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O CÉREBRO NA ÓTICA ESPÍRITA

O CÉREBRO NA ÓTICA ESPÍRITA “O corpo perispiritual humano registra os erros cometidos, guardando-os com todas as particularidades vivas dos momentos da queda, e determina o gênero de vida de cada um, no invólucro carnal. Entretanto, ainda que permaneça aparentemente estacionária, a mente prossegue seu caminho, sem recuos, sob a indefectível atuação das forças visíveis ou invisíveis. ” O princípio espiritual, desde o obscuro momento da criação, caminha sem se deter para a frente. Afastou-se do leito oceânico, atingiu a superfície das águas protetoras, moveu-se em direção à lama das margens, debateu-se no charco, chegou à terra firme, experimentou na floresta material variadas formas representativas, ergueu-se do solo e contemplou o céu. Depois de longos milênios, durante os quais aprendeu a procriar, alimentar-se, escolher, lembrar e sentir, conquistou a inteligência. Viajou do simples impulso para a irritabilidade, para a sensação, para o instinto e deste para a razão. Nessa penosa romagem, inúmeros milênios se passaram no tempo. Estamos em todas as épocas, abandonando esferas inferiores, a fim de escalar as superiores. O cérebro é o órgão sagrado da manifestação da mente, em trânsito da animalidade primitiva para a Espiritualidade humana. Em síntese, o homem das últimas centenas de séculos, representa a humanidade vitoriosa, emergindo da bestialidade primária. Os desencarnados, em número de bilhões de Espíritos ainda pesados. Desta condição participamos nós, os desencarnados, em número de bilhões de Espíritos ainda pesados, por não havermos, até o momento, desembaraçado todo o conteúdo de qualidades inferiores de nossa organização perispiritual; tal circunstância nos compele a viver, após a morte física, em formações afins, em sociedades realmente avançadas, mas semelhantes aos agrupamentos terrestres. Oscilamos entre a liberação e a reencarnação, aperfeiçoando-nos, burilando-nos, progredindo, até conseguir, pelo refinamento próprio, acesso a expressões sublimes da Vida Superior, que ainda não nos é dado compreender. Nos dois lados da existência, em que nos movimentamos e dentro dos quais se encontram se encontram o nascimento e a morte do corpo denso, como portas de acesso, o trabalho construtivo é a nossa bênção, aparelhando-nos para o futuro divino. A atividade, na esfera que ocupamos, é, para quantos se conservam quites com a Lei, mais rica de amor e de felicidade, pois a matéria é mais rarefeita a mais obediente às nossas solicitações de índole superior. Atravessando, contudo, o rio do renascimento, somos surpreendidos pelo duro trabalho de recapitulação para a necessária aprendizagem. Por lá semearemos para colher, aqui, aprimorando, reajustando e embelezando, até atingir a colheita perfeita, o celeiro farto de grãos sublimes, de modo a nos transferirmos, aptos e vitoriosos, para outras “terras do céu”. Não devemos acreditar, porém, quanto aos serviços de resgate e de expiação, que a esfera carnal seja a única, capaz de oferecer o bendito ensejo de sofrimento áspero e redentor. Em regiões sombrias, fora dela, como não podes ignorar, há oportunidade de tratamento expiatório para os devedores mais infelizes, que voluntariamente contraíram perigosos débitos para com a Lei. Perguntas por que motivo o homem encarnado não conserva a plenitude de suas recordações do longuíssimo pretérito; isso é natural, em virtude da tão grande ascendência do corpo perispiritual sobre o mecanismo fisiológico. Se a forma física evoluiu e se aperfeiçoou, o mesmo terá acontecido ao organismo perispiritual, através das idades. Nós mesmos, em nossa relativa condição da espiritualidade, ainda não possuímos o processo de reminiscência integral dos caminhos percorridos. Não estamos, por enquanto, munidos de suficiente luz para descer com proveito a todos os ângulos do abismo das origens; tal faculdade, só mais tarde a adquiriremos quando a alma estiver livre de todo e qualquer resquício de sombra. Comparando, entretanto, a nossa situação com os estados menos lúcidos de nossos irmãos encarnados, é preciso não esquecer que os nervos, o cortex-motor e os lobos frontais, que ora examinamos, constituem apenas regulares pontos de contato entre a organização perispiritual e o aparelho físico, indispensáveis, uma e outro, ao trabalho de enriquecimento e de crescimento do ser eterno. Em linguagem mais simples, são os respiradouros dos impulsos, experiências e noções elevadas da personalidade real que não se extingue no túmulo, e que não suportaria a carga de dupla vida. Em razão disto, e atendendo aos deveres impostos à consciência de vigília para os serviços de cada dia, desempenham função amortecedora: são quebra-luzes, atuando beneficamente para que a alma encarnada trabalhe e aprenda. Além disso, nascimento e morte, na esfera carnal, para a generalidade das criaturas são choques biológicos, imprescindíveis à renovação. Em verdade, não há total esquecimento na Crosta Terrestre, nem restauração imediata da memória nas oficinas da existência, que seguem, de modo natural no campo da atividade física. Todos os homens conservam tendências e faculdades, que quase equivalem a efetiva lembrança do passado; e nem todos, ao atravessarem o sepulcro, podem readquirir, repentinamente, o patrimônio de suas reminiscências. Quem permanece muito na matéria, demorando-se em baixo padrão vibratório no campo físico, não pode reacender, de pronto, a luz da memória. Despenderá tempo para se desfazer dos pesados envoltórios a que inadvertidamente se prendeu. Dentro da luta humana, também, é indispensável que os neurônios se transformem em luvas, mais ou menos espessas, a fim de que o fluxo das recordações não modere o esforço edificante da alma encarnada, empenhada em nobres objetivos de redenção e resgate, no aprimoramento de seu ministério divino. É necessário reconhecer, porém, que a nossa mente aqui age no organismo perispiritual, com poderes muito mais extensos, em razão da singular natureza e elasticidade da matéria que presentemente define nossa forma. Isto, contudo, em nosso círculo de ação, não nos evita das manifestações grosseiras, as quedas lastimáveis, as doenças complexas, porque a mente, o senhor do corpo, mesmo aqui, é acessível ao vício, ao relaxamento e às paixões arruinantes. A demora excessiva num desses planos, com as ações que lhe são consequentes, determina do cosmo individual. A criatura estacionada na região dos impulsos perde-se num labirinto de causas e efeitos, desperdiçando tempo e energia; quem se entrega, de modo absoluto, ao esforço maquinal, sem consulta ao passado e sem organização de

