vem da experiência. Paz (540-600) Felicidade: Felicidade duradoura, desapego de resultados e amor universal. Iluminação (700-1000) Angelitude: Estado do ser personificando as qualidades como pureza, bondade, amor e sabedoria. São pessoas que entendem a amplitude do conceito de abundância, que é muito mais do que apenas possuir coisas materiais e conhecem o sucesso. Geralmente tornamos essas pessoas referências para nosso próprio desenvolvimento. O entusiasmo, o perdão, o autodomínio estão presentes nas pessoas que focam mais nas emoções positivas. Denotam bem-estar e almejam isso para o próximo também. Praticam e desenvolvem o autoconhecimento e consideram os erros que cometem uma oportunidade de aprendizado e seguem com tenacidade e constância. E como é possível reconhecer onde estamos na Escala Hawkins da Consciência? É apenas através da compreensão sobre em que nível de consciência estamos, como lidamos com nossas emoções e quais são nossas reações que podemos subir na Escala Hawkins da Consciência. Desenvolvendo a auto-observação, olhando verdadeiramente, sem julgamentos para si mesmos e para nossos comportamentos. Quando conseguimos nos apartar das emoções, tanto das negativas quanto das positivas, na maior parte do tempo, olhando para a realidade que existe atrás de todas as situações que nos ocorrem, não julgamos aquilo que acontece de bom ou ruim, apenas observamos e olhamos o aprendizado oculto que existe ali. Para que isso aconteça não é necessário que nos tornemos alheios e frios distante da realidade, mas é importante que observemos as emoções que nos cabem ou não, aquelas que fazem sentido e aquelas que não queremos mais em nossas vidas. Gênios ou pessoas de ideais nobres estão nesse nível de consciência da Razão. Além desse nível, há ainda pessoas que vivenciam o Amor através de uma postura altruísta e se mobilizam mais pelas necessidades dos outros do que suas próprias necessidades. Fazem isso com alegria, amorosidade por vivenciarem verdadeiramente o Amor. São aqueles que vislumbram uma sociedade mais harmônica e colaborativa. Você pode conhecer mais sobre as emoções na escala de níveis de consciência. Sugerimos que comece pela emoção Vergonha, que calibra em 20 Hz, a emoção inicial do mapa. Conheça as emoções presentes em sua jornada:

DIÁRIO DE UMA CÃO !!

DIÁRIO DE UMA CÃO !! DIÁRIO DE UMA CÃO !! 1.ª semana: Hoje faz uma semana que nasci! Que alegria ter chegado a esse mundo!!! 1.º mês: minha mãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar. 2.º mês: Hoje fui separado de minha mãe. Ela estava muito inquieta e com seus olhos me disse adeus , esperando que minha nova “família humana” cuidasse bem de mim, como ela havia feito. 4.º mês: Cresci muito rápido, tudo chama a minha atenção. Há várias crianças na casa que são como meus “irmãozinhos”. Somos muito levados, eles me jogam uma bola e eu os mordo jogando. 5.º mês: Hoje me castigaram, minha dona se zangou porque fiz “pipi” dentro da casa… mas nunca me disseram onde eu deveria fazer. E como eu durmo na “recamara” (deve ser um lugar fechado) e…eu não me aguentei!!! 6.º mês: Sou um cão feliz. Tenho o calor de um lar, sinto-me seguro e protegido…Creio que minha família humana me ama muito… Quando estão comendo me convidam, o pátio é somente para mim e eu estou sempre cavocando, como os meus antepassados lobos, quando escondiam a comida. Nunca me educam, seguramente porque nada faço de errado. 12º mês: Hoje completei um ano. Sou um cão adulto e meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulhosos devem estar de mim!!! 13.º mês: Como me senti mal hoje… Meu “irmãozinho” tirou a minha bola. Como nunca pego seus brinquedos fui atrás dele e o mordi. Mas como meus dentes estão muito fortes, machuquei-o sem querer. Depois do susto me prenderam e quase não posso me mover para tomar um pouco de sol. Dizem que sou ingrato e que vão me deixar em observação (certamente não vacinaram)…não entendo nada do que está acontecendo. 15.º mês: Tudo mudou…vivo preso no pátio, na corrente…me sinto muito só, minha família já não brinca comigo. Às vezes esquecem que tenho fome e sede e quando chove não tenho teto que me cubra… 16.º mês: Hoje me tiraram da corrente. Pensei que tinham me perdoado Fiquei tão contente que dava saltos de alegria e meu rabo parecia um molinete… Parece que vou passear com eles. Subimos no carro, atrelamos o carreto e andamos um grande trecho quando pararam. Abriram a porta e eu desci correndo, feliz, crendo que era dia de passeio no campo. Não entendo porque fecharam a porta e se foram… “Esperem”!!! – lati…”esqueceram de mim…!!!”. Corri atrás do carro com todas as minhas forças… minha angústia aumentou ao perceber que o carro se afastava e eles não paravam. Tinham me abandonado… 17.º mês: Procurei, em vão, achar o caminho de volta à casa. Sento-me no caminho, estou perdido e algumas pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algo de comer… Eu agradeço com um olhar do fundo de minha alma… quisera que me adotassem, eu seria leal como ninguém. Porém eles apenas dizem “pobre cãozinho, deve estar perdido”. 18.º mês: Outro dia passei por uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus “irmãozinhos”. Cheguei perto e um grupo deles, dando risadas, atirou-me uma chuva de pedras “para ver quem tinha melhor pontaria”… uma dessas pedras atingiu um dos meus olhos e desde então não enxergo com ele. 19.º mês: Parece mentira mas quando eu estava mais bonito as pessoas se compadeciam mais de mim…Agora que estou muito fraco, com um aspecto bem mudado… perdi meu olho, as pessoas me tratam a pontapés quando pretendo deitar-me na sombra…20.º mês: Quase não posso me mover. Hoje, ao atravessar a rua por onde passam os carros, um deles me atropelou. Pelo que sei, estava num lugar seguro chamado “sarjeta”, mas nunca vou me esquecer do olhar de satisfação do motorista. Oxalá tivesse me matado, porém só me deslocou a cadeira. A dor é terrível, minhas patas traseiras não me respondem e com dificuldade me arrastei até uma moita de ervas fora da estrada! Já faz 10 dias que estou em baixo de sol, chuva e frio, sem comer. Não posso me mover, a dor é insuportável. Sinto-me muito mal, estou num lugar úmido e parece que meu pelo está caindo. Algumas pessoas passam e não me veem; outras dizem: “não te aproximes”. Já estou quase inconsciente, porém uma força estranha me fez abrir os olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. “Pobre cãozinho, veja como te deixaram”, dizia…junto a ela estava um senhor de roupa branca que começou a tocar-me e disse: “Sinto muito senhora, mas esse cão já não tem remédio, o melhor é que deixe de sofrer.” A gentil dama consentiu, com os olhos cheios de lagrimas. Como pude, mexi o rabo e olhei para ela agradecendo por me ajudar a descansar… Senti somente a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque nasci, se ninguém me queria… Autor: DesconhecidoImagem:Pixabay-ClaudiaWollesen . DIÁRIO DE UMA CÃO !! O Diário de um Cão é uma emocionante jornada através de gerações, contada através das páginas de diários cheios de amor e lealdade. A história começa com Max, um cão vira-lata que encontra seu caminho para o coração de Lucy, uma jovem em busca de um amigo fiel DIÁRIO DE UMA CÃO !! Gostaria de adquirir esse Livro Clicar Aqui O Diário de um Cão é uma emocionante jornada através de gerações, contada através das páginas de diários cheios de amor e lealdade. A história começa com Max, um cão vira-lata que encontra seu caminho para o coração de Lucy, uma jovem em busca de um amigo fiel. Férias de verão: o tempo está lindo, e toda garotada está se divertindo ao ar livre. Onde está Greg Heffley? Dentro da sua casa, jogando videogame com as cortinas fechadas. Greg, um caseiro assumido, está vivendo sua última fantasia de verão: nada de responsabilidades e regras. por Jeff Kinney (Autor) Alexandre Boide (Tradutor) A força da narrativa desta adolescente ― que mesmo com sua pouca experiência de vida foi capaz de escrever

DEPRESSÃO NA ÓTICA ESPIRITA

DEPRESSÃO NA ÓTICA ESPIRITA A depressão já é considerada o mal do século. Segundo estimativas de estudos mais recentes, a depressão deve, dentro dos próximos 20 anos estar em primeiro lugar dentre as doenças que mais atingem a população mundial. Mas como o espiritismo explica a depressão? como pode a doutrina espírita ajudar no combate a essa doença silenciosa e grave? Inicialmente precisamos entender o que é a depressão. A depressão é um distúrbio mental caracterizado por perda de interesse em atividades, prejudicando significativamente o dia a dia. Estima-se que no Brasil hajam mais de 2 milhões de casos por ano. O problema da depressão é sua dificuldade de tratamento. Muitas pessoas confundem a depressão com uma tristeza muito grande. Porém, segundo especialistas, a depressão tem um caráter mais profundo. Assemelha-se a uma tristeza muito grande, porém essa tristeza tende a não passar. Sabemos que no espiritismo toda doença tem a raiz da sua origem em transtornos da alma. Qualquer doença física tem enorme ligação com a situação espiritual que se encontra o indivíduo. A ligação fluídica com o cérebro é a responsável pelas impressões físicas que nosso corpo receberá acerca da nossa espiritualidade. Então se algum tipo de vício, por exemplo, se instala sobre nós podemos acaba tendo situações em que doenças surgirão, se alguém cultivar muita raiva durante sua vida por exemplo, algumas questões do coração podem surgir. Seguindo este entendimento a depressão também está ligada a questões muito profundas de ordem espiritual que merecem atenção. Entendemos agora que a depressão é uma doença do corpo e da alma. seus efeitos são definitivamente muito nocivos e silenciosos. Estudos revelam que mais da metade das pessoas com depressão não sabem que estão com depressão até que a doença atinja um estado avançado. Isso dificulta seu tratamento tanto espiritual quanto material. Outro fator importante de se destacar é a importância dos profissionais de saúde no combate a esta doença. O tratamento material sabemos envolver diversos tipos de terapia e em casos mais graves até mesmo o uso de remédios. No tratamento espiritual costuma-se utilizar passes de tratamento espiritual e ligações mais elevadas com espíritos amigos. É preciso entender que por se tratar de uma doença com origens espiritual, a doença se torna mais complexa de ser trabalhada visto que pode envolver questões de vidas passadas, transgressões da lei divina e até mesmo obsessão. Por ser uma doença onde o pensamento é atingido por ondas de pessimismo e de graves conflitos internos, dedicam-se os espíritos a trata-la como uma doença espiritual, onde o espírito por diversos motivos – desde revolta e até mesmo ligação fluídica com o mal – pode tornar-se refém dos próprios pensamentos. Os pensamentos podem ser próprios ou sugestionados por espíritos infelizes que se comprazem com aquela situação de desgraçamento moral. Importante destacar que independente do porquê, a doença é sim muito séria e com complicações tantas que em muitos casos o suicídio é cometido pelos portadores desta. O espiritismo tem papel fundamental, porém não exclusivo, na cura. Através do espiritismo e da reforma íntima pode-se o paciente enxergar melhor o caminho da cura. É indispensável o tratamento médico terreno, porém, o tratamento espiritual pode auxiliar. Sendo uma doença ligada com fluídos mentais, existem tipos de passes que podem auxiliar no alívio dos sintomas psicossomáticos e com isso tornar a caminhada em direção a libertação espiritual desta doença menos penosa. Através da doutrina espírita o ser pode repensar sua situação, resgatar memórias passadas de forma indireta e com o manancial de aprendizado ser capaz de elevar-se diante de toda a dificuldade. O centro espírita tem meios de auxiliar através do atendimento fraterno, da consulta ao plano espiritual e dos estudos doutrinários. Segundo Emmanuel “não existe melhor remédio que o evangelho” Portanto, a doutrina pode ser um importante instrumento de ajuda para quem encontra-se perdido em meio aos tormentos da depressão. A enorme quantidade de informações que se encontra sobre este assunto traz também um comprometimento maior de estudo. Antes de tudo o depressivo precisa ser acolhido como uma pessoa que necessita de todo nosso apoio e amparo a fim de que logre êxito em se descontaminar dos pensamentos que vibram e ressoam em sua alma como fonte de esgotamento mental. O evangelho é para nós espíritas o remédio moral que precisamos para elevar-nos acima de nós mesmos e acima de toda dificuldade. Pode-se vencer uma doença de forma menos penosa se houver conhecimento com relação a ela. Precisamos compreender que o estudo doutrinário é o escudo mais eficiente que dispomos sobre os problemas que atingem-nos em grau mais profundo e para isso é necessária muita dedicação. As ligações fluídicas espirituais só serão atacadas ou manchadas com questões depressivas quando nos encontrarmos despreparados moralmente ou com ligações menos elevadas através da nossa vibração mental. O caminho para a cura é penoso e realmente complicado. Somente com muita oração, tratamento médico e espiritual e acima de tudo: do autoconhecimento, estaremos livres de nos tornarmos reféns de nossas mazelas. Fonte: https://espiritismodaalma.wordpress.com/Imagem: https://pixabay.com/pt/photos/ Depressão e Mediunidade Análise da Depressão e da Mediunidade sob a ótica espírita da psiquiatria e da psicologia. Este livro é o resultado de um seminário realizado em agosto de 2000, no Grupo da Fraternidade Irmã Scheilla, em Belo Horizonte-MG, promovido pela Aliança Municipal Espírita. DEPRESSÃO NA ÓTICA ESPIRITA Gostaria de adquirir esse Livro Clicar Aqui Análise da Depressão e da Mediunidade sob a ótica espírita da psiquiatria e da psicologia. Este livro é o resultado de um seminário realizado em agosto de 2000, no Grupo da Fraternidade Irmã Scheilla, em Belo Horizonte-MG, promovido pela Aliança Municipal Espírita… por Autores Diversos (Autor) A Saúde emocional e comportamental do homem no ditos “tempos modernos” deixa muito a desejar. Um dos m aiores vilões responsáveis por esse grave e desalentador é a Depressão, cujas causas são numerosas e variadas, enquanto que os efetios podem apresentar… por Divaldo Franco (Autor) Joanna de Angelis (Espírito) A depressão tornou-se uma epidemia, transformando-se em um dos mais graves problemas de saúde pública em âmbito