PROVAS DA REENCARNAÇÃO

PROVAS DA REENCARNAÇÃO “As qualidades inatas que as pessoas trazem consigo constituem a prova de que já viveram e realizaram certo progresso.” O evangelho segundo o espiritismo. Cap. 3, item 13 – Allan Kardec “As lembranças espontâneas ou provocadas de existências passadas são evidências da reencarnação. Os casos espontâneos de lembranças reencarnatórias, manifestados por crianças e adultos, não são raros, como pode se pensar.” Reencarnação no Brasil – Hernani Guimarães Andrade “O conhecimento do pretérito, através das revelações ou das lembranças, chega sempre que a criatura se faz credora de um benefício como esse, o qual se faz acompanhar, por sua vez, de responsabilidades muito grandes no plano do conhecimento.” O consolador, questão 370 – Emmanuel. AS PROVAS DA REENCARNAÇÃO BASEIAM-SE EM: Nas idéias inata. Nas lembranças de existências pretéritas. Nas comunicações mediúnicas. Nos fenômenos de transcomunicação instrumental Nos fenômenos das experiências de quase-morte 1. NAS IDÉIAS INATAS   O homem traz, ao renascer, o gérmen das suas imperfeições, dos defeitos de que se não corrigiu e que se traduzem pelos instintos naturais e pelos pendores para tal ou tal vício. Ao nascerem, trazem os homens a intuição do que aprenderam antes: São mais ou menos adiantados, conforme o número de existências que contem, conforme já estejam mais ou menos afastados do ponto de partida. Dá-se aí exatamente o que se observa numa reunião de indivíduos de todas as idades, onde cada um terá desenvolvimento proporcionado ao número de anos que tenha vivido. As existências sucessivas eram, para a vida da alma, o que os anos são para a do corpo. Reuni, em certo dia, um milheiro de indivíduos de um a oitenta anos; supondo que um véu encubra todos os dias precedentes ao em que os reunistes e que, em consequência, acreditais que todos nasceram na mesma ocasião. Perguntareis naturalmente como é que uns são grandes e outros pequenos, uns velhos e outros jovens, uns instruídos, outros ainda ignorantes. Se, porém, dissipando-se a nuvem que lhes oculta o passado, veem a saber que todos hão vivido mais ou menos tempo, tudo se vos tornará explicado. Deus, em sua justiça, não pode ter criado almas desigualmente perfeitas. Com a pluralidade das existências, a desigualdade que notamos nada mais apresenta em oposição à mais rigorosa equidade: é que apenas vemos o presente e não o passado. A este raciocínio serve de base algum sistema, alguma suposição gratuita? Não. Partimos de um fato patente, incontestável: a desigualdade das aptidões e do desenvolvimento intelectual e moral, e verificamos que nenhuma das teorias correntes o explica, ao passo que uma outra teoria lhe dá explicação simples, natural e lógica. Será racional preferir-se as que não explicam àquela que explica? As idéias inatas podem ser observadas na infância, porém, a rigor, elas são mais facilmente identificadas a partir da adolescência, período que o Espírito retoma a natureza que lhe é própria e se mostra qual era. O Espírito reencarnado retoma a herança de si mesmo, na estrutura psicológica do destino, reavendo o patrimônio das realizações e das dívidas que acumulou, a se lhe regravarem no ser, em forma de tendências inatas, e reencontrando as pessoas e as circunstâncias, as simpatias e as aversões, as vantagens e as dificuldades, com as quais se ache em afinidade ou comprometido. A moldura social ou doméstica, muitas vezes, é diferente, mas no quadro do trabalho e da luta, a consciência é a mesma, com a obrigação de aprimorar-se, ante a bênção de Deus, para a luta da imortalidade. A próxima etapa é o envolvimento deste nível em faixas vibratórias de energias extremamente pesadas e prejudiciais (peias magnéticas que se parecem com redes de pesca metalizadas), levando a pessoa à morte em casos mais graves, pois o Duplo-etérico é um nível de funções “vitais”, sede dos chakras, principais agentes de captação de energia para a revitalização do encarnado. 2. NAS LEMBRANÇAS DE EXISTÊNCIAS PRETÉRIAS   As lembranças das existências pretéritas podem ser espontâneas ou provocadas. Em geral, surgem sob a forma de imagens fragmentárias, mas podem ocorrer como “flashs” de memória que permitem recordações mais completas. As lembranças espontâneas aparecem, naturalmente, no estado de vigília ou durante o sono, não sendo possível a identificação da causa desencadeadora das mesmas, na maioria das vezes. Neste estado, a pessoa se vê envolvida por uma sensação de algo conhecido, experimentado, ou visto “Déjà vu“. Segundo o estudioso espírita brasileiro e pesquisador rigoroso deste tipo específico de lembranças pretéritas, Hernani Guimarães de Andrade, os casos espontâneos de lembranças reencarnatórias, manifestados por crianças e adultos, não são raras, como pode-se pensar. Entretanto, apenas cerca de 5% podem ser considerados suficientemente fortes e representando evidências seguras em apoio à tese da reencarnação. Nem sempre as lembranças espontâneas não são cercadas de detalhes, sobretudo quando o Espírito recorda experiências desagradáveis. Adicionada aos amargores de uma nova existência, a lembrança, muitas vezes aflitiva e humilhante, do passado poderia turbá-lo e lhe criar embaraços. Ele apenas se lembra do que aprendeu, por lhe ser isso útil. Se às vezes lhe é dado ter uma intuição dos acontecimentos passados, essa intuição é como a lembrança de um sonho fugitivo. As lembranças provocadas ocorrem por indução de Espíritos desencarnados ou encarnados. No primeiro caso a ação pode estar relacionada a um fim útil e bom, entretanto, pode estar vinculada a propósitos inferiores, tal como ocorre nos processos obsessivos. No segundo caso as lembranças provocadas por médicos ou psicólogos têm representado, no mundo atual, uma ferramenta de auxílio terapêutico a pessoas portadoras de distúrbios psíquicos. Allan Kardec nos dá oportuno esclarecimento a respeito do assunto em artigo da Revista Espírita, de 1865, em que alega que não é somente depois da morte que o Espírito recobra a lembrança de seu passado. Pode dizer-se que não a perde jamais, mesmo na encarnação, porquanto, durante o sono do corpo, quando goza de certa liberdade, o Espírito tem consciência de seus atos anteriores; sabe por que sofre, e que sofre justamente; a lembrança não se apaga senão durante a vida exterior de relação. Mas,