DESOBSESSÃO E APOMETRIA

DESOBSESSÃO E APOMETRIA – ALERTA AOS ESPÍRITAS DESOBSESSÃO E APOMETRIA – ALERTA AOS ESPÍRITAS A Apometria, repetiremos sempre, não é panaceia. É apenas uma técnica complementarde investigação da alma humana. Aprendemos com o próprio Dr. José Lacerda de Azevedo quenenhuma metodologia, por mais sofisticada que seja, se sobrepõe ao amor, à humildade, aodesejo de auxiliar ao próximo em nome do Cristo, gratuitamente e sem esperar qualquer tipo derecompensas. Não é nosso objetivo polemizar com alguns cultores da técnica apométrica influenciadospelo misticismo pueril e partidários da sua comercialização e, que, por isso mesmo, discordamda nossa postura eminentemente doutrinária. Apenas deixamos clara a nossa rejeição aos queassim se posicionam, especialmente aos que fazem da mediunidade e da Apometria objetos denegócios e de ganhos pecuniários. Abordaremos a Apometria exclusivamente através do prisma espírita, buscandoincorporar ao acervo experimental da doutrina, aquilo que nos parece válido, ético em perfeitaconsonância com os postulados estabelecidos por Allan Kardec. O ENCADEAMENTO LÓGICO DO CONHECIMENTO Por uma questão de bom senso, ninguém deve ser considerado autossuficiente, senhorabsoluto da verdade ou descobridor envaidecido, pois só Deus é absoluto e detém o título deCriador. O conhecimento humano deriva de um encadeamento lógico, cuja origem se perde nasdimensões vibratórias que nos cercam. As descobertas terrenas, as realizações humanas nadamais representam do que a consolidação, aqui entre nós, de algo proveniente das esferasespirituais superiores. A ciência terrena evolui paulatinamente alicerçada nas experiências que se desenvolvemem laboratórios e nas pesquisas a esse ou aquele luminar, muito embora saibamos que nada háde novo no Universo, e que apenas traduzimos, no momento adequado, algo passível de serassimilado pela inteligência humana e posto em prática a serviço da coletividade. “A ciência éobra dos séculos e de uma multidão de homens, que trouxeram, cada um, o seu contingente deobservações, das quais se aproveitam os que vem depois.” (Allan Kardec, Revista Espírita, ano1867, pgs. 262, Edicel). Assim tem acontecido em todos os setores do conhecimento humano, prova inequívocade que tudo se renova, renasce das cinzas, reaparece com sabor de novidade, traz um coloridomais radiante com a finalidade de cumprir o seu papel construtivo no contexto social. Feitas essasconsiderações, transcreveremos a seguir as entrevistas realizadas com os precursores daApometria no Brasil, senhores Luis J. Rodriguez e José Lacerda de Azevedo. O Dr. Lacerda foi o responsável pelo aperfeiçoamento da metodologia apométrica,transformando-a em instrumento anímico mediúnico de análise do psiquismo profundo, análisecapaz de nos fornecer o diagnóstico preciso de uma determinada síndrome espiritual e a condutaterapêutica mais adequada. Coube ainda a esse ilustre médico e pesquisador, a iniciativa deconciliar a Apometria ao importante capítulo da Ciência Espírita com os pressupostos da Religião,auspiciosa colaboração para apressar a convergência entre Ciência e Religião, como anteviu ocodificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec. Observamos, com indisfarçável satisfação, que o nível de conhecimento alcançado nocampo da ciência da espiritualidade aplicada à Medicina integral, aqui no Brasil, se deve, semdúvida, ao trabalho tenaz, honesto e profundo de um pequeno grupo de investigadores. Entreeles, está o Dr. José Lacerda de Azevedo, pesquisador preocupado em demonstrar no campoexperimental, as possibilidades descobertas na medicina espiritual, com repercussões positivasno bem-estar da comunidade terrena. O ARTÍFICE DA HIPNOMETRIA SR. LUIS J. RODRIGUEZ Haverá na Terra algum ser que não leve no seu íntimo a vivência de problemas kármicosque tiveram sua origem no passado espiritual? Como se poderia buscar inteligentemente a causade qualquer problema se não mentalizar-se bem a relação íntima que existe entre o corposomático e o meramente psíquico? Não é o indivíduo a soma desses fatores que dificilmentepodem ser individualizados? Em resumo, como pode um médico curar o corpo, sem também sersimultânea e obrigatoriamente um médico da alma? Sabemos pelo muito que pudemos observar que a Psiquiatria se encontra perdida numtremendo labirinto emaranhado por uma extensa nomenclatura, na qual a ausência de umdiagnóstico inspirado numa logística etiológica segura foi substituída por uma riquíssimasemântica descritiva, como se as etiquetas, os rótulos com nomes ressonantes tivessem de persi a magia de uma solução terapêutica efetiva. Não há dúvida de que o pensamento materialista é um atraso para a ciência, haja vistaa pobreza de recursos de que se vale a Medicina para tentar diagnosticar e trataradequadamente as síndromes mais complexas de ordem puramente espiritual, o que é umalástima, pois os prejudicados serão os próprios doentes. A Psiquiatria inventou um homem de bagaço, sem alma. Essa simplicidade existencialobriga a Psiquiatria a emaranhar-se na astúcia de um malabarismo, como se o jogo hábil deadjetivos e substantivos manejados com o sabor literário da moda freudiana nos desse a soluçãodo problema. “Quando o indivíduo normal começa a ouvir vozes e ter visões, por exemplo, o que vênisso um espirita? Não reconhece, nesse fenômeno simples, um começo espontâneo demediunidade? Se levar o caso a um psiquiatra materialista, o que ocorre? A primeira coisa é arotulação do problema com algum termo segundo a moda psiconeurótica ou psicopática domomento”. “Se o psiquiatra modernista dos nossos dias houvesse tido a curiosidade, por exemplo, deestudar o exorcismo praticado pelo sacerdote católico, teria aprendido com ele mais etiologiapsicodinâmica do que pôde aprender com Freud e Jung”. “Os judeus, desde tempos memoráveis, definiam melhor o problema que o sacerdotecristão. Em lugar de inventar a existência de um demônio, os judeus chamavam a essapersonalidade parasitária pelo nome de Dibbuk. Para eles, Dibbuk era apenas a alma de ummorto atuando sobre um vivo”. “O psiquiatra, bem orientado, deverá ser sempre um graduado na Escola de Medicina.Surgirá assim simultaneamente o grande médico do futuro, o grande psiquiatra das novasgerações, aquele que saberá curar o corpo e a alma do homem”. COMENTÁRIOS A RESPEITO DO PENSAMENTO DO SR. LUIS J. RODRIGUEZ Não há dúvida de que o Sr. Luís J. Rodriguez era um cidadão bastante instruído e profundoconhecedor da fenomenologia parapsíquica. Infelizmente, não lhe foi perguntado ondeaprendeu os detalhes da técnica de desacoplamento astral do agregado humano, técnicadenominada por ele de Hipnometria. Talvez, empolgado pelo ideal de contagiar com o seutrabalho os bancos acadêmicos, ele preferiu não se filiar ao Espiritismo, não obstantedemonstrasse preciosos conhecimentos da doutrina codificada por Allan Kardec. Seu trabalho era o de insistir em referenciar a cura dos problemas kármicos, como se tudopudesse ser resolvido com a simples aplicação do transe hipnométrico. Digamos que havia

DESENVOLVIMENTO MEDIUNICO

DESENVOLVIMENTO MEDIUNICO Texto Extraído do Livro: MISSIONÁRIOS DA LUZ, Do Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier. Muitos aprendizes costumam esquecer que se encontram no mundo em serviço de retificação do preterito e de auto-iluminação, estacionando em falsos caminhos. Dai, a seu tempo, surge o veneno sutil da ociosidade, que sempre busca os conselhos de sua mentora, a complacencia, para fazer as ocultas, o que bem entendem. Permanecer com elas na falsa atitude de conselheiros, seria desempenhar o papel da complacencia frente da ociosidade criminosa. Havia sempre o que aprender. E constituia enorme satisfação seguir o ativo missionario das atividades de comunicação. – Hoje, a noite – disse-me o devotado amigo -, observara algumas demonstrações de desenvolvimento mediunico. Aguardei as instruções com interesse. No instante indicado, compareci ao grupo. – He muito lenta e dificil a transição, entre a animalidade grosseira e a espiritualidade superior. Nesse sentido, ha sempre, entre os homens, um oceano de palavras e algumas gotas de ação. Nesse instante, os primeiros amigos do plano carnal deram entrada no recinto. O diretor proferiu tocante prece, no que foi acompanhado por todos os presentes. Dezoito pessoas mantinham-se em expectativa. – Alguns – explicou Alexandre – pretendem a psicografia, outros tentam a mediunidade de incorporação. Infelizmente, porém, quase todos confundem poderes psiquicos com funções fisiologicas. Acreditam no mecanismo absoluto da realização e esperam o progresso eventual e problematico, esquecidos de que toda edificação da alma requer disciplina, educação, esforço e perseverança. Ninguém pode trair a lei impunemente, e, para subir, Espirito algum dispensara o esforço de si mesmo, no aprimoramento intimo. Dirigindo-se, de maneira especial, para os circunstantes, o instrutor recomendou: – Observemos. Postara-se ao lado de um rapaz que esperava, de lapis em punho, mergulhado em profundo silencio. Ofereceu-me Alexandre o seu vigoroso auxilio magnetico e contemplei-o, com atenção. Os nucleos glandulares emitiam palidas irradiações. A epifise, principalmente, semelhava-se a reduzida semente algo luminosa. – Repare no aparelho genital – aconselhou-me o instrutor, gravemente. Fiquei estupefato. As glandulas geradoras emitiam fraquissima luminosidade, que parecia abafada por aluvioes de corpusculos negros, a se caracterizarem por espantosa mobilidade. Começavam a movimentação sob a bexiga e vibravam ao longo de todo o cordao espermatico, formando colonias compactas, nas vesículas seminais, na prostata, nas mucosas uretrais, invadiam os canais seminiferos e lutavam com as celulas sexuais, aniquilando-as. As mais vigorosas daquelas feras microscópicas situavam-se no epididimo, onde absorviam, famelicas, os embriões delicados da vida orgânica. Estava assombrado. Que significava aquele acervo de pequeninos seres escuros? São bacilos psiquicos da tortura sexual, produzidos pela sede febril do prazer inferior. Tem sido cultivados por este companheiro, nao so pela incontinencia no dominio das emoções proprias, por experiencias sexuais variadas, mas tambem pelo contato com entidades grosseiras, que se afinam com as predileções dele, entidades que o visitam com frequencia, a maneira de imperceptiveis vampiros. Este rapaz ainda nao pode compreender que o corpo fisico e apenas leve sombra do corpo perispiritual, não se capacitou de que a prudencia, em materia de sexo, e equilíbrio da vida e, percebendo as nossas advertencias sobre a temperança, acredita ouvir remotas lições de aspecto dogmatico, exclusivo, no exame da fe religiosa. A pretexto de aceitar o imperio da razão pura, na esfera da logica, admite que o sexo nada tem que ver com a espiritualidade, como se esta não fosse a existencia divina e energia eterna. O erro de nosso amigo e o de todos os religiosos que supoem a alma absolutamente separada do corpo fisico, quando todas as manifestações psicofisicas se derivam da influenciação espiritual. Não saira do meu intraduzível espanto, quando o instrutor me chamou a atenção para um cavalheiro maduro que tentava a psicografia. – Observe este amigo – disse-me, com autoridade -, não sente um odor característico? Efetivamente, em derredor daquele rosto palido, assinalava-se a existencia de atmosfera menos agradavel. Semelhava-se o corpo a um tonel de configuração caprichosa, de cujo interior escapavam certos vapores muito leves, mas incessantes. Via-se-lhe a dificuldade para sustentar o pensamento com relativa calma. Não tive nenhuma duvida. Deveria ele usar alcoolicos em quantidade regular. Vali-me do ensejo para notar-lhe as singularidades organicas. O aparelho gastrintestinal parecia totalmente ensopado em aguardente, porquanto essa substancia invadia todos os escaninhos do estomago e, começando a fazer-se sentir nas paredes do esofago. Espantava-me o figado enorme. Toda a estrutura do orgão se mantinha alterada. Com terrivel ingurgitação, e tambem o baço apresenta anomalias estranhas. – Os alcoolicos – esclareceu Alexandre, com grave entonação – aniquilam-se vagarosamente. Você esta examinando as anormalidades menores. Este companheiro permanece completamente desviado em seus centros de equilibrio vital. Todo o sistema endocrino foi atingido pela atuação toxica. Inutilmente trabalha a medula para melhorar os valores da circulação. Em vão, esforçam-se os centros genitais para ordenar as funções que lhes são peculiares, porque o alcool excessivo determina modificações deprimentes sobre a propria cromatina. Debalde trabalham os rins na excreção dos elementos corrosivos. O pancreas, viciado, não atende com exatidao ao serviço de desintegraçao dos alimentos. Profundas alteraçoes modificam-lhe as disposições do sistema nervoso vegetativo e não fossem as glandulas sudoriparas, seria talvez impossivel a continuação da vida fisica. O instrutor colocou-me, em seguida, ao lado de uma dama simpatica e idosa. Apos examina-la, atencioso, acrescentou: – Repare nesta nossa irma. E candidata ao desenvolvimento da mediunidade de incorporação. Observando-me a estranheza, o orientador falou em meu socorro: – Temos aqui uma pobre amiga desviada nos excessos de alimentação. Todas as suas glandulas e centros nervosos trabalham para atender as exigencias do sistema digestivo. Descuidada de si mesma, caiu na glutonaria crassa. Tornando-se presa de seres de baixa condição. E por que me conservasse em silencio, incapacitado de argumentar, ante ensinamentos tao novos, o instrutor considerou: – Perante estes quadros, voce pode avaliar a extensão das necessidades educativas na esfera da Crosta. A mente encarnada engalanou-se com os valores intelectuais e fez o culto da razao pura, esquecendo-se de que a razao humana precisa de luz divina. O homem comum percebe muito pouco e sente muito menos.