IMPLANTES MEDIUNICOS

IMPLANTES MEDIÚNICOS Após estudar e “comprovar” as teorias do Dr. Lacerda, sentimos a necessidade de buscar mais informações sobre os técnicos das trevas e os magos negros, com o intuito de entender suas práticas, locais de atuação e modo de pensar. Nosso objetivo é coletar dados úteis para o trabalho de desobsessão. Assim como o Dr. Lacerda relata em seus livros sobre os conhecidos “aparelhos”, em vez de buscar entender o funcionamento complexo de muitos deles, focamos em como eles são realmente conectados à nossa estrutura espiritual. Queríamos saber se somos nós que permitimos essa conexão e como os obsessores se aproximam para conectar tais aparelhos. Partimos do seguinte raciocínio: Os obsessores precisam atingir o nível de consciência desejado. A implantação do aparelho é realizada, de acordo com as intenções do obsessor. O aparelho começa a atuar na vítima. Inicialmente, buscamos compreender como os obsessores capturam o nível de consciência, ou mais de um. Geralmente, eles atuam em grupos de magos negros que, conhecendo o poder da manipulação de energia, constroem “peias” magnéticas. Estas funcionam como “gaiolas” onde a vítima, sem perceber, é atraída. Como os níveis de consciência vibram em diversas frequências, isso de certa forma contribui para que se tornem presas fáceis para os obsessores. Seria como um trem que, andando em seu trilho, não consegue desviar de outro trem vindo em sua direção, resultando em um choque frontal inevitável. A frequência vibratória pode ser comparada ao caminho dos trens. Quando atuamos em uma determinada faixa vibracional, de certa maneira, é possível que sejamos “rastreados” e até aprisionados por espíritos que conhecem estas “leis naturais” baseadas no magnetismo. Cada um de nós vibra em uma frequência diferente, o que nos torna únicos no universo. É com base nisso que os obsessores concretizam seus objetivos. Normalmente, quando escolhem o alvo, existe um plano predeterminado que varia de acordo com as intenções dos obsessores. Dentre as milhares de possibilidades de prejudicar alguém, as duas mais comuns são o desequilíbrio mental e o desequilíbrio físico. O desequilíbrio mental pode ser provocado de inúmeras maneiras, com diversos resultados. O principal é que o indivíduo obsedado começa a ter perturbações mentais, caindo em pouco tempo em uma profunda depressão ou outros distúrbios psíquicos. Em casos mais graves, há tendência ao suicídio. Para isso, os obsessores, com muito conhecimento e aliados a terríveis instituições umbralinas, conseguem implantar em suas vítimas aparelhos praticamente imperceptíveis e minúsculos, como um vírus orgânico. Apesar de pequenos, estes aparelhos são extremamente potentes e, quanto mais a vítima recai, mais potência eles adquirem, pois para seu funcionamento é preciso energia deletéria, que se torna abundante em casos de desequilíbrio. Visando distúrbios psíquicos ou intelectuais, estes obsessores conectam aparelhos nos níveis Mental Superior e Inferior ou, de acordo com o sintoma “desejado”, em apenas um destes dois níveis. No desequilíbrio emocional ou físico, são conectados aparelhos geralmente menos sofisticados, como o já conhecido “aparelho de rosca contrária”, comum em casos de queixas de “dor”. Nestes casos, as vítimas são atacadas em seus aparelhos vitais, como o respiratório, digestivo, circulatório e, comumente, no locomotor, de modo a impedir a vítima de caminhar. O nível mais visado é o Duplo-etérico, justamente por não conseguir se afastar muito do corpo físico. A próxima etapa é o envolvimento deste nível em faixas vibratórias de energias extremamente pesadas e prejudiciais (peias magnéticas que se parecem com redes de pesca metalizadas), levando a pessoa à morte em casos mais graves, pois o Duplo-etérico é um nível de funções “vitais”, sede dos chakras, principais agentes de captação de energia para a revitalização do encarnado. Para os distúrbios mais próximos ao físico, os níveis mais visados são o Astral, onde atingem os centros emocionais, e o Duplo-etérico, os centros de ordem física. A terceira e mais assustadora etapa é quando o aparelho é acionado, geralmente pela própria vítima, através de uma pequena irritação, por exemplo. Alguns destes aparelhos assemelham-se a um pequeno dispositivo eletrônico, denominado “capacitor”, que funciona como um acumulador de energia que tem um limite. Atingido esse limite, a energia é liberada de uma vez, de forma violenta. De acordo com a sensibilidade de cada um, os problemas começam a aparecer com maior ou menor intensidade. Em muitos casos atendidos, vários pacientes já estavam com o organismo comprometido e, mesmo retirando o aparelho que lhes causara tanto prejuízo, o mal já se encontrava enraizado, custando a vida física pouco tempo depois. O mal já se encontra enraizado Relatos de casos: 1-Corpo Curvado Em uma cidade do interior, um médium esforçado foi convidado para ser atendido. Suas dores eram visíveis, ele se arrastava mais do que caminhava, seu corpo curvado forçava seus braços a quase se arrastarem até o chão, suas pernas mal sustentavam o peso do próprio corpo e ele só conseguia subir a escadaria com a ajuda dos companheiros. Aberta sua frequência, apresentou-se um mago negro ligado por um cordão àquele médium. Estranhamos, mas resolvemos desbloquear e limpar o cordão da nuca. O mago contorceu-se em dores imediatamente, pois as dores do corpo físico do médium passaram a contaminá-lo. Obtivemos a seguinte explicação: Em outra vida, aquele médium viveu como mago negro, desencarnou e, após várias encarnações, recebeu a oportunidade de ajustar-se, reencarnando e encontrando a Doutrina Espírita. O problema foi que o passado de magia negra ainda vibrava e não se conformava com a conversão para um trabalho contrário. Como vingança, aquele subnível rebelado bloqueou o cordão da nuca, de forma que a energia fluía do mago negro para o corpo físico, mas não do corpo físico para ele. Ele aplicou aparelhos nas juntas do Duplo-etérico do médium – mãos, cotovelos, joelhos, coluna vertebral, cabeça, enfim, em todo o corpo. Quanto mais dor o médium sentia, mais energia se acumulava para descargas cada vez maiores e mais dolorosas. Para a vidência, os aparelhos apresentam-se como pequenas peças com brilho metálico ou escuras, mas não descartamos que possam ser de outras cores ou transparentes. Pode-se projetar um branco leitoso, que é uma cor contrastante e