DESENCARNES COLETIVOS

DESENCARNES COLETIVOS Ao longo da história do homem já ocorreram incontáveis situações de desencarne coletivos. Ações da natureza como terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas levaram incontáveis pessoas ao desencarne. E na história recente temos presenciado situações de desencarne por outras razões, como naufrágios, acidentes aéreos, acidentes automobilísticos, incêndios, desabamentos, ocupação inadequada de áreas de risco como áreas costeiras sujeitas a tsunamis, encostas de morros, e outras. O desencarne é um assunto importante em nossas vidas, pois significa o final desta oportunidade reencarnatória, e a interrupção das relações familiares e de amizade, dentro dos padrões que conhecemos e estamos acostumados aqui na Terra. Logo é natural que o desencarne de muitas pessoas simultaneamente nos chame ainda mais a atenção. É consequência da característica do ser pensante, refletir sobre sua vida e sobre sua interrupção. E por isso temos nos perguntado: por que ocorrem estas situações onde muitas pessoas desencarnam ao mesmo tempo? Em mensagens recentes através do Médium Maury Rodrigues da Cruz, os espíritos Leocádio José Correia e Marina Fidélis nos alertam para o fato de que os desencarnes coletivos não representam resgate de erros em vidas passadas, ou qualquer tipo de castigo ou punição. Também não são resultado da influência de espíritos desencarnados. A reflexão que os espíritos orientadores nos trazem está em torno do uso mais construtivo do nosso livre arbítrio, o que nos leva a pensar mais criticamente sobre os fatos que causam os desencarnes coletivos, ao invés de nos apegarmos a explicações que retiram de nós a responsabilidade sobre os fatos que ocorrem em nossa sociedade. Com a evolução do conhecimento científico o Homem passou conhecer mais a fundo os detalhes do ambiente onde vive, o planeta Terra. Passou a conhecer e a entender os vulcões, os terremotos, os tsunamis, as ações dos ventos, das chuvas, do fogo, do frio e do calor. Assim,hoje já sabemos que o planeta nos traz situações de risco à vida do corpo, e passamos a evitá-las quando possível. Evitamos ocupar encostas de morros, evitamos ocupar áreas sujeitas a terremotos, não ocupamos áreas de risco próximas a vulcões com possibilidade de erupção. Ao mesmo tempo a evolução da tecnologia nos trouxe sistemas de alerta para tempestades, tsunamis e erupções vulcânicas, reduzindo o risco de exposição das pessoas a tais eventos naturais. Desta forma, com base no conhecimento, na mudança de comportamento e na prevenção, certamente temos evitado mais situações de desencarnes coletivos em função de eventos naturais. Por outro lado, a evolução do conhecimento humano gerou mudanças importantes na sociedade global. Intensificamos as relações entre países e continentes. Desenvolvemos aeronaves com capacidade de transportar centenas de passageiros, grandes navios com capacidade para mais de 6 mil pessoas, automóveis, ônibus, edifícios. Mas, nem sempre o conhecimento aplicado consegue prever todas as situações, e o desenvolvimento da cultura, da mesma forma, nem sempre acompanha o avanço da tecnologia. Assim temos situações diversas que podem levar a acidentes: por um lado podem ocorrer falhas nos aviões, navios, automóveis, trens; por outro lado muitas vezes fazemos uso inadequado desses meios de transporte, nos colocando em situações não previstas e causando acidentes. Antes de termos inventado aviões, automóveis e edifícios não ocorriam desencarnes envolvendo estes recursos. Nós os inventamos, nós os usamos, nós os mantemos, nós cuidamos ou não do seu aprimoramento e das condições para seu uso. Estradas com manutenção precária; aeroportos situados dentro das cidades e com restrições para ampliações; pressão por resultados financeiros crescentes que acabam reduzindo a atenção e os investimentos em segurança; todas essas situações são escolhas humanas, escolhas feitas por nós espíritos encarnados, e que muitas vezes levam a situações que provocam o desencarne de várias pessoas. E como temos a população em constante crescimento, temos cada vez mais locais onde ocorre a aglomeração de pessoas, como por exemplo em aeroportos, rodoviárias, supermercados, shopping centers, grandes eventos, casas noturnas, escolas, hospitais. Quais são os riscos que estes ambientes podem oferecer à vida daqueles que lá estão? Temos pensado a respeito? Temos atuado em sua prevenção? Como espíritos encarnados todos fazemos parte do grupo responsável pelo padrão de vida estabelecido na Terra no momento. Na visão espírita não há destino. Há justiça, o que significa efeitos coerentes com as causas que lhes deram origem. Se atuarmos no sentido da prevenção, do ajuste de comportamento, da manutenção da vida, teremos menos situações de desencarne, independentemente de quantas pessoas estejam envolvidas. Entretanto, se adotarmos as explicações religiosas que eximem a sociedade de sua responsabilidade sobre tais fatos, justificando os desencarnes em supostos processos ditos cármicos, estaremos aceitando postergar aprendizados importantes e repetir sofrimentos evitáveis. Tendo essas reflexões como base, como podemos avaliar os desencarnes ocorridos recentemente na Boate Kiss, em Santa Maria, RS? Os espíritos desencarnados tem alguma influência nos desencarnes coletivos? As equipes espirituais podem ser chamadas a intervir construtivamente no sentido da prevenção de algum evento humano de grande significado para a civilização, desde que isso não limite o livre-arbítrio das pessoas. No caso de desencarnes coletivos a influência das equipes espirituais é semelhante ao das equipes encarnadas, ou seja, é de apoio e ocorre após o evento. Os jovens que desencarnaram na boate Kiss em Santa Maria eram espíritos responsáveis pelas mortes de pessoas nas câmaras de gás na Alemanha? Não passaria de coincidência se entre aqueles jovens houvesse ao menos um dos participantes daquelas atrocidades. Apesar das semelhanças entre o método usado nos campos de concentração e o acidente de Santa Maria, os espíritos orientadores afirmam que não se trata de resgate, pois a intenção da Lei Maior é o aprendizado e não a punição. O conceito humano de justiça, por meio do método conhecido como “olho por olho”, é uma criação humana atribuída ao rei Babilônio Hamurabi, aproximadamente 1800 anos antes de Cristo. Percebendo a injusta desproporção em crime e castigo vigente em seu reino, ele promulgou leis que previam que as penas não deveriam ser maiores que os crimes. Jesus trouxe a evolução do conceito de retaliação ao propor o perdão aos inimigos como forma de não perpetuar