ALZHEIMER NA VISÃO ESPÍRITA

ALZHEIMER NA VISÃO ESPÍRITA Alzheimer na Visão Espírita, por Anete Guimarães Anete Guimarães é psicóloga, pesquisadora universitária e uma renomada expositora espírita. Neste trecho, ela aborda os parâmetros atuais da doença de Alzheimer, explorando também sua interpretação sob a ótica espírita. Anete Guimarães: O Alzheimer é um transtorno que afeta a memória. Trata-se de uma condição de natureza neurológica, não mental; a memória apresenta uma lesão estrutural. As pessoas que desenvolvem Alzheimer apresentam múltiplas lesões, principalmente no hipocampo, que começa a afetar a memória de forma progressiva. Inicialmente, a perda se dá na memória recente, dificultando a retenção de novas informações. À medida que a doença avança, a pessoa começa a esquecer eventos do presente, repetindo histórias que já contou, sem perceber. Com a progressão das lesões, a memória se deteriora, começando pelo presente e retrocedendo para o passado. Assim, a pessoa pode esquecer, primeiro, conquistas acadêmicas como o MBA, depois o doutorado, o mestrado e, eventualmente, até memórias da infância. Nesse processo, muitas vezes, ocorre a perda de vínculos familiares, levando a um estado de total dependência. Estima-se que, em 2050, cerca de 20 milhões de pessoas estarão vivendo com Alzheimer, o que levanta a questão: quanto tempo essas pessoas viverão em total dependência de suas famílias? O Alzheimer está em ascensão, e ainda não sabemos ao certo suas causas. Não se trata de uma bactéria, vírus ou degeneração típica, como no câncer ou em doenças autoimunes; o cérebro simplesmente começa a deteriorar-se, sem que haja um indicador claro do que provoca isso. A dieta e a idade parecem não ter um impacto significativo. O que estaria por trás desse fenômeno? Essa é uma questão ainda sem resposta. Alzheimer segundo o Espiritismo e a Ciência — Uma Descoberta Impactante Anete Guimarães destaca que algo em nosso estilo de vida pode estar contribuindo para o aumento da incidência de Alzheimer. Recentemente, pesquisadores descobriram que algumas atividades parecem proteger contra a doença, permitindo que indivíduos alcancem idades avançadas sem desenvolver Alzheimer. Os estudiosos, então, começaram a investigar o que essas pessoas tinham em comum e identificaram um padrão. Embora não seja possível recuperar memórias já perdidas, é possível desacelerar a degeneração. Quando uma pessoa vivencia emoções positivas — como alegria, prazer genuíno e amor pelo que aprende — o conhecimento é armazenado de maneira diferente. Em vez de se tornar apenas uma memória, ele se transforma em uma parte intrínseca da identidade da pessoa. Dessa forma, o conhecimento não é apenas um meio para um fim; ele se torna um fim em si mesmo. Ao tratar o conhecimento como um processo emocional, ele se incorpora à essência do indivíduo, tornando-se imune ao Alzheimer e à morte. Quando o conhecimento se torna parte da estrutura cerebral, ele se integra ao perispírito, e, ao reencarnar, a pessoa traz consigo as matrizes desse conhecimento. Assim, segundo Anete Guimarães, as atividades que retardam o avanço da doença referem-se ao uso do complemento emocional, evidenciando a importância da conexão afetiva com o aprendizado. TV Mundo Maior Em entrevista para a TV Mundo Maior, o psicólogo e pesquisador espírita, Ildo Rosa expõe sua opinião acerca do Alzheimer na visão espírita. Ildo Rosa — A doutrina espírita tem uma coisa muito bacana, que ela não vem demonizar as coisas; e quando nós falamos em doença, a primeira ideia que nos vem à cabeça é combater a doença, não necessariamente compreender a doença. Aí a gente pensa “o que que seria o Alzheimer”, que não fosse você está numa casa toda iluminada e, de repente, você vai apagando cada cômodo… apagando, apagando, apagando… normalmente as pessoas que vão para esse diagnóstico começam a esquecer coisas que fizeram os valores que cultivaram que ao longo da vida. Foram se dando conta que a colheita era muito pesada, muito desagradável. Então, as pessoas começam a fazer um esforço muito grande para tentar esquecer. Uma das coisas muito comuns e frequentes no consultório as pessoas dizerem: como que eu faço para esquecer tal coisa? Essa “tal coisa” se tornou um dado biográfico como que eu faço para esquecer que eu pratiquei um aborto? que eu não respeitei meu pai, minha mãe? que eu extrapolei numa empresa e dei um golpe aqui e acolá? E a maturidade faz você pensar sobre tudo isso. E o Alzheimer é um esforço que a pessoa faz para ir apagando esses registros que por não saber lidar com eles por não se perdoar, ela vai por esse caminho. Nós nunca Pensamos a doença como algo que nos convida a refletir e elaborar sobre como nós estamos vivendo. Vale a pena a gente estar se monitorando…para onde vão seus pensamentos? o que é que efetivamente eles constroem? em que faixa de frequência vibratória você se situa? Porque quando você pega e um desses caminhos normalmente é difícil a gente aguentar o que nós mesmos produzimos. Conhece aquela fala do Evangelho: “a semeadura é livre, porém a colheita é obrigatória”. E às vezes a gente lança algumas sementes, que na hora da colheita nós não temos a mesma dignidade para administrar. E a doutrina vem dizer isso para gente: toda e qualquer doença ela só tem uma única função na sua vida, te reeducar. E, não muito raro, as pessoas com Alzheimer são pessoas que tem o exercício da autoridade de uma forma muito dura, com pessoas que passaram pela vida de uma maneira muito assim, sabe “ou é do meu jeito ou não brinco mais”. A visão espírita do Alzheimer — Um aprendizado para além da vida Ildo Rosa — Ele não vai retomar aqueles hábitos que tinha e não vai ter mais o domínio que tinha; não vai mais jogar xadrez como jogava antes; mas você pode ir ajudando como a gente faz com uma criança. Os médicos vão dizer: a partir de tal etapa o quadro vai se agravar! Se agravar para nós, que somos os cuidadores. Para a pessoa [com Alzheimer], não. Quanto menos memória, menos sofrimento. Para nós que temos a memória ainda

A DUPLA FACE DE UM FLAGELO

A DUPLA FACE DE UM FLAGELO Allan Kardec, ao analisar a obsessão na prática, identificou a verdadeira causa do mal e descreveu os mecanismos sutis da ação deletéria promovida pelo obsessor. Apesar da expressiva sintomatologia em alguns casos, para a surpresa de muitos, a enfermidade não resulta da ação patogênica de um vírus desconhecido, mas de um agente etiológico que a Ciência nunca imaginou, embora amplamente disseminado na crosta planetária: o próprio homem. Esse agente é, sem dúvida, um vetor de reconhecida virulência e comportamento mutável, dotado de inteligência, sentimento e vontade própria, o que lhe confere, em última análise, uma ampla capacidade de ação, tanto para o bem quanto para o mal. Aproveitando-se do estado de invisibilidade, o espírito desencarnado menos esclarecido exerce sua ação deletéria, manipulando energias fluídicas de teor denso, extremamente prejudiciais àqueles a quem jurou vingança. Quando visualizada pela ótica espírita, a obsessão espiritual se constitui em um dos mais antigos flagelos da humanidade, prolongando-se por seus raios de ação. Ao investigar a causa do mal, chegou-se a uma conclusão interessante: o problema é de natureza moral e, na maioria das vezes, envolve a participação culposa de ambos os personagens enredados na indesejável trama. No contexto doutrinário, vigora a seguinte postura filosófica: enquanto o homem alimentar sentimentos de ambição, ódio e vingança, a obsessão espiritual persistirá por muito tempo. Os vínculos de sintonia entre a vítima e o agressor se estreitam na medida direta do envolvimento emocional entre as partes, uma vez que as deficiências morais, quase sempre, estão presentes bilateralmente. É importante considerar que a vítima de hoje pode ter sido o algoz no passado. Por isso, a obsessão é considerada um flagelo de face dupla, identificado pela semelhança de seus malefícios. A dívida moral é vista como o fator mais importante predisponente da obsessão, devido às brechas cármicas que se desenvolvem a partir da consciência culpada. Além disso, o mal praticado contra o semelhante não se extingue junto com a dor da vítima; ele permanece vibrando na psicosfera individual, constituindo uma espécie de morbo fluídico que, aos poucos, se enraiza na tela eletromagnética do perispírito, originando focos de baixa resistência espiritual. Por esses focos, os obsessores costumam injetar, com facilidade, seus fluidos deletérios. Portanto, é uma ilusão acreditar que o mal feito às escondidas, por não contar com testemunhas, nos isente dos processos retificadores. O mecanismo psíquico, em seu complexo dinamismo, registra, na intimidade da tela consciencial, toda atitude contrária às Leis Morais da Vida, expondo-nos às exigências do Princípio da Ação e Reação. O ato obsessivo é uma contingência decorrente da própria miséria humana, que predispõe o infrator ao assédio espiritual de inimigos e vítimas de outrora. Assim, quando em uma reunião específica de desobsessão, ouvimos esses pobres espíritos, tão vingativos, clamarem por justiça, imaginamos o quanto de ódio obscurece seu raciocínio, a ponto de não perceberem que estão tão ou mais comprometidos que suas pretensas vítimas. A obsessão é um constrangimento fluídico que compromete o patrimônio mento-afetivo ou orgânico da criatura, a qual se encontra enfraquecida em suas defesas espirituais. Por isso, tanto o obsessor quanto a vítima necessitam da terapêutica do perdão, única alternativa de cura definitiva para ambos. — Resumo: Como sugere o título ― profilaxia e terapêutica espíritas ― este texto aborda o problema avassalador e crescente das manifestações obsessivas ― a atuação de Espíritos desencarnados sobre encarnados ― nem sempre clara e prontamente registradas. Aborda a complexa temática do tratamento preventivo e curativo das obsessões à luz do Espiritismo. Desenvolve o tema em 4 partes: a obsessão, a terapêutica espírita, a reunião de desobsessão e a desobsessão natural. Inclui estudos de casos, atendidos em reuniões fechadas de desobsessão, revelando o trabalho eficiente das equipes encarnada e desencarnada, onde o desejo de servir é a tônica. Este trabalho precioso para médiuns conscientes da sua missão com Jesus e Kardec. Quem busca entender melhor esse “flagelo espiritual”, que são as obsessões, como preveni-las e tratar as já instaladas, ou, quem é participante de reuniões fechadas de desobsessão, tem neste texto excelentes informações. E para complementar este assunto deixamos quatro excelentes livros, os mais vendidos e mais bem avaliados pelos leitores da Amazon, livros que você acessar atravé dos link. Créditos Autor: Escrito por Vitor Ronaldo Costa Fonte: https://espirito.org.br/artigos/obsessao-a-dupla-face-de-um-flagelo-3/ Imagem: https://static1.cbrimages.com/wordpress/wp-content/uploads/2017/12/force-drain.jpg Livros Indicados Nesta riquíssima obra em conteúdo e apresentação, o Autor Espiritual relata os casos obsessivos e a assistência espiritual num sanatório para tuberculosos, em Campos do Jordão. Descreve as dificuldades de um jovem… Por Divaldo Franco (Autor) Manoel P. de Miranda (Espirito) Mais um thriller da autora chamada de a nova Agatha Christie Modelo internacional, estudante de Psicologia Forense. Mas tem um passado que prefere deixar para trás… por Tara Moss (Autor) A atuação de Espíritos sobre encarnados ― nem sempre é clara. Aborda a complexa temática do tratamento preventivo e curativo das obsessões à luz do Espiritismo. Desenvolve o tema em 4 partes: a obsessão, a terapêutica espírita… por Suely Caldas Schubert (Autor) O que é obsessão? Como livrar-se e proteger-se de um processo obsessivo?Através do acompanhamento, análises e curas de inúmeros casos de obsessão relatados neste livro, o leitor encontrará respostas a essas indagações… por Allan Kardec (Autor) Wallace Leal V. Rodrigues (Tradutor) Mais Populares Talvez você goste:

APOMETRIA-SOB-A-OTICA-ESPIRITA

APOMETRIA SOB A ÓTICA ESPÍRITA

APOMETRIA SOB A ÓTICA ESPÍRITA Descrição da Apometria A apometria é um conjunto de técnicas anímico-mediúnicas que envolve o desdobramento entre o corpo físico e os corpos espirituais, podendo ser aplicada a qualquer pessoa, independentemente de saúde, idade ou estado mental. Seu principal objetivo é identificar e harmonizar níveis de consciência que possam estar desarmonizando a encarnação atual. Essa técnica, que se baseia na crença na existência de espíritos em uma dimensão separada do mundo físico, visa auxiliar nos processos de cura. Utilização da Apometria Embora a apometria represente uma evolução no tratamento espiritual, ainda é pouco aceita por alguns espíritas e espiritualistas, possivelmente devido à falta de divulgação adequada. A técnica envolve o desdobramento espiritual, permitindo ao médium executar tarefas assistenciais no plano espiritual e expandir sua capacidade sensitiva. O estado de emancipação da alma facilita o atendimento, pois permite que tanto o médium quanto o paciente estejam no mesmo plano de atuação. É importante ressaltar que a apometria deve ser realizada por pessoas habilitadas e com bons propósitos, sendo um instrumento auxiliar para facilitar o acesso à energia do paciente. Descoberta da Apometria A apometria foi inicialmente implantada pelo farmacêutico-bioquímico porto-riquenho Dr. Luiz Rodrigues, que a chamou de hipnometria. O médico brasileiro Dr. José Lacerda de Azevedo desenvolveu a técnica, adotando o termo “apometria”, que significa “medida além”. A partir de 1965, após conhecer as práticas de Rodrigues, Dr. Lacerda começou suas investigações, constatando a eficácia da técnica em tratamentos espirituais. Com o apoio do Hospital Espírita de Porto Alegre, ele fundou um grupo de pesquisa que se expandiu na década de 1980, culminando na criação da Sociedade Brasileira de Apometria em 1992. Método de Apometria Através da projeção do perispírito, o médium pode interagir com espíritos e realizar resgates espirituais. A técnica é eficaz no tratamento de obsessões, pois permite que os espíritos protetores atuem diretamente no atendimento. A projeção é obtida por impulsos magnéticos, semelhantes a passes, e deve ser realizada em grupos com harmonia e cobertura espiritual adequada. Tratamentos e Avanços A apometria tem mostrado potencial na medicina integral, auxiliando no tratamento de distúrbios espirituais e promovendo a desobsessão. Dr. Lacerda destacou a importância da técnica em sua obra, que se baseou em suas observações e na apresentação de sua tese no X Congresso Espírita Pan-Americano de 1975. Desde então, a aceitação da apometria entre os espíritas tem crescido, refletindo um avanço nos ideais superiores da medicina espiritual. Exemplos de Atendimentos A apometria é utilizada para tratar sintomas físicos e mentais causados por “aparelhos parasitas”, que são artefatos fluídicos inseridos por espíritos obsessores. A técnica permite que médiuns, em estado de desdobramento, localizem e removam esses artefatos, facilitando a recuperação espiritual do paciente. Os grupos mediúnicos têm alcançado resultados significativos no tratamento de obsessões graves, aprimorando suas práticas sem se afastar dos princípios kardequianos. Dr. Lacerda abriu novos caminhos na psiquiatria espírita, revelando técnicas para acessar as dimensões superiores da complexidade humana. A combinação do amor de Jesus com a ciência pode marcar o início de uma nova era de regeneração da humanidade. Apometria Versus Espiritismo Espiritismo Allan Kardec logo de início o rotulou de ciência de observação, qualificação que nos autoriza a lançar mãos de artifícios experimentais, mesmo que “sui generis”, com o objetivo de devassar a realidade espiritual que nos cerca e nos interpenetra. Essa é a razão pela qual o codificador nos alerta: A Ciência propriamente dita é, pois, como ciência, incompetente para se pronunciar na questão do Espiritismo: não tem que se ocupar com isso e qualquer que seja o seu julgamento, favorável ou não, nenhum peso poderá ter. A ciência acadêmica tem por escopo a investigação dos fenômenos materiais, aqueles que se manifestam nos limites do nosso universo matemático. Todavia, a ciência espírita, ao se utilizar do instrumental mediúnico e das propriedades do magnetismo humano, revela-nos a realidade da dimensão extrafísica e descortina, portanto, novos horizontes para a medicina integral. Apometria Por sua vez, a Apometria nada mais é do que um conjunto de técnicas magnéticas aplicadas sobre o médium, com a finalidade de induzi-lo artificialmente, para que ele possa interagir mais facilmente com os desencarnados, reconhecer os mentores, localizar obsessores, vislumbrar patologias dos enfermos e identificar os pormenores das paisagens astrais. A Apometria a exemplo da mediunidade e do passe magnético, pode ser incluida no rol das atividades espíritas e dessa maneira deve ser reconhecida. As inúmeras tarefas exercidas nas casas espíritas se multiplicam de acordo com os objetivos pretendidos, mas só devem merecer o título de atividade espírita se subordinadas aos critérios éticos que alicerçam a doutrina. Cuidados em uma sessão de apometria! Os mesmos princípios que são considerados nas sessões mediúnicas tradicionais da Doutrina Espírita Kardecista também se aplicam à Apometria. É fundamental garantir a harmonia entre os participantes, trabalhar em grupos reduzidos e respeitar os horários estabelecidos. As atividades devem sempre começar com uma prece de harmonização, seguida da leitura de um trecho do Evangelho e de um breve comentário que reflita sobre a mensagem. Além disso, é essencial manter um elevado padrão vibratório mental durante todo o processo, cultivando um ambiente de amor e compaixão. O desejo genuíno de ajudar os necessitados, tanto do lado encarnado quanto do desencarnado, é o que realmente fundamenta essas práticas. Dessa forma, cria-se um espaço propício para que a espiritualidade superior possa atuar, promovendo a cura e o auxílio a todos os envolvidos. Os Espíritas aceitam bem a Apometria? A apometria ainda enfrenta resistência no meio espírita, com receios infundados, muitas vezes, pela falta de conhecimento. Existe o temor de que essa prática possa ferir a pureza da doutrina kardecista. Além disso, um pequeno grupo demonstra certa intolerância, manifestando críticas pueril e, em alguns casos, até agressivas, o que é lamentável. No entanto, de maneira geral, o tema começa a despertar o interesse de uma parcela significativa de espíritas. Atualmente, parece que os maiores interessados na apometria são os seguidores de Kardec, devido aos diversos pontos de contato entre a metodologia apométrica e os postulados doutrinários. Qual o