ABORTO – A MORTE OCULTA

ABORTO – A MORTE OCULTA O que diz a medicina espírita? As complicações clínicas advindas dos abortos provocados na esfera ginecológica são inúmeras e podem, inclusive, determinar o êxito letal da mulher. No campo psicológico, são comuns os processos depressivos subseqüentes que acometem as mulheres que se submeteram à eliminação da gestação indesejada. A sensação de vazio interior, mesclada com um sentimento de culpa consciente e inconsciente, freqüentemente, determina uma acentuada baixa de vibração na psicosfera feminina. Paralelamente, a ação do magnetismo mental do espírito expulso passará gradativamente a exacerbar a situação depressiva materna. Como já estudamos, em muitos casos, aquele que reencarnaria como seu rebento estava sendo encaminhado para um processo de reconciliação afetiva. O véu do esquecimento do passado é que possibilitaria a reaproximação de ambos sob o mesmo teto. Com o aborto provocado, à medida que o espírito recobra a consciência, passa, nesses casos, a emitir vibrações que, pelo desagrado profundo, agirão de forma nociva na psicosfera materna. Em que pese o esforço protetor exercido pelos mentores amigos, em muitas circunstâncias se estabelece o vínculo simbiótico, mergulhando a mãe nos tristes escaninhos da psicopatologia. Ao desencarnar, de volta ao plano espiritual, a mãe apresentará em diversos níveis, conforme o seu grau de responsabilidade, distonias energéticas que se farão representar por massas fluídicas escuras que comporão a estrutura de seu psicossoma (perispírito). Apesar de serem atendidas com os recursos e as técnicas terapêuticas existentes no mundo astral, a chaga energética, em muitos casos, se mantém, em função da gravidade e agravantes existentes. As lesões na textura íntima do psicossoma a que nos referimos, muitas vezes, só podem ser eliminadas numa próxima encarnação de características expiatórias. Expiação, longe de ter uma conotação punitiva, pois esse critério não existe na planificação superior, é um método de eliminação das desarmonias mais profundas para a periferia do novo corpo físico. A expiação sempre tem função regeneradora e construtiva e visa restaurar o equilíbrio energético perdido por posturas desequilibradas do passado. As deficiências que surgirão no corpo físico feminino, pelo mecanismo expiatório, visa, em última análise, suprimir o mal, drená-lo para a periferia física. Segundo os textos evangélicos: “A cada um de acordo com as próprias obras”. Os desajustes ocorrem inicialmente nas energias psicossomáticas do chacra genésico, implantando-se nos tecidos da própria alma as sementes que germinarão no seu novo corpo físico, em encarnação vindoura, como colheita de semeadura anterior. RESPONSABILIDADE PATERNA Se é verdade que a mulher se constitui no ninho onde se aconchegam os ovos, que, acalentados pelo amor, abrir-se-ão em novos filhotes da vida humana, não há como se esquecer da função paterna. A pretensa igualdade pregada por feministas, que mais se mostram como extremistas, não permite que se enxergue pela embaciada lente do orgulho, que a mulher jamais será igual ao homem. A mulher é maravilhosamente especial para se igualar a nós homens. Já nos referimos às complexas conseqüências para o lado materno no caso da interrupção premeditada da gestação. Faz-se necessário, não só por uma questão de esclarecimento, mas até por justiça, estudarmos os efeitos sobre o elemento paterno que, muitas vezes, é o mentor intelectual do crime. Desertando do compromisso assumido, ou pressionando pela força física ou mental, o homem, a quem freqüentemente a mulher se subordina para manter a sobrevivência, obriga a sua companheira a abortar. Não estamos eximindo quem quer que seja da responsabilidade, pois cada qual responde perante a lei da natureza proporcionalmente à sua participação nos atos da vida. A mãe terá sua quota de responsabilidade, ou de valorização, devidamente codificada nos computadores do seu próprio espírito. O homem, freqüentemente, obterá na existência próxima a colheita espinhosa da semeadura irresponsável. Seu chacra coronário ou cerebral, manipulador da indução ao ato delituoso, se desarmonizará gerando ondas de baixa freqüência e elevado comprimento ondulatório. Circuitos energéticos anômalos se formarão nesse nível, atraindo por sintonia magnética ondas de similar amplitude e freqüência, abrindo caminho à obsessão espiritual. As emanações vibratórias doentias do seu passado, que jaziam adormecidas, pulsarão estimuladas pela postura equivocada atual e abrirão um canal anímico de acesso aos obsessores. O chacra genésico também recebe o influxo patológico de suas atitudes, toma-se distônico e, na seguinte encarnação programa automaticamente pelos computadores perispirituais a fragilidade do aparelho reprodutor. Objetivamente, veremos moléstias testiculares e distúrbios hormonais como reflexos do seu pretérito. Lembramos sempre que não se pode generalizar raciocínios nem padronizar efeitos, pois cada espírito tem um miliar de responsabilidades e, a cada momento, atos de amor e de crescimento interior diluem o carma construído no passado. CONSEQÜÊNCIAS PARA O ABORTADO A especificidade de cada caso determina situações absolutamente individuais no que se refere às repercussões sofridas pelo espírito eliminado de seu corpo em vias de estruturação. Se existe na ciência do espírito uma regra fundamental que rege a lei de causa e efeito, poderíamos enunciá-la assim: A reação da natureza sempre se fará proporcional à intencionalidade da ação. Isto é, jamais poderemos afirmar que um determinado ato levará inexoravelmente a uma exata conseqüência. Quando a responsabilidade maior da decisão coube aos encarnados, pai e ou mãe, eximindo o espírito de participação voluntária no aborto, teremos um tipo de situação a ser analisada. O espírito, quando de nível evolutivo mais expressivo, tem reações mais moderadas e tolerantes. Muitas vezes seria ele alguém destinado a aproximar o casal, restabelecer a união ou, mesmo no futuro, servir de amparo social ou efetivo aos membros da família. Lamentará a perda de oportunidade de auxílio para aqueles que ama. Não se deixará envolver pelo ódio ou ressentimento, mesmo que o ato do aborto o tenha feito sofrer física e psiquicamente. Em muitos casos, manterá, mesmo desencarnado, tanto quanto possível, o seu trabalho de indução mental positiva sobre a mãe ou os cônjuges. Nas situações em que o espírito se encontrava em degraus mais baixos da escada evolutiva, as reações se farão de forma mais descontrolada e, sobretudo, mais agressiva. Espíritos destinados ao reencontro com aqueles a quem no passado foram ligados por liames desarmônicos, ao se sentirem rejeitados, devolvem

CORPOS BIOENERGÉTICOS

CORPOS BIOENERGÉTICOS CORPOS BIOENERGÉTICOS O ser humano é formado basicamente de 7 corpos, sendo apenas um deles, o corpo físico, conhecido e aceito pela maioria das pessoas e pela ciência convencional. Os outros 6 corpos são desconhecidos pois não são constituídos de matéria física perceptível aos sentidos normais das pessoas. São corpos formados de um tipo de matéria eterizada, fluídos e energias, que fogem aos órgãos de percepção normais dos seres humanos (visão, paladar, tato, olfato e audição). Muitos pesquisadores diferem em suas opiniões a respeito do número de corpos, alguns falam em 9 corpos, outros 8, outros 7, outros 14 corpos e outros falam até em uma variação ainda maior. Isso porque alguns desconsideram o corpo físico como parte integrante do homem verdadeiro. Entendem que o corpo físico não é o Homem em si, que o Homem verdadeiro é apenas o Princípio Inteligente, ou seja, espírito e os corpos que o formam. Outros não classificam o espírito como sendo um corpo especificamente e sim como fonte de inteligência que interage através dos corpos energéticos e físico. Há ainda pesquisadores que consideram os chakras, como sendo também corpos etéricos. Enfim, são apenas formas diferentes de estudarem e analisarem o mesmo principio. O importante é que no ponto principal todos chegaram aos mesmos resultados, ou seja, o corpo físico é apenas um dentre muitos outros que formam o ser humano. Os seis corpos sutis são representados por seis corpos de energias e fluidos, que têm seus centros em pontos distribuídos ao longo do eixo central de nosso corpo e são conhecidos como chakras, ou, centros de forças; e um outro corpo, corpo espiritual, que é o principio inteligente do ser humano, é formado por uma matéria ainda mais quintessenciada que a dos demais corpos. Todos esses corpos são independentes e cumprem funções distintas, mas interligados e com uma relação tão direta entre si que os tornam um corpo único, um ser indivisível. Cada um dos 7 corpos energéticos e fluídicos, possuem pontos de entrada ou captação de energias, pontos de saída ou exclusão de energias, e ainda, canais de circulação dessas energias. Da mesma forma que o primeiro corpo (corpo físico) tem ponto de entrada de alimentos, boca; ponto de saída desses alimentos, sistema excretor, e canais de circulação e processamento desses alimentos, que são os órgãos de digestão e intestinos, e ainda, o sistema circulatório. O corpo espiritual, não tendo forma definida constitui-se de uma energia muito refinada, de uma vibração de intensidade não conhecida nem percebida no campo das três dimensões que vivemos. Por esse motivo não é considerado por alguns pesquisadores como um corpo propriamente dito. Em nosso trabalho não só o consideramos como um corpo, como o colocamos na qualidade de o mais importante, por entendermos que sendo ele o Princípio Inteligente, que coordena e comanda todas as ações e vibrações dos demais é também, o que já existia antes do corpo físico atual e existirá após a extinção deste. A doutrina kardecista considera apenas três corpos: o corpo físico, o perispírito e o astral. A apometria apresenta mais quatro corpos espirituais : Búdico, Mental Superior, Mental Inferior, Duplo Etérico e Átma. A técnica descoberta por Dr. Lacerda, consiste em desdobrar os corpos, identificando a raiz do problema. Nesta lei geral se baseia a Apometria. No campo dos fenômenos anímicos a técnica de sua aplicação representa uma verdadeira descoberta. Ela possibilita explorar e investigar o plano astral, com bastante facilidade. São ferramentas de ação do espírito que lhe dá condição de operar e se manifestar nas mais variadas faixas vibratórias de que é constituído cada orbe onde habita e faz sua evolução. CONCEITO HOMEM-ESPÍRITO A grande maioria das religiões orientais têm ensinado uma constituição mais complexa do Homem – Espírito: São sete componentes interpenetrados, os mais diáfanos ocupando a mesma porção espacial dos mais densos, perfeitamente definidos mas vibrando em dimensões espaciais diferentes – onde as propriedades, funções e manifestações são distintas ou seja, cada corpo tem denominação e características distintas, funções específicas e manifestação limitada ao campo ou dimensão a que está adstrito, pois cada um destes corpos vibra em universo dimensional distinto. Antiquíssima essa concepção teve berço na Índia, nos sábios que erigiram a Filosofia Vedanta. Os antigos Egípcios, nos mistérios de Tebas ou de Mênfis, também a ensinavam. Em Centros Iniciáticos Greco Romanos o Setenário era fundamento esotérico de cultos mediúnicos. Teosofistas, Rosacruzes, Antroposofistas, Esoteristas e todas as correntes neo-espiritualistas o adotaram também, considerando-o a verdadeira composição estrutural do ser humano. Estudando-o os antigos magos empregaram conhecimentos na obtenção de resultados práticos: tratamento de enfermos, investigações psíquicas e manipulação de forças da Natureza. O ternário (Físico, Perispírito e Espírito ou Corpo, alma e Espírito) é mais fácil de ser entendido, mas não explica a maioria dos fenômenos psíquicos do mediunismo. O Setenário, conquanto mais complexo permite compreender fenômenos psíquicos com mais nitidez. Além disso, abre variados campos de investigação. A pesquisa das causas de curas consideradas “milagrosas” ou “impossíveis”. O conhecimento de fatos ocorridos em vidas anteriores e das reminiscências gravadas na consciência atual. O apagamento de lembranças incômodas de fatos desarmônicos de vidas anteriores. CORPO FÍSICO Instrumento de suporte passivo, recebendo a ação dos elementos anímico-espirituais, constituído de compostos químicos originários do próprio planeta. Propriedade: Oportunizar ao Espírito sua manifestação no campo físico. Condução da vida encarnada. CORPO ETÉRICO Estrutura tênue, invisível, de natureza eletromagnética densa, mas de comprimento de onda inferior ao da luz ultravioleta, quase imaterial, elo conectivo entre o homem interior e o exterior, receptáculo da energia vital ou prana recebida do sol; -sede dos chacras-. Propriedade: Estabelecer a saúde automaticamente, sem interferência da consciência. CORPO ASTRAL ou EMOCIONAL Veículo das emoções, dos desejos, das paixões; -ponte entre o Corpo Etérico e o Corpo Mental-. Formado por matéria astral: quanto menos evoluído o indivíduo, tanto maior é a predominância de matéria mais grosseira, pertencente aos sub-planos astrais inferiores. Separado do corpo físico, assume a forma e o aspecto deste, porém o funcionamento dos aparelhos sensoriais é totalmente diferente. Propriedade:

JUSTIÇA DIVINA

JUSTIÇA DIVINA JUSTIÇA DIVINA Deploramos as calamidades de que o materialismo é a nascente e insistimos pelo retornoda fé religiosa, para que a responsabilidade seja colocada no lugar que lhe é próprio. Destacamosa excelência da virtude, traçamos roteiro à vida heróica, articulamos trabalhos dedesenvolvimento moral e encarecemos a redenção dos costumes. É forçoso reconhecer, noentanto, a impossibilidade da ação para definir a função. Contraditório é aconselhar uma estrada e seguir noutra. Toda escola é centro indutivo.Formam-se engenheiros nas disciplinas em que outros engenheiros se tornam instrutores.Fazem-se mecânicos, no trabalho em que outros mecânicos se tornaram exímios. O invento pedeuso, a teoria espera demonstração. Assim também acontece na experiência religiosa.Imaginemos se o Cristo, a pretexto de angariar contribuições para as boas obras, tivessedisputado a nomeação de Mateus para exercer as atribuições de chefe do dinheiro, no paláciode Antipas; se, para garantir o prestígio do Evangelho, passasse a frequentar os corredores doPretório, com o intuito de atrair as atenções de Pilatos; se, para favorecer a causa da Boa Nova,resolvesse adular os familiares de Anás, oferecendo-lhes passes magnéticos para curar-lhes asenxaquecas; ou se para preservar-se na grande crise, tivesse provocado um entendimento comessa ou aquela autoridade do Sinédrio, acomodando-se ao mercado das influências políticas,junto do povo. Ao invés disso, vemo-lo, a cada passo, coerente consigo mesmo. Amparando os homenssem os escravizar às ilusões. Prestando-lhes serviço, em nome de Deus, sem conluiar-se com oshomens em desserviço ao Pai. Esclarecendo sem impor. Ajudando sem exigir. Promovendo o bemde todos, sem cogitar do bem de si mesmo. Sem dúvida, todos nós lamentamos a incredulidade que assola a Terra, ressecandocorações e ensombrando a inteligência. É necessário, porém, compreender que, para abolir atirania da negação que entenebrece o espírito humano, será necessário viver de acordo com a féque ensinamos, a fim de que o mundo encontre em nós, primeiramente, o trabalho e acompreensão, a fraternidade e a concórdia, que aspiramos encontrar no Pai. CRENÇA E IMPOSIÇÃO A crença é um ato de entendimento que, por isso mesmo, não pode ser imposta”. E ousamos acrescentar que isso ocorre, porque cada consciência cultiva a fé segundo o degrau evolutivo em que se coloca ou de conformidade com a posição circunstancial em que vive. Não seria justo violentar o cérebro da criança, ao peso de indagações filosóficas, porque não aceitemos suas convicções infantis. É imperioso ouvi-la com paciência, guiando-lhe os raciocínios para os objetivos da lógica. É crueldade censurar o náufrago porque se agarre à tábua lodosa, provisoriamente incapaz de partilhar de nossa confortável embarcação. Ao invés disso, é forçoso que lheestendamos concurso fraterno. Excessos dogmáticos, lances de fanatismo, opiniões prepotentes,medidas de intolerância e injúrias teológicas, podem ser hoje consideradas por enfermidades dasinstituições humanas, destinadas a desaparecer com a terapia silenciosa da evolução e do tempo,embora constituam para todos nós espíritas encarnados e desencarnados constantes desafios amais amplo serviço na sementeira da luz. Sabemos que a individualidade consciente é responsável pelos próprios destinos; que aLei funciona em cada Espírito, atribuindo isso ou aquilo a cada um, conforme as próprias obras;que Deus é o Infinito Amor e a Justiça Perfeita, e que as forças do Universo não acalentamfavoritismo para ninguém. É por isso que Jesus proclamou; “Conhecereis a verdade e a verdadevos fará livres.” Não disse o Mestre que o mundo já conhecia a verdade, nem informou quandoela será conhecida entre os homens. Mas dando a entender que a verdade é luz divina, que seráconquistada pelo trabalho e pelo merecimento de cada um. ANJOS DESCONHECIDOS Há guardiões espirituais que te apóiam a existência no plano físico e há tutores da almaque te protegem a vida mesmo na Terra. Frequentemente, centralizas a atenção nos poderososdo dia, sem ver os companheiros anônimos que te ajudam na garantia do pão. Admiras os artistasrenomados que dominam os cartazes da imprensa e esqueces facilmente os braços humildes quete auxiliam a plasmar, no santuário da própria alma, as obras–primas da esperança e dapaciência. Aplaudes os heróis e os tribunos que se agigantam nas praças; todavia, não te recordasdaqueles que te sustentaram a infância, de modo a desfrutares as oportunidades que hoje tefelicitam. Ouves, extasiado, a biografia de vultos famosos e quase nunca te dispões a conhecer agrandeza silenciosa de muitos daqueles que te rodeiam, na intimidade doméstica, sempreprontos a te estenderem generosidade e carinho. Homenageia os que te acenam dos pedestais que conquistaram, merecidamente, à custade inteligência e trabalho; contudo, reverencia também aqueles que talvez nada falem e quemuito fizeram e ainda fazem por ti, muitas vezes ao peso de sacrifícios pungentes. São eles paise mães que te guardaram o berço, professores que te clarearam o entendimento, amigos que teguiaram à fé e irmãos que te ensinaram a confiar e servir… Vários deles jazem agora, naretaguarda, acabrunhados e encanecidos, experimentando agoniada carência de afeto ousentindo o frio do entardecer. Alguns prosseguem obscuros e devotados, no amparo às gerações que retomam a lutaterrestre, enquanto outros muitos, embora enrugados e padecentes, como cireneus do caminho,carregam as cruzes dos semelhantes. Pensa nesses anjos desconhecidos que se ocultam naarmadura corpórea, e, de quando em quando, unge-lhes o coração de alegria e reconhecimento.Para isso, não desejam transfigurar-se em fardos nos teus ombros. Quase sempre, esperam deti, simplesmente, leve migalha das sobras que atiras pela janela, ou uma frase de estímulo, umaprece ou uma flor. Fonte: Livro JUSTIÇA DIVINA autoria do Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco CândidoXavier, 6ª Edição da FEB, pgs.171, 175 e 177; textos escolhidos e ou simplificados por GastãoCrivelini e digitados por Bernadete Bin Crivelini. Distribuição gratuita. Balneário Camboriú/SC,16 de setembro de 2015. É possível médicos, mesmo depois de mortos, continuarem a praticar a medicina? curarem graves doenças, muitas vezes consideradas incuráveis? … A Face Oculta da Medicina Paulo Cesar Fructuoso (Autor) Curas espirituais, o que há de verdade nelas? Presentes na história humana há milênios, ora são vistas como milagres, capazes de alçar quem as realiza ao … Curas Espirituais à luz da Doutrina Espírita. Rafael Papa Maria Fátima Ramos Sérgio Cherci Junior Dr. Ludwig (Autores) Um guia prático para a compreensão dos chakras e da sua energia pessoal,