MEDO DE QUASE TUDO

MEDO DE QUASE TUDO Aviões, aranhas, serpentes, mas também telefones, belas mulheres, palhaços e sogras… As fobias mais inusitadas e as terapias que ajudam a superá-las. Imagine encontrar na rua uma mulher deslumbrante, daquelas que fazem o trânsito parar. Se, em vez de admirar sua beleza, você começa a tremer, suar frio e sentir náuseas, pode ser que sofra de caliginefobia, um medo intenso de mulheres atraentes. E se, por outro lado, o que causa seu pavor são os beijos da sua sogra, você pode ter penterafobia, que é a aversão injustificada à mãe da sua esposa. A lista das fobias mais curiosas poderia se estender indefinidamente. Existem pessoas que não suportam a visão de joelhos, nem mesmo os seus (genufobia), que tremem — e não apenas de frio — ao ver a neve (quionofobia) ou que têm um medo tão grande das sombras (erebofobia) que optam por viver na escuridão. Outros temem ângulos e cantos de casas e edifícios (gonofobia), um prato de sopa de verduras (lachanofobia) ou até mesmo se aproximar de um computador (ciberfobia). Embora pareçam bizarras, essas condições existem, são sérias e podem afetar qualquer pessoa, limitando suas vidas. “O medo é democrático”, afirma Giorgio Nardone, psicólogo, psicoterapeuta e diretor do Centro de Terapia Estratégica de Arezzo, na Itália. “Em 20 anos de terapia, atendi cerca de 15 mil pacientes, sendo 52% mulheres e 48% homens. Portanto, não há diferença significativa entre os sexos ou classes sociais. Nem mesmo médicos e psicólogos, que lidam diariamente com pessoas fóbicas, estão imunes a essa síndrome.” Se você pensava que fobia se resumia a aranhas ou serpentes, é hora de atualizar seus conhecimentos. Alguns pesquisadores se dedicaram a catalogar as fobias mais estranhas. Na internet, existem vários desses catálogos, com mais de mil verbetes. Infelizmente, mais do que oferecer ajuda terapêutica a quem sofre desses distúrbios, esses catálogos muitas vezes atendem à curiosidade de leitores “saudáveis”. VIDA DIFÍCIL Diante de uma fobia peculiar, alguns riem, outros fazem piadas, enquanto muitos se irritam. No entanto, na maioria das vezes, não há motivo para riso. As fobias são patologias que podem tornar a vida das pessoas afetadas extremamente difícil. Embora alguns tipos moderados de fobia sejam considerados apenas “tiques”, outros causam grande sofrimento e não são aceitos ou tolerados. É complicado admitir a amigos e conhecidos que se tem medo de objetos e situações que parecem “inócuos”. O medo de ser visto como uma pessoa estranha ou cheia de manias pode ser paralisante. Contudo, quem sofre de uma dessas condições não enfrenta menos dificuldades do que um claustrofóbico “normal” ou um aracnofóbico (aquele que tem medo de aranhas). Taquicardia, náusea, vertigem, tremores, medo de desmaiar, morrer ou perder o controle, pânico e sensação de aperto no peito são sintomas comuns entre os fóbicos, independentemente de seus medos específicos. A tentativa de evitar a todo custo os objetos e situações que temem é uma constante. Além disso, muitos fóbicos relutam em procurar ajuda especializada, especialmente aqueles que enfrentam distúrbios mais incomuns, escondendo seus temores por longos períodos. Isso faz com que essas patologias muitas vezes escapem das estatísticas médicas. Os especialistas divergem sobre as origens das fobias. Alguns acreditam que a genética desempenha um papel significativo. O cientista espanhol Xavier Estivill, ao examinar o DNA de pessoas com ataques de pânico, fobias e outros distúrbios de ansiedade, notou que 97% delas apresentavam uma duplicação do material genético no cromossomo 15. Para Estivill, isso sugere que os genes podem estar de alguma forma envolvidos na origem desses medos. Independentemente da origem, o medo é um fardo que carregamos desde sempre. Nossos antepassados provavelmente sofriam de ceraunofobia (medo de relâmpagos). Esse instinto primitivo — quase um sistema de alarme que alerta os sentidos e prepara o corpo para reagir — ensinou os antigos a se protegerem. “O medo é a melhor arma de sobrevivência que temos”, afirma Nardone. “O problema surge quando essa reatividade ultrapassa um certo limite, bloqueando-nos.” MEDOS ANCESTRAIS Não é surpresa, portanto, que entre os estímulos fóbicos mais comuns estejam o sangue, a altura e os animais (medos que também afetavam nossos antepassados). Entre os animais mais temidos estão as serpentes. Embora hoje seja muito mais fácil morrer em um acidente de carro do que por uma picada de cobra, tudo indica que nossa memória evolutiva ainda guarda traços dos perigos que ameaçavam nossos ancestrais. Muitas vezes, por trás desses medos específicos, esconde-se um desconforto pessoal mais profundo. Então, por que não tentar resolvê-lo? Existem diversas abordagens terapêuticas. A psicoterapia cognitivo-comportamental, por exemplo, propõe uma “dessensibilização” gradual do estímulo fóbico, levando o paciente a enfrentar o objeto do seu medo. O processo começa com a conscientização da situação temida, e aos poucos a pessoa se aproxima dela até conseguir vivenciá-la completamente, mas sem entrar em pânico. Outra abordagem é a terapia breve estratégica de Giorgio Nardone, que combate as fobias por meio de “rituais para afastar o medo”, prescritos ao paciente com uma linguagem hipnótica. Por exemplo, Nardone sugeriu a um jovem que temia bater o rosto nos espelhos que usasse um capacete de motocross como proteção. Absorvido pela tarefa de manter a cabeça protegida, o garoto, quase sem perceber, retomou hábitos que havia abandonado por causa do distúrbio. Em pouco tempo, ele superou o medo de espelhos e abandonou o capacete. Nesse caso, a fobia foi superada ao mudar o foco da atenção da tentativa de controlar o medo para a execução de uma tarefa que exigia concentração. Já o tratamento psiquiátrico, para certos tipos de fobias sociais (distúrbios que fazem o paciente se isolar, evitando o contato social), pode incluir o uso de antidepressivos como a paroxetina. Esses medicamentos reduzem os sintomas externos, mas não abordam as causas subjacentes do problema e podem levar à dependência. DEZ FOBIAS SURPREENDENTES Decidofobia — Medo de tomar decisões. O filósofo Walter Kaufmann foi o primeiro a mencioná-la, em 1973. Segundo ele, os decidófobos sempre delegam suas decisões a uma autoridade externa, como pais, partidos políticos ou instituições religiosas. Nomofobia (derivada do

VISÕES DE QUASE MORTE

VISÕES DE QUASE MORTE Mais de 45% das 2.060 pessoas que sobreviveram a uma parada cardíaca relataram ter visões ou memórias enquanto estavam desacordadas. Um estudo pioneiro sugere que a morte pode não ser o fim imediato de tudo. Os especialistas afirmam que o cérebro normalmente se desliga entre 20 e 30 segundos após a parada do coração. No entanto, os resultados de um estudo de quatro anos, que envolveu 2.060 casos de parada cardíaca em 15 hospitais no Reino Unido, nos Estados Unidos e na Áustria, revelaram algo diferente. A equipe da Universidade de Southampton, na Inglaterra, que liderou essa pesquisa — a maior do gênero já realizada — descobriu que quase 40% dos sobreviventes descreveram algum tipo de “consciência” em momentos em que, segundo a teoria, estavam clinicamente mortos. Para os cientistas responsáveis pelo estudo denominado Aware (sigla em inglês para Awareness During Resuscitation – “Consciência Durante a Ressuscitação”), divulgado em outubro na revista Resuscitation, da fundação Conselho de Ressuscitação Europeu, os dados coletados oferecem evidências de que uma parte significativa dos pacientes vivenciou eventos reais por até três minutos após o suposto momento da morte cerebral. Alguns dos reanimados conseguiram descrever essas experiências com riqueza de detalhes. “Contrariamente à percepção comum, a morte não é um momento específico, mas sim um processo potencialmente reversível que ocorre após uma doença ou acidente grave levar o coração, os pulmões e o cérebro a parar de funcionar”, observa o médico inglês Sam Parnia, professor assistente de medicina e diretor do centro de ressuscitação da Universidade Estadual de Nova York. Ele atuava como pesquisador honorário na Universidade de Southampton quando liderou o estudo. “Se são feitas tentativas para reverter esse processo, ele pode ser chamado de ‘ataque cardíaco’; entretanto, se essas tentativas falham, é denominado ‘morte’”, explica Parnia. “Neste estudo, buscamos ir além do conceito de experiência de quase morte, que é emocionalmente carregado, mas pouco definido, para explorar objetivamente o que acontece quando morremos.” Entre os pacientes que sobreviveram ao ataque cardíaco e puderam participar do primeiro estágio de entrevistas, 39% relataram uma percepção de consciência, mas, curiosamente, não tinham lembranças nítidas de eventos. O máximo que 20% dessas pessoas conseguiram recordar foi uma sensação incomum de tranquilidade. Cerca de 33% afirmaram ter sentido o tempo desacelerar ou acelerar. Alguns relataram experiências de luz brilhante, um clarão dourado ou um sol resplandecente. “Isso sugere que mais pessoas podem ter inicialmente atividade mental nesses momentos, mas perdem suas memórias ao se recuperarem, devido aos efeitos de lesão cerebral ou de sedativos nos circuitos da memória”, avalia Parnia. Dos 101 pacientes que passaram por dois estágios diferentes de entrevistas, 45,5% afirmaram não ter tido quaisquer recordações, memórias ou consciência dos momentos em que não apresentavam vida. Por outro lado, 45,5% descreveram um leque de recordações que não se encaixam nas experiências de quase morte, incluindo relatos de experiências aterrorizantes e de perseguição. Já 7% tiveram experiências compatíveis com definições tradicionais de experiências de quase morte, e 2% demonstraram plena consciência desses momentos, fazendo referências explícitas sobre o que “viram” e “ouviram”, características típicas dos casos definidos como “experiências fora do corpo”. Os fenômenos conhecidos popularmente como experiências de quase morte ou experiências fora do corpo são frequentemente atribuídos a alucinações ou ilusões, ocorrendo tanto antes da parada cardíaca quanto após a ressuscitação. No entanto, um caso “muito verossímil”, conforme Parnia descreveu ao jornal inglês The Telegraph, aponta para uma direção diferente. Um assistente social de 57 anos, de Southampton, permaneceu consciente após o suposto desligamento do cérebro e fez observações valiosas para o estudo. Ele se lembra de ter deixado seu corpo e de ter acompanhado as tentativas de ressuscitação no canto do quarto, relatando os procedimentos da equipe médica que o socorreu. “O homem descreveu tudo o que aconteceu no quarto, e o que mais se destaca é que ele ouviu dois ‘bips’ de uma máquina que emite um ruído a intervalos de três minutos”, diz Parnia. “Assim, pudemos calcular quanto tempo durou a experiência. Ele parecia muito confiável, e tudo o que disse realmente aconteceu.” Parnia e seus colegas destacam que, embora apenas 2% dos entrevistados tenham demonstrado uma ampla consciência dos fatos posteriores à sua “morte”, os resultados obtidos recomendam novas e mais aprofundadas pesquisas nessa área. Outros estudos também são necessários para explorar se a consciência (implícita ou explícita) pode levar os pacientes a resultados psicológicos adversos a longo prazo, como o transtorno de estresse pós-traumático. “De maneira clara, a experiência lembrada que envolve a morte merece agora uma investigação genuína mais aprofundada e sem preconceitos”, afirmam os cientistas. Jerry Nolan, editor-chefe da revista Resuscitation, acrescentou: “O Dr. Parnia e seus colegas devem ser parabenizados pela conclusão de um estudo fascinante que abrirá a porta para pesquisas mais abrangentes sobre o que acontece quando morremos.” Livros Indicados Existe um local no cérebro que abriga a consciência? Como ela é produzida? Será possível que a consciência sobreviva à morte? As EQMs em acidentes graves, sentem que deixam o corpo e vivenciam uma série de fenômenos… por Edson Amâncio (Autor) Este livro é resultado de uma investigação profunda, realizada por meio de pesquisas, sobre Experiências de Quase Morte (EQMs). Debra Diamond afirma que “ninguém precisa ser declarado morto para… por Debra Diamond (Autor) Este livro investiga as evidências científicas sobre uma das questões mais desafiadoras e difundidas ao longo dos tempos: a sobrevivência da consciência humana após a morte… por: Alexander Moreira Almeida por: Marianna de Abreu Costa por: Humberto Schubert Coelho (Autores) Mais Populares 10 FATOS COMUNS RELATADOS POR QUEM VOLTOU DA MORTE! 01 – SENTIR-SE FORA DO CORPO. 02 – ATRAVESSAR UM TÚNEL DE LUZ E CHAGAR A OUTRA DIMENSÃO. 03 – VER LUZES BRILHANTES. 04 – PERCEBER A PRESENÇA DE ESPÍRITOS DE PARENTES E AMIGOS QUE JÁ FALECERAM. 05 – ASSISTIR A TODOS OS EVENTOS DA SUA PRÓPRIA VIDA. 06 – TER A SENSAÇÃO DE CONFORTO, PAZ E AMOR SEM IGUAIS. 07 – RELUTAR EM VOLTAR PARA O CORPO. 08 – NÃO SENTIR MAIS O MEDO