PINEAL – CORPO E ALMA

PINEAL – CORPO E ALMA Freqüentemente, a glândula pineal surge como o centro de nosso relacionamento com outras dimensões, e tem sido assim nas mais variadas correntes religiosas e místicas, há milhares de anos. O mistério não é recente. Há mais de dois mil anos, a glândula pineal, ou epífise, é tida como a sede da alma. Para os praticantes do ioga, a pineal é o ajna chakra, ou o “terceiro olho”, que leva ao autoconhecimento. O filósofo e matemático francês René Descartes, em Carta a Mersenne, de 1640, afirma que “existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente”. Atualmente, as pesquisas científicas parecem ter se voltado definitivamente para o estudo mais atento desta glândula. Estaria a humanidade próxima da comprovação científica da integração entre o corpo e a alma? Haveria um órgão responsável pela interação entre o homem e o mundo espiritual? Seria a mediunidade, de fato, um atributo biológico e não um conceito religioso, como postulou Allan Kardec? Para responder a estas e outras perguntas, a revista Espiritismo & Ciência conversou com o psiquiatra e mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo, Dr. Sérgio Felipe de Oliveira. Diretor-clínico do Instituto Pineal Mind, e diretor-presidente da AMESP (Associação Médico-Espírita de São Paulo), Sérgio Felipe de Oliveira é um dos maiores pesquisadores na área de Psicobiofísica da USP, e vem ganhando destaque nos meios de comunicação com suas pesquisas acerca do papel da glândula pineal em fenômenos ligados à mediunidade. Fale um pouco sobre seu trabalho à frente da AMESP e do Instituto Pineal Mind. A AMESP é uma associação de utilidade pública que reúne médicos dedicados ao estudo da relação entre a medicina e a espiritualidade. O Pineal Mind, é um instituto de saúde mental, onde fazemos pesquisas e atendemos psicoses, síndromes cerebro-vasculares, ansiedades, depressão, psicoses infantis, uso de drogas e álcool. Temos um setor de psicooncologia (psicologia aplicada ao câncer) e estudamos também os aspectos psicossomáticos ligados à cardiologia, etc. Agora, particularmente nas pesquisas comportamentais, eu estudo os estados de transe e a mediunidade. Mas não pesquiso só a glândula pineal; ela é o que eu pesquiso no cérebro, interessado em entender a relação entre corpo e espírito. O que é psicobiofísica? É a ciência que integra a psicologia, a física e a biologia. Na biologia, estudamos o lobo frontal, responsável pela crítica da razão; mas o cérebro funciona eletricamente – aí entra a física, que serve de substrato para o pensamento crítico, que é o psicológico. Quando surgiu seu interesse no aprofundamento do estudo da pineal? Foi por volta de 1979/80, quando eu estava estudando a obra de André Luiz, psicografada por Chico Xavier. Em Missionários da Luz, a pineal é claramente citada. Nesta mesma época, eu já pleiteava o curso de Medicina. No colégio, estudando Filosofia, fiquei impressionado com a obra de Descartes, que dizia que a alma se ligava ao corpo pela pineal. Quando entrei na faculdade, corri atrás destas questões, do espiritual, da alma e de como isso se integra ao corpo. O que é a glândula pineal, onde está localizada e qual a sua função no organismo? A pineal está localizada no meio do cérebro, na altura dos olhos. Ela é um órgão cronobiológico, um relógio interno. Como ela faz isso? Captando as radiações do Sol e da Lua. A pineal obedece aos chamados Zeitbergers, os elementos externos que regem as noções de tempo. Por exemplo, o Sol é um Zeitberger que influencia a pineal, regendo 0 ciclo de sono e de vigília, quando esta glândula secreta o hormônio melatonina. Isso dá ao organismo a referência de horário. Existe também o Zeitberger interno, que são os genes, trazendo o perfil de ritmo regular de cada pessoa. Agora, o tempo é uma região do espaço. A dimensão espaço-tempo é a quarta dimensão. Então, a glândula que te dá a noção de tempo está em contato com a quarta dimensão. Faz sentido perguntarmos: “Será que a partir da quarta dimensão já existe vida espiritual?” Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta, através do tempo. A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa dimensão nossa. A afirmação de Descartes, do ponto em que a alma se liga ao corpo, tem uma lógica até na questão física, que é esta glândula que lida com a outra dimensão, e isso é um fato. Outros animais possuem a epífise? Ela está relacionada á consciência? Todos os animais têm essa glândula; ela os orienta nos processos migratórios, por exemplo, pois ela sintoniza o campo magnético. Nos animais, a glândula pineal tem fotorreceptores iguais aos presentes na retina dos olhos, porque a origem biológica da pineal é a mesma dos olhos, é um terceiro olho, literalmente. Esta glândula seria resquício de algum órgão que está se atrofiando, ou estaria ligada a uma capacidade psíquica a ser desenvolvida? Eu acredito que a pineal evoluiu de um órgão fotorreceptor para um órgão neuroendócrino. A pineal não explica integralmente o fenômeno mediúnico, como simplesmente os olhos não explicam a visão. Você pode ter os olhos perfeitos, mas não ter a área cerebral que interprete aquela imagem. É como um computador: você pode ter todos os programas em ordem, mas se a tela não funciona, você não vê nada. A pineal, no que diz respeito à mediunidade, capta o campo eletromagnético, impregnado de informações, como se fosse um telefone celular. Mas tudo isso tem que ser interpretado em áreas cerebrais, como por exemplo, o córtex frontal. Um papagaio tem a pineal, mas não vai receber um espírito, porque ele não tem uma área no cérebro que lhe permita fazer um julgamento. A mediunidade está ligada a uma questão de senso-percepção. Então, a ela não basta a existência da glândula pineal, mas sim, todo o cone que vai até o córtex frontal, que é onde você faz a crítica daquilo que absorve. A mediunidade é uma função de