O EVANGELHO NO LAR

O EVANGELHO NO LAR O Evangelho no Lar: Uma Prática Espírita O Evangelho no Lar é uma prática espírita que consiste em um momento de estudo e reflexão sobre os ensinamentos de Jesus, realizado no ambiente familiar. É um espaço reservado para que os membros da família possam se reunir, meditar, discutir e aplicar os princípios evangélicos em suas vidas. E o Que é O Evangelho no Lar Exatamente? O Evangelho no Lar é, antes de tudo, uma reunião de espíritos reencarnados no mesmo ambiente, buscando através da prece, da elevação de pensamentos e do diálogo fraterno, o amparo e o auxílio do Mais Alto para seus problemas e necessidades. Segundo o Espiritismo, o Evangelho no Lar: Fortalece os laços familiares: Ao promover a união e a comunicação entre os membros da família, o Evangelho no Lar cria um ambiente de harmonia e compreensão mútua. Aproxima os membros da família de Deus: Através do estudo dos ensinamentos de Jesus, os participantes se conectam com a espiritualidade e buscam uma vida mais próxima dos princípios divinos. Contribui para o desenvolvimento moral e espiritual: Ao refletir sobre os valores cristãos, os praticantes buscam aprimorar seu caráter e desenvolver qualidades como o amor, a caridade, a paciência e a humildade. Auxilia na resolução de conflitos: Os ensinamentos evangélicos podem ser uma fonte de inspiração para lidar com as dificuldades do dia a dia e encontrar soluções pacíficas para os problemas familiares. Cria um ambiente de paz e tranquilidade: Ao dedicar um tempo para o estudo e a reflexão, os participantes podem encontrar paz interior e renovar suas energias. Como realizar o Evangelho no Lar: Não existem regras rígidas para a realização do Evangelho no Lar. Cada família pode adaptar a prática à sua realidade e crenças. No entanto, algumas sugestões podem ser úteis: Escolha um dia e horário: Defina um dia e horário fixos para realizar o Evangelho no Lar, facilitando a organização da família. Crie um ambiente agradável: Prepare um espaço tranquilo e silencioso, com iluminação suave e livre de distrações. Desligue todos os aparelhos: Eletro-eletrônicos (televisão, computador, …) do ambiente escolhido. Da mesma forma, os aparelhos celulares. Água fluidificada: Coloque uma jarra com água sobre a mesa, para fluidificação. Na falta dessa podem ser utilizados copos, qualquer um, em número correspondente aos integrantes do Evangelho. Escolha um tema: Selecione um tema relacionado aos ensinamentos de Jesus para ser estudado durante o encontro. Leia textos evangélicos: Leia trechos do Evangelho e de outros livros espíritas relacionados ao tema escolhido. Promova a reflexão: Incentive a participação de todos os membros da família, estimulando a reflexão e o compartilhamento de experiências. Filhos e Crianças: Para incentivar a participação dos filhos ou demais membros, com exceção dos pequeninos, é conveniente pedir que leiam mensagens espíritas, para reflexão do grupo. Faça uma oração: Encerre o encontro com uma oração de agradecimento a Deus para os familiares encarnado e desencarnados, sem temor. A lembrança da prece alegra e pacifica a todos que participaram. Por fim: Sirva a água fluidificada, após a prece de encerramento Benefícios do Evangelho no Lar: Os benefícios do Evangelho no Lar são inúmeros e podem transformar a vida das famílias que o praticam. Ao cultivar a fé, a esperança e o amor, os participantes encontram mais sentido para a vida e se tornam pessoas melhores. Gostaria de saber mais sobre algum aspecto do Evangelho no Lar? Posso fornecer informações sobre livros recomendados para o estudo, como escolher temas para as reuniões, ou como lidar com diferentes situações familiares durante a prática. Outras Orientações: Tempo: o necessário para a família. É sugerido uma reunião de 15 a 30 minutos. Música: sim, se for do agrado de todos. É sugerido música instrumental e de relaxamento, em volume baixo. Manifestações mediúnicas: É completamente desaconselhável qualquer manifestação mediúnica durante o Evangelho no Lar. Solenidade: Não deve ser jamais solene ou ritualístico, com palavras e movimentos decorados. Fontes: FEESP: https://www.feesp.com.br/o-que-e-o-evangelho-no-lar/ NOSSO LAR: https://www.nossolar.org.br/evangelho-no-lar CEMA: https://www.cema.org.br/evangelho INSTITUTO ANDRÉ LUIZ: www.institutoandreluiz.org/evangelho_no_lar Observação: As informações aqui apresentadas têm caráter informativo e não substituem a orientação de um profissional da área espiritual. Evangelho no Lar. Contribuição marcante do Espírito Meimei para o estudo dos ensinamentos de Jesus, é leitura indicada àqueles que desejam harmonizar o ambiente doméstico… De: Meimei (Espírito) e Miltes Carvalho Bonna Evangelho em Casa. Obra infanto-juvenil em que a autora espiritual, em linguagem doce e cativante, traça roteiros e sugere diretrizes para o culto do Evangelho no Lar. Por meio da narração de cinco hipotéticas reuniões… Francisco Cândido Xavier (Autor), Meimei (Esprito) O Evangelho Segundo o Espiritismo. O Evangelho Segundo o Espiritismo” é uma obra fundamental do espiritismo, escrita por Allan Kardec e publicada em 1864. Nesse livro… Milton Avelar de Carvalho Mais Populares Talvez você goste